Fechar
Publicidade

Domingo, 24 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Para presidente de conselho da Aciscs, atual presidente ‘dificilmente’ vai conseguir buscar a reeleição

Lauriano diz que rejeição de contas será pautada antes do pleito, em março


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

26/02/2016 | 07:00


Presidente do conselho superior da Aciscs (Associação Comercial e Industrial de São Caetano), Airton Lauriano anunciou que o bloco de conselheiros vai analisar, antes da eleição, a validade da candidatura do presidente da associação, Mauro Laranjeira, que busca renovação do mandato. E, no entendimento dele, dificilmente a chapa da situação terá aval para participar do processo eleitoral marcado para o dia 29 de março.

Segundo Lauriano, a decisão foi tirada porque o estatuto da Aciscs não é claro a respeito da viabilidade jurídica de um candidato que teve gestão reprovada por conselheiros da entidade. No caso de Laranjeira, a contabilidade do ano passado foi considerada falha pelo conselho superior.

“De fato nosso estatuto complica, é necessária revisão. Mas vamos ter uma reunião prévia, até para avaliar a situação. No meu olhar, acho que o Laranjeira não deveria ser candidato, por série de problemas a ele relacionada”, analisou Lauriano.

Além dos problemas nas contas em sua gestão, Laranjeira é questionado pela oposição – encabeçada pelo empresário Walter Estevam Júnior – de irregularidade quanto à indicação do vice-presidente. Robson de Souza deixou o quadro societário de sua empresa e, mesmo sem ter cargo de gerência, continua com plenos poderes na Aciscs, o que confronta o estatuto.

A reunião do conselho deve acontecer uma semana antes da eleição. São 14 conselheiros aptos à análise e maioria simples definirá o futuro da candidatura de Laranjeira. Caso haja pedido de impugnação contra a chapa de Estevam, também haverá avaliação do conselho.

Laranjeira argumenta que suas contas foram avalizadas pelo conselho fiscal e considerou “estranho” o pedido de dados do exercício atual. “Essa exigência nunca foi colocada nem estava na pauta da reunião do conselho superior. Isso (apresentação do orçamento de 2016) nunca foi exigido em sete anos deste estatuto.”

Já na visão de Estevam, Laranjeira descumpriu itens do estatuto como um todo. “Há artigo que claramente fala sobre quais documentos precisam ser apresentados ao conselho superior. É como se você fosse fazer matrícula numa faculdade e dissesse que não tem RG. Não tem lógica.” 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;