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Sindema aceita proposta de reajuste do Paço e desconsidera greve

Celso Luiz 9/4/15 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

30/05/2018 | 07:00


O Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) aceitou ontem a proposta feita pelo governo do prefeito Lauro Michels (PV) de reajuste superior a 7% para o funcionalismo neste ano.

De acordo com a entidade, a nova pauta, apresentada pelo governo na segunda-feira, estipulou o aumento em duas partes. A primeira relativa a maio, no percentual de 2,54%, e outra em dezembro, com elevação de 4,48%. O funcionalismo exigia 10% de aumento salarial, retroativo a março, vale-alimentação de R$ 450 e vale-refeição equivalente ao dos servidores da Câmara, de R$ 31 por dia.

Na semana passada, parte da categoria cruzou os braços. O Sindema evitou detalhar a adesão à mobilização, mas estimou que a maior paralisação ocorreu na área da Educação.

Segundo o presidente do sindicato, José Aparecido da Silva, o Neno, a categoria aceitou a proposta devido aos problemas financeiros apresentados pelo Executivo. “Considerando o contexto e a situação apresentados, resolvemos aceitar. O próprio secretário de Finanças (Jorge Luiz Demarchi) afirmou que o reajuste será no limite da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). Essa nova proposta evitou a greve”, comentou.

Neno acrescentou ainda que o funcionalismo olha com atenção para a possível aprovação, em segunda votação, do projeto que autoriza o Paço a parcelar dívida de R$ 108,3 milhões com o Ipred (Instituto de Previdência de Diadema).

O sindicalista afirmou que a aprovação da matéria é fundamental para a cidade. “A questão do Ipred é bem mais séria do que o reajuste e a dívida compromete muito o instituto”, prosseguiu.

Inicialmente, a proposta do Executivo era a de dividir, na mesma quantia de parcelas, o montante de R$ 95,2 milhões, que eram referentes à falta de repasse das contribuições patronais durante 15 meses, de dezembro de 2016 a fevereiro deste ano. Porém, a demora na aprovação da medida fez com que o governo incluísse as contribuições relacionadas aos meses de março e de abril, totalizando R$ 108,3 milhões.

O valor é referente à falta de repasse da contribuição patronal entre dezembro de 2016 e abril deste ano. 



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Sindema aceita proposta de reajuste do Paço e desconsidera greve

Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

30/05/2018 | 07:00


O Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) aceitou ontem a proposta feita pelo governo do prefeito Lauro Michels (PV) de reajuste superior a 7% para o funcionalismo neste ano.

De acordo com a entidade, a nova pauta, apresentada pelo governo na segunda-feira, estipulou o aumento em duas partes. A primeira relativa a maio, no percentual de 2,54%, e outra em dezembro, com elevação de 4,48%. O funcionalismo exigia 10% de aumento salarial, retroativo a março, vale-alimentação de R$ 450 e vale-refeição equivalente ao dos servidores da Câmara, de R$ 31 por dia.

Na semana passada, parte da categoria cruzou os braços. O Sindema evitou detalhar a adesão à mobilização, mas estimou que a maior paralisação ocorreu na área da Educação.

Segundo o presidente do sindicato, José Aparecido da Silva, o Neno, a categoria aceitou a proposta devido aos problemas financeiros apresentados pelo Executivo. “Considerando o contexto e a situação apresentados, resolvemos aceitar. O próprio secretário de Finanças (Jorge Luiz Demarchi) afirmou que o reajuste será no limite da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). Essa nova proposta evitou a greve”, comentou.

Neno acrescentou ainda que o funcionalismo olha com atenção para a possível aprovação, em segunda votação, do projeto que autoriza o Paço a parcelar dívida de R$ 108,3 milhões com o Ipred (Instituto de Previdência de Diadema).

O sindicalista afirmou que a aprovação da matéria é fundamental para a cidade. “A questão do Ipred é bem mais séria do que o reajuste e a dívida compromete muito o instituto”, prosseguiu.

Inicialmente, a proposta do Executivo era a de dividir, na mesma quantia de parcelas, o montante de R$ 95,2 milhões, que eram referentes à falta de repasse das contribuições patronais durante 15 meses, de dezembro de 2016 a fevereiro deste ano. Porém, a demora na aprovação da medida fez com que o governo incluísse as contribuições relacionadas aos meses de março e de abril, totalizando R$ 108,3 milhões.

O valor é referente à falta de repasse da contribuição patronal entre dezembro de 2016 e abril deste ano. 

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