
Pelo projeto, em caso de falecimento de cônjuge ou dependentes, desde que reconhecidos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o poder público terá de pagar as despesas de funeral e, posteriormente, poderá descontar o valor em até dez vezes na folha de pagamento.
“Quando a perda de familiares acontece, muitas vezes, o servidor não tem condições de arcar com o pagamento à vista do funeral, que custa em média R$ 800. O parcelamento poderá ajudar os funcionários, como já acontece em empresas privadas”, disse Polisel.
A assessoria de imprensa da Prefeitura informou que atualmente não existe auxílio porque o governo estuda a “reestruturação de direitos e deveres do servidor”. O departamento ainda informou que o governo estuda formas de substituir o parcelamento.
O diretor de imprensa do Sindicato dos Servidores Públicos, Carlos Wilson Tomaz, lamenta o fato de a Prefeitura não colocar em prática um direito dos servidores, e elogiou a iniciativa do vereador.
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