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PMB projeta lançar ex-vice Oswana Fameli ao Senado

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sigla faz mea-culpa por pouco espaço às mulheres e aposta em ex-número 2 do Paço de Sto.


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

23/10/2017 | 07:00


 A executiva paulista do PMB articula, nos bastidores, lançar a ex-vice-prefeita de Santo André Oswana Fameli como candidata no pleito de 2018, com pretensão de incluir o seu nome na disputa ao Senado Federal – serão duas vagas no páreo. A situação, no entanto, não está pavimentada. Empresária do ramo da Educação na cidade, ela, que deixou o cargo em dezembro depois de quatro anos de governo ao lado do então prefeito Carlos Grana (PT), tem sido sondada por outras legendas. A aposta da estadual seria convencê-la dentro da estratégia de ampliar a representatividade das mulheres no Congresso, assegurando dessa forma também a sua permanência no partido.

Frente às tratativas, o PMB abriu leque de alternativas para Oswana, possibilitando que a ex-número dois do Paço possa escolher entrar na concorrência por vaga de deputada, caso haja interesse. “O nosso sonho é apresentar o nome da Oswana nas urnas ao Senado, mas nada impede que ela possa postular cadeira de deputada federal, por exemplo”, disse um integrante da cúpula de São Paulo, presidida por Jaime Fusco. “Ideia é fazer reformulações, composições que agreguem”, completou, ao citar que dobrada pode ser formada com Marilda Brandão, candidata a vereadora no ano passado, sem mencionar, contudo, o único parlamentar na cidade, Tonho Lagoa.

As negociações da sigla na esfera paulista apontam busca por mudança na comissão provisória municipal, gerida por Tonho, que tem expressado internamente vontade de pleitear assento na Assembleia Legislativa. “Não tenho informação sobre isso (alterar a composição). Até o momento estou na presidência. E me foi dada total autonomia, liberdade pela executiva estadual”, afirmou o vereador. O movimento de migração de Tonho e Oswana para o PMB se deu no começo de 2016, quando o PRP, legenda em que ambos foram eleitos, sinalizou caminhar com Aidan Ravin (PSB) no pleito.

Oswana confirmou ter recebido os convites, alegando, por outro lado, que, por enquanto, está em fase de estudar as propostas, inclusive dos outros partidos. “Foram (projetos) de quatro siglas diferentes. De fato, estou sendo bastante sondada”, disse, esquivando-se sobre os quadros, embora mencionando que há, entre eles, dos campos de centro e direita. “Estou disposta a novamente me colocar como soldada. Tudo depende da conjuntura (política). Não teria dificuldade em fazer esse debate, discutir os problemas na Educação Básica, da reforma do Ensino Médio, por exemplo.”

Após sair do Paço, Oswana voltou à direção da Associação das Escolas Particulares do Grande ABC e retomou posto de diretora – desta vez, como convidada – da Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André). Com o fim do mandato, outro convite que surpreendeu a própria ex-vice-prefeita foi para dar palestras. “Desde empoderamento da mulher a gestão de relacionamento em práticas pedagógicas.” 



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