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Tulica é enterrado no
Cemitério do Camilópolis

Dezenas de amigos, ex-companheiros e torcedores foram
nesta tarde dar o último adeus ao ex-atacante Tulica


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

22/02/2012 | 16:29


Dezenas de amigos, ex-companheiros e torcedores foram nesta tarde dar o último adeus ao ex-atacante Tulica, maior artilheiro da história do Santo André com 63 gols. O jogador faleceu terça-feira, após passar 27 dias internado no Hospital Mario Covas devido a problemas de cicatrização de um machucado no pé, agravado por conta dos diabetes. O corpo foi velado e enterrado no Cemitério do Camilópolis, em Santo André.

 

Entre os amigos presentes estava Silvio de Souza, conhecido como Tatinha, presidente do Seci (Sociedade Esportiva Cidade Imaculada) último lugar onde o ex-jogador trabalhou. "Foi tudo muito rápido. Ele bateu o pé em uma escada, depois cicatrizou e voltou ao trabalho. Dias depois bateu novamente, no mesmo lugar, e nunca mais sarou. A situação só piorou até ele falecer", lamentou.

 

Uma grande bandeira do Santo André foi estendida sobre o caixão do ex-jogador pelos torcedores que estiveram presentes. Tulica tinha 59 anos, era casado e deixa a esposa, três filhas e um neto.

 

História - Tulica foi um jogador que está praticamente em extinção no futebol brasileiro atual. Com faro de gol, logo foi descoberto na várzea de Utinga, em Santo André.

Chamado para defender a cidade nos Jogos Abertos de Bauru, em 1970, sagrou-se campeão vencendo na final Santos, representada por jogadores do Peixe.

Com as boas apresentações, Tulica acertou com o Ramalhão para defender as categorias de base, mas não demorou muito para se profissionalizar.

O sucesso fez com que ele trocasse o Ramalhão pelo Santos, onde permaneceu por um ano. Foi emprestado ao Atlético Carazinho-RS antes de continuar a história no Ramalhão.

Em 1974, foi vice-campeão da atual Série A-2 do Paulista e, em 1975, conquistou o título, sendo um dos principais jogadores daquele time.

Mas, como na época não havia acesso, o Santo André vendeu alguns jogadores e Tulica transferiu-se ao Atlético Goianense. Ainda jogou no Vila Nova antes de defender o Fluminense sem muito sucesso.

Acertou no início da década de 1980 com o Grêmio Mauaense, onde encerrou a carreira de jogador e treinou o time principal.

Também trabalhou nas categorias de base do Ramalhão e na sede social do clube/CW. (Com informações de Thiago Postigo Silva)

 

 



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