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Marcha da Maconha reúne 500 pessoas em Sto.André

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Participantes defendem liberação do cultivo da Cannabis para usos medicinal e recreativo


Yara Ferraz
do Diário do Grande ABC

03/06/2018 | 07:10


Reivindicando liberdade para o cultivo da maconha para usos medicinal e recreativo, a terceira edição da Marcha da Maconha reuniu cerca de 500 pessoas na tarde de ontem em Santo André. Manifestantes saíram do Parque Celso Daniel, no bairro Jardim, e seguiram em trajeto feito à pé pela Avenida Dom Pedro II até EE Doutor Américo Brasiliense, na região central.

A empresária Marta Kamashiro, 34 anos, é uma das organizadoras do evento. Ela utiliza a cannabis como tratamento para a depressão. “Queremos trazer a questão da normalização do uso, que é visto ainda com muito preconceito pela sociedade.”

Usuário da planta para distensão muscular há 40 anos, o arquiteto urbanista e artista plástico Luis Pereira, 58, também participou e ajudou na divulgação. “Em São Paulo, o movimento acontece há dez anos. Aqui é o terceiro ano, sendo que em 2017 tinham somente 50 pessoas.”

Apesar de não ser usuário, o vendedor autônomo Gabriel Alves, 22 anos, morador do bairro Casa Branca, foi pela primeira vez à marcha por conta da necessidade de debater sobre o assunto. “É importante falar sobre a legalização. Eu acredito que essa seja a única maneira de acabar com o tráfico e dar segurança ao usuário sobre o que ele está consumindo”, disse. 



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Marcha da Maconha reúne 500 pessoas em Sto.André

Participantes defendem liberação do cultivo da Cannabis para usos medicinal e recreativo

Yara Ferraz
do Diário do Grande ABC

03/06/2018 | 07:10


Reivindicando liberdade para o cultivo da maconha para usos medicinal e recreativo, a terceira edição da Marcha da Maconha reuniu cerca de 500 pessoas na tarde de ontem em Santo André. Manifestantes saíram do Parque Celso Daniel, no bairro Jardim, e seguiram em trajeto feito à pé pela Avenida Dom Pedro II até EE Doutor Américo Brasiliense, na região central.

A empresária Marta Kamashiro, 34 anos, é uma das organizadoras do evento. Ela utiliza a cannabis como tratamento para a depressão. “Queremos trazer a questão da normalização do uso, que é visto ainda com muito preconceito pela sociedade.”

Usuário da planta para distensão muscular há 40 anos, o arquiteto urbanista e artista plástico Luis Pereira, 58, também participou e ajudou na divulgação. “Em São Paulo, o movimento acontece há dez anos. Aqui é o terceiro ano, sendo que em 2017 tinham somente 50 pessoas.”

Apesar de não ser usuário, o vendedor autônomo Gabriel Alves, 22 anos, morador do bairro Casa Branca, foi pela primeira vez à marcha por conta da necessidade de debater sobre o assunto. “É importante falar sobre a legalização. Eu acredito que essa seja a única maneira de acabar com o tráfico e dar segurança ao usuário sobre o que ele está consumindo”, disse. 

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