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Massa evita comentar polêmica Renault

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Lucas Tieppo
Com Agências

03/09/2009 | 07:00


A investigação da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) sobre o acidente de Nelsinho Piquet, ex-piloto da Renault, no GP de Cingapura, no ano passado, rende opiniões entre os envolvidos com a Fórmula 1. Enquanto Nelsinho e Flávio Briatore, chefão da escuderia francesa e acusado de mandar o brasileiro se chocar contra o muro propositalmente, não se pronunciam, Felipe Massa, da Ferrari, também preferiu fugir do assunto. Já Barrichello cobrou punição caso a acusação seja comprovada.

"Não tenho nada a falar. Pergunta para o Briatore", afirmou Massa ao portal GloboEsporte.com ontem, durante evento de lançamento do Racing Festival, que reunirá três categorias, duas de automobilismo e uma de motociclismo, que serão disputadas a partir de abril de 2010 (veja matéria ao lado).

Massa ainda se recupera do acidente sofrido durante os treinos classificatórios para o GP da Hungria, mas ainda não existe data definida para o seu retorno ao cockpit da Ferrari.

Outro piloto que comentou as acusações sobre Nelsinho e Flávio Briatore foi Rubens Barrichello, da Brawn GP. O piloto, segundo colocado no Mundial de Pilotos, com 56 pontos, confessou que na época achou o acidente estranho.

"Até que me provem, vou achar impossível alguém ter de tocar o carro no muro para que alguém da equipe ganhe. Lembro bem do acidente. Ele bateu na volta que o Alonso ia parar. Na época, achei estranho, mas depois passou. Se for comprovado, é muito feio e merece punição", relatou Rubinho.

"Espero que seja comprovado que não houve nada de errado. Porque se houve, vai ser muito feio para a Fórmula 1 e para a imagem de um piloto brasileiro. Briatore é um personagem e pode ter certeza que alguém está querendo a cabeça dele. Isso chegou pronto", disse o brasileiro.

Rubinho, porém, ressaltou que, com os carros usados na Fórmula 1, um acidente como o de Nelsinho não é algo impossível.

"Não é bater no ponto certo, mas bater. Hoje em dia, é muito fácil bater com os carros de Fórmula 1, ainda mais em uma pista de rua, ondulada, à noite", concluiu Barrichello.

De acordo com o jornal inglês The Independent, a investigação da FIA vai além do acidente de Nelsinho. Durante o GP da Bélgica, no último fim de semana, foram realizadas diversas entrevistas com funcionários da Renault, inclusive com o piloto espanhol Fernando Alonso.



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