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Amoêdo admite que partido estará forte só em 2022

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Em visita à região, presidenciável do Novo relata que sigla evita recurso público e velhos políticos


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

09/08/2018 | 07:00


Pela primeira vez na corrida presidencial, o candidato do Novo ao Planalto, João Amoêdo, admitiu que seu partido só estará com expressão considerável em 2022, incluindo no Grande ABC, onde a sigla não tem quadros políticos eleitos.

“Esperamos que nestas eleições tenhamos mais votos que na anterior (em 2016), inclusive no Grande ABC. Porém, nossa aposta é que nas eleições de 2022 possamos disputar cargos mais importantes. Nossa única dificuldade é atrair gente boa que queira ser candidato”, disse Amoêdo, que ontem esteve em São Caetano, para apresentar suas propostas no Instituto Mauá de Tecnologia.

Segundo o candidato, a legenda tem evitado convidar políticos que já façam parte de outras siglas, tidas como “velhas” por Amoêdo. “O desafio é atrair um profissional liberal, um empreendedor que queira participar do jogo político”, argumentou. Ele, por exemplo, é banqueiro e empresário.

Durante a palestra, o presidenciável pôde detalhar seu plano de governo e também explicar como funciona o partido. Com o auditório lotado – alguns alunos tiveram que sentar no chão do espaço –, Amoêdo discursou para uma plateia jovem, composta em sua maioria por universitários da própria instituição.

O postulante do Novo também comentou o fato de não ter sido convidado para debates – como o de hoje, na Band. Para ele, essa é mais uma tentativa de dificultar o acesso da população a uma maneira nova de fazer política. “É preciso ter cinco deputados (federais) para participar do debate. Como não fizemos coligação, então estamos de fora”, comentou.

“O Novo é o único partido que rejeitou o Fundo Partidário e que não irá usar dinheiro público em suas campanhas de maneira alguma”, alegou. Em uma rápida explicação sobre o método de governo que adotará caso seja eleito, o candidato disse que identificou cinco pilares de atuação. “Vamos acabar com os privilégios políticos, combater de fato a corrupção, priorizar a situação da segurança, gerar oportunidades através da Educação e de empreendedores”, prometeu Amoêdo.  



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