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Financiamento auxilia estudantes


Nelson Donato
Especial para o Diário

29/11/2016 | 07:00


Atualmente, menos de 20% da população brasileira cursa ou é formada no Ensino Superior. O baixo nível de escolaridade se explica pelos altos índices de evasão escolar e principalmente pela dificuldade de acesso às universidades, sejam públicas ou particulares. No caso das instituições pagas, o alto valor das mensalidades inviabiliza o ingresso de estudantes cuja renda familiar é incompatível com as cifras cobradas.

Por conta desses fatores, a procura por sistemas de financiamento estudantil aumentou nos últimos anos, já que o crédito disponibilizado diminui consideravelmente o valor das parcelas dos cursos.

Na esfera pública, o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) é a principal ação do MEC (Ministério da Educação) para garantir o acesso ao Ensino Superior. Podem solicitar o financiamento estudantes matriculados regularmente em cursos de graduação presenciais não gratuitos e que tenham obtido avaliação positiva (maior ou igual a três) nos processos de avaliação feitos pelo ministério.

O valor do financiamento das mensalidades é definido de acordo com o percentual de comprometimento da renda familiar. Uma das principais exigências de programa é possuir nota na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) igual ou superior a 450 pontos.

Recentemente, após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), levantou-se dúvidas sobre a continuidade do programa. Mas, na última terça-feira, o Ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, garantiu que o Fies já está incluído no orçamento da Pasta e sinalizou para o aumento da oferta de vagas. “Nós vamos renovar os contratos que estão em vigência e buscar novas parcerias para assegurar mais vagas do Fies para 2017. É um programa de inclusão social de acesso à Educação que precisa ser preservado”, ressalta o atual gestor do MEC.

Além do financiamento oferecido pelo governo federal, os estudantes podem buscar financiamento junto à iniciativa privada. “O crédito universitário tornou-se uma das principais ferramentas de inclusão à Educação Superior nos últimos anos. O financiamento privado permite que o sonho da graduação não seja adiado, o que abre oportunidades para evolução profissional e ganhos salariais maiores“, diz Carlos Furlan, diretor executivo da Ideal Invest, companhia gestora do crédito universitário Pravaler.

Em todo o Brasil, ao longo de dez anos, o programa já auxiliou mais de 80 mil estudantes a concluírem a graduação. Nesse período, cerca de R$ 1,7 bilhão em mensalidade financiado pelo crédito.

Por conta do aumento das restrições para o Fies, a Ideal Invest registrou crescimento de cerca de 75% na procura pelo crédito estudantil. Outra vantagem oferecida pelo sistema é que não há limite de renda do candidato, assim como não há exigência mínima de nota do Enem. O contrato oferecido é semestral, e dá aos alunos a oportunidade de avaliar se é preciso continuar com o financiamento nos semestres seguintes.

 

PARCERIAS NA REGIÃO

A Ideal Invest firmou recentemente parceria com a Universidade Metodista de São Paulo. O crédito de financiamento estudantil Pravaler já está disponível aos alunos da instituição, que subsidia parte dos juros do programa.

 



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Financiamento auxilia estudantes

Nelson Donato
Especial para o Diário

29/11/2016 | 07:00


Atualmente, menos de 20% da população brasileira cursa ou é formada no Ensino Superior. O baixo nível de escolaridade se explica pelos altos índices de evasão escolar e principalmente pela dificuldade de acesso às universidades, sejam públicas ou particulares. No caso das instituições pagas, o alto valor das mensalidades inviabiliza o ingresso de estudantes cuja renda familiar é incompatível com as cifras cobradas.

Por conta desses fatores, a procura por sistemas de financiamento estudantil aumentou nos últimos anos, já que o crédito disponibilizado diminui consideravelmente o valor das parcelas dos cursos.

Na esfera pública, o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) é a principal ação do MEC (Ministério da Educação) para garantir o acesso ao Ensino Superior. Podem solicitar o financiamento estudantes matriculados regularmente em cursos de graduação presenciais não gratuitos e que tenham obtido avaliação positiva (maior ou igual a três) nos processos de avaliação feitos pelo ministério.

O valor do financiamento das mensalidades é definido de acordo com o percentual de comprometimento da renda familiar. Uma das principais exigências de programa é possuir nota na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) igual ou superior a 450 pontos.

Recentemente, após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), levantou-se dúvidas sobre a continuidade do programa. Mas, na última terça-feira, o Ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, garantiu que o Fies já está incluído no orçamento da Pasta e sinalizou para o aumento da oferta de vagas. “Nós vamos renovar os contratos que estão em vigência e buscar novas parcerias para assegurar mais vagas do Fies para 2017. É um programa de inclusão social de acesso à Educação que precisa ser preservado”, ressalta o atual gestor do MEC.

Além do financiamento oferecido pelo governo federal, os estudantes podem buscar financiamento junto à iniciativa privada. “O crédito universitário tornou-se uma das principais ferramentas de inclusão à Educação Superior nos últimos anos. O financiamento privado permite que o sonho da graduação não seja adiado, o que abre oportunidades para evolução profissional e ganhos salariais maiores“, diz Carlos Furlan, diretor executivo da Ideal Invest, companhia gestora do crédito universitário Pravaler.

Em todo o Brasil, ao longo de dez anos, o programa já auxiliou mais de 80 mil estudantes a concluírem a graduação. Nesse período, cerca de R$ 1,7 bilhão em mensalidade financiado pelo crédito.

Por conta do aumento das restrições para o Fies, a Ideal Invest registrou crescimento de cerca de 75% na procura pelo crédito estudantil. Outra vantagem oferecida pelo sistema é que não há limite de renda do candidato, assim como não há exigência mínima de nota do Enem. O contrato oferecido é semestral, e dá aos alunos a oportunidade de avaliar se é preciso continuar com o financiamento nos semestres seguintes.

 

PARCERIAS NA REGIÃO

A Ideal Invest firmou recentemente parceria com a Universidade Metodista de São Paulo. O crédito de financiamento estudantil Pravaler já está disponível aos alunos da instituição, que subsidia parte dos juros do programa.

 

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