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Gonorreia


Leo Kahn

24/11/2017 | 07:00


 Doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, também conhecida como gonococo, é a mais comum no mundo.

Acomete homens e mulheres. Com período de incubação de 24 horas até oito dias, só ocorre por transmissão sexual ou pela mãe durante o parto.

Cerca de 200 milhões de novos casos ocorrem anualmente, com maior incidência entre os 15 e 24 anos de idade, quando é comum haver intensa atividade sexual sem a devida proteção. No Brasil é uma patologia de notificação compulsória.

 

Fatores de risco:

Múltiplos parceiros

Sexo sem camisinha

Sexo casual

Abuso sexual

Partilhar objetos sexuais como vibradores

Parto de mãe contaminada

Transmissão através de toalhas ou roupas íntimas é pouco comum

 

Sinais e Sintomas:

Uretrite

Secreção uretral de aspecto leitoso

Ardência ao urinar

Coceira

Corrimento vaginal purulento

Dor e edema unilateral na bolsa escrotal

Dor durante o ato sexual

O diagnóstico é realizado pelo histórico, exame físico do paciente e laboratorial através da análise da secreção pelo método microscopia direta ou de cultura da bactéria.

 

Saiba mais:

A transmissão dessa DST é feita por via sexual oral, vaginal e anal.

Pode ser transmitida mesmo quando o paciente infectado não apresenta sintomas.

Não é necessário haver ejaculação para ocorrer a transmissão.

Basta o ato sexual.

Não há descrições de transmissão da gonorreia através de banheiros públicos ou piscinas.

Costuma ser evidente nos homens, sendo comum passar despercebida no sexo feminino.

Enquanto 90% dos homens apresentam sintomas de uretrite, até 50% das mulheres podem apresentar uma infecção assintomática.

Homens jovens não costumam ter infecção urinária, por isso o quadro de disúria (ardência para urinar) habitualmente indica a existência de uma uretrite causada por uma DST.

Contaminação pelo gonococo em áreas não genitais não costuma causar sintomas, sendo pouco frequente a ocorrência de faringite ou proctite.

Quando ocorre a infecção anal (proctite), os sintomas mais comuns são dor ao evacuar, saída de secreção purulenta pelo ânus, coceira ou dor anal.

Estima-se que a chance de transmissão após uma única relação sexual desprotegida com parceiro infectado esteja entre 50% e 70%.

Quando a relação ocorre mais de uma vez, o risco de contaminação sobe para mais de 90%.

Na maioria dos casos, a bactéria ataca o colo do útero e apenas 50% das pacientes infectadas apresentam coceira, dor durante o ato sexual e corrimento vaginal purulento.

A gonorreia, quando disseminada, pode causar artrites infecciosas em joelhos, tornozelos e cotovelos; lesões de pele; hepatite e endocardite.

Os parceiros devem fazer o tratamento conjunto e também deve ocorrer absoluta abstinência sexual para não haver nenhuma reinfecção.

Ocorrência de gonorreia em crianças costuma ser um sinal de abuso sexual.

O diagnóstico diferencial entre a gonorreia e a clamídia é feito somente através do exame microscópico do corrimento.

Procure um médico.

 



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Gonorreia

Leo Kahn

24/11/2017 | 07:00


 Doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, também conhecida como gonococo, é a mais comum no mundo.

Acomete homens e mulheres. Com período de incubação de 24 horas até oito dias, só ocorre por transmissão sexual ou pela mãe durante o parto.

Cerca de 200 milhões de novos casos ocorrem anualmente, com maior incidência entre os 15 e 24 anos de idade, quando é comum haver intensa atividade sexual sem a devida proteção. No Brasil é uma patologia de notificação compulsória.

 

Fatores de risco:

Múltiplos parceiros

Sexo sem camisinha

Sexo casual

Abuso sexual

Partilhar objetos sexuais como vibradores

Parto de mãe contaminada

Transmissão através de toalhas ou roupas íntimas é pouco comum

 

Sinais e Sintomas:

Uretrite

Secreção uretral de aspecto leitoso

Ardência ao urinar

Coceira

Corrimento vaginal purulento

Dor e edema unilateral na bolsa escrotal

Dor durante o ato sexual

O diagnóstico é realizado pelo histórico, exame físico do paciente e laboratorial através da análise da secreção pelo método microscopia direta ou de cultura da bactéria.

 

Saiba mais:

A transmissão dessa DST é feita por via sexual oral, vaginal e anal.

Pode ser transmitida mesmo quando o paciente infectado não apresenta sintomas.

Não é necessário haver ejaculação para ocorrer a transmissão.

Basta o ato sexual.

Não há descrições de transmissão da gonorreia através de banheiros públicos ou piscinas.

Costuma ser evidente nos homens, sendo comum passar despercebida no sexo feminino.

Enquanto 90% dos homens apresentam sintomas de uretrite, até 50% das mulheres podem apresentar uma infecção assintomática.

Homens jovens não costumam ter infecção urinária, por isso o quadro de disúria (ardência para urinar) habitualmente indica a existência de uma uretrite causada por uma DST.

Contaminação pelo gonococo em áreas não genitais não costuma causar sintomas, sendo pouco frequente a ocorrência de faringite ou proctite.

Quando ocorre a infecção anal (proctite), os sintomas mais comuns são dor ao evacuar, saída de secreção purulenta pelo ânus, coceira ou dor anal.

Estima-se que a chance de transmissão após uma única relação sexual desprotegida com parceiro infectado esteja entre 50% e 70%.

Quando a relação ocorre mais de uma vez, o risco de contaminação sobe para mais de 90%.

Na maioria dos casos, a bactéria ataca o colo do útero e apenas 50% das pacientes infectadas apresentam coceira, dor durante o ato sexual e corrimento vaginal purulento.

A gonorreia, quando disseminada, pode causar artrites infecciosas em joelhos, tornozelos e cotovelos; lesões de pele; hepatite e endocardite.

Os parceiros devem fazer o tratamento conjunto e também deve ocorrer absoluta abstinência sexual para não haver nenhuma reinfecção.

Ocorrência de gonorreia em crianças costuma ser um sinal de abuso sexual.

O diagnóstico diferencial entre a gonorreia e a clamídia é feito somente através do exame microscópico do corrimento.

Procure um médico.

 

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