
Segundo o estudo, que afirma que o “Brasil branco" é 2,5 vezes mais rico do que o "Brasil pobre", a renda média mensal da população branca é de R$ 400 e a dos negros, de R$ 170.
A pobreza no país abrangia, no início dos anos 90, 40% da população brasileira. Após 1995 até o final da década, o índice cai para 34%. A participação da população negra na pobreza, porém, aumentou em relação a dos brancos. Em 1999, do total da população indigente 68,85% eram negros e 30,73%, brancos, apesar de a população negra do país ser menor (45,33%) que a branca (54,02%).
Segundo o presidente do Ipea, Roberto Martins, os números mostram deve-se promover a igualdade entre brancos e negros através de políticas específicas para a fatia negra da população.
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