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Sem oferecer reajuste, FUABC cita dificuldade

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

22/07/2017 | 07:00


A FUABC (Fundação do ABC) pediu compreensão dos servidores um dia após aprovação do estado de greve por parte dos funcionários e sinalizou não possuir capacidade financeira para aplicar os 13% de reajuste pedidos pela categoria – dos anos de 2016 e 2017.

Na quinta-feira à noite, durante assembleia do SindSaúde (Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Privados de Saúde do Grande ABC), colaboradores da Fundação aprovaram estado de greve e marcaram para o dia 3 protesto em frente à entidade, na Vila Príncipe de Gales, em Santo André. A reivindicação é de 9% de majoração nos vencimentos referentes ao ano passado e 4% de reposição da inflação deste ano, além de melhorias nos benefícios concedidos aos funcionários.

“A Fundação do ABC, como intermediária nas negociações dos trabalhadores com as prefeituras de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Mauá, lamenta as circunstâncias econômicas que levaram ao atual impasse sobre reajuste salarial. Lamenta igualmente que usuários do sistema público de saúde tenham de conviver com a ameaça de paralisação, ainda que parcial. Por isso, apela a seus colaboradores para que a greve não se concretize”, disse a instituição, por meio de nota.

Sobre o pedido de reajuste do ano passado, a entidade declarou que o caso está na Justiça do trabalho e que uma paralisação dos serviços com esse mote se faz desnecessária, já que “há pendência em dissídio judicial”. A entidade apontou que possível greve atingiria auxiliares, técnicos, recepcionistas e pessoal administrativo, uma vez que “médicos, enfermeiros e agentes comunitários são representados por outras entidades sindicais e têm datas-bases distintas”.

“A Fundação do ABC faz ainda questão de informar a população acerca das dificuldades do poder público de, neste momento de crise econômica e de queda na arrecadação, promover reajustes salariais, por mais justos que possam ser. A esse ambiente de penúria nos cofres públicos se somam dívidas herdadas de administrações municipais anteriores. Prefeituras e Fundação do ABC, mesmo assim, têm honrado seus compromissos trabalhistas, pagado em dia todos os salários da área da saúde e mantido benefícios”, reiterou a entidade. “A Fundação do ABC tem certeza de que seus colaboradores serão sensíveis a todas essas ponderações e seguirão atendendo a população com a dedicação e a competência habituais.”

De acordo com o SindSaúde, “há descaso total” por parte da FUABC. O sindicato afirmou ainda que a Fundação evita dar encaminhamento a qualquer tipo de negociação. 



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Sem oferecer reajuste, FUABC cita dificuldade

Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

22/07/2017 | 07:00


A FUABC (Fundação do ABC) pediu compreensão dos servidores um dia após aprovação do estado de greve por parte dos funcionários e sinalizou não possuir capacidade financeira para aplicar os 13% de reajuste pedidos pela categoria – dos anos de 2016 e 2017.

Na quinta-feira à noite, durante assembleia do SindSaúde (Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Privados de Saúde do Grande ABC), colaboradores da Fundação aprovaram estado de greve e marcaram para o dia 3 protesto em frente à entidade, na Vila Príncipe de Gales, em Santo André. A reivindicação é de 9% de majoração nos vencimentos referentes ao ano passado e 4% de reposição da inflação deste ano, além de melhorias nos benefícios concedidos aos funcionários.

“A Fundação do ABC, como intermediária nas negociações dos trabalhadores com as prefeituras de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Mauá, lamenta as circunstâncias econômicas que levaram ao atual impasse sobre reajuste salarial. Lamenta igualmente que usuários do sistema público de saúde tenham de conviver com a ameaça de paralisação, ainda que parcial. Por isso, apela a seus colaboradores para que a greve não se concretize”, disse a instituição, por meio de nota.

Sobre o pedido de reajuste do ano passado, a entidade declarou que o caso está na Justiça do trabalho e que uma paralisação dos serviços com esse mote se faz desnecessária, já que “há pendência em dissídio judicial”. A entidade apontou que possível greve atingiria auxiliares, técnicos, recepcionistas e pessoal administrativo, uma vez que “médicos, enfermeiros e agentes comunitários são representados por outras entidades sindicais e têm datas-bases distintas”.

“A Fundação do ABC faz ainda questão de informar a população acerca das dificuldades do poder público de, neste momento de crise econômica e de queda na arrecadação, promover reajustes salariais, por mais justos que possam ser. A esse ambiente de penúria nos cofres públicos se somam dívidas herdadas de administrações municipais anteriores. Prefeituras e Fundação do ABC, mesmo assim, têm honrado seus compromissos trabalhistas, pagado em dia todos os salários da área da saúde e mantido benefícios”, reiterou a entidade. “A Fundação do ABC tem certeza de que seus colaboradores serão sensíveis a todas essas ponderações e seguirão atendendo a população com a dedicação e a competência habituais.”

De acordo com o SindSaúde, “há descaso total” por parte da FUABC. O sindicato afirmou ainda que a Fundação evita dar encaminhamento a qualquer tipo de negociação. 

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