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Greve do INSS pode ser encerrada na quarta-feira


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

12/09/2015 | 00:25


Em greve há 67 dias, os servidores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) acreditam que a paralisação pode chegar ao fim na quarta-feira. Isso, dependendo do resultado de reunião entre o comando nacional de greve, liderado pela Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social), e o Ministério do Planejamento. “As 48 horas que demos ao governo venceram na quinta-feira, e fomos convocados para reunião na segunda à tarde. Por isso, nem realizamos assembleia hoje (ontem)”, conta o diretor do Sinsprev-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo) Thiago Alves. “A expectativa é que tenhamos uma contraproposta que nos atenda, para então fazer assembleia na quarta e encerrar a greve.”

Os servidores do INSS pleiteiam maior abertura de vagas nos concursos públicos, de 800 para 15 mil, incorporação de gratificações no salário e melhores condições de trabalho. Alves destacou que o avanço nas questões da categoria está condicionado à aceitação de nova proposta feita pelo governo no dia 4, de aumento de 10,8%, pagos em dois anos, sendo 5,5% em 2016 e 5% em 2017. “Isso não cobre nem a inflação deste ano. Mas, se a oferta em relação à pauta específica compensar, podemos considerar o reajuste”, disse. O pleito dos servidores é de correção de 27,3% referente a perdas salariais dos últimos quatro anos.

PERITOS - Os médicos peritos do INSS também estão de braços cruzados, mas há menos tempo, há oito dias. As demandas da categoria são a efetivação das 30 horas semanais de trabalho, o fim da terceirização da atividade pericial e segurança, além da abertura de oportunidades em concursos. “Somos 4.500 peritos ativos (dos quais, cerca de 80 no Grande ABC) e hoje temos 2.500 vagas que se exoneraram ou se aposentaram nos últimos quatro anos. Por não termos peritos suficientes, a Previdência Social gasta R$ 68 bilhões com concessões automáticas de prorrogações com ações civis públicas e outras judicializações”, disse Lyane Teixeira, delegada regional da associação na gerência executiva de Santo André.
 



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