
Em São Bernardo, sexta-feira à noite, o pai do jogador, Helvécio Benedito de Oliveira, 52 anos; a mãe, Amélia de Jesus Oliveira, 50; o irmão mais velho, Dênis Oliveira, 26; e a irmã caçula, Débora, 20, não disfarçavam a emoção. “Ele precisa começar jogando. O menino é bom demais da conta. Nós vamos ganhar de Honduras por 2 a 0, com um gol dele”, disse o pai Helvécio.
“O Denílson teve uma infância muito humilde em Diadema”, afirmou o pai. O jogador começou a surgir para o futebol em 1990, aos 13 anos. Jogava em um time do bairro de Taboão e Benê, ex-jogador do Corinthians, levou o garoto a uma escolinha de futebol. Em um campeonato juvenil, disputou a final contra o São Paulo. Levado para o Morumbi, teve um observador mais do que especial: Telê Santana.
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