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Produção industrial cai 2,5% após quatro meses de crescimento


Do Diário OnLine

08/09/2005 | 10:33


A produção industrial de julho interrompeu uma seqüência de quatro meses em expansão e apresentou queda de 2,5% frente a junho, segundo números divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De janeiro a julho, há uma alta acumulada de 4,3%, abaixo dos 5% registrados no mesmo período do ano passado.

O recuo observado em julho atingiu 20 das 23 atividades pesquisadas que têm séries sazonalmente ajustadas. Entre as indústrias que reduziram a produção, as quedas mais expressivas foram observadas em veículos automotores (-4,6%); material eletrônico e equipamentos de comunicações (-10,7%); e máquinas e equipamentos (-5,7%).

Ainda na comparação com junho, os únicos setores que apresentaram crescimento foram refino de petróleo e produção de álcool (2,6%); farmacêutica (4,2%); e celulose e papel (1,7%).

Todas as categorias de uso também apontaram recuo na comparação com o mês anterior. As quedas mais agressivas vieram de bens de capital (-7,6%) e bens de consumo duráveis (-5,9%), após dois meses com taxas positivas. O setor de bens intermediários (-1,9%) também interrompeu uma seqüência de quatro resultados positivos, enquanto a categoria de bens de consumo semiduráveis e não duráveis (-0,9%) voltou a um patamar ligeiramente superior ao de abril.



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Produção industrial cai 2,5% após quatro meses de crescimento

Do Diário OnLine

08/09/2005 | 10:33


A produção industrial de julho interrompeu uma seqüência de quatro meses em expansão e apresentou queda de 2,5% frente a junho, segundo números divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De janeiro a julho, há uma alta acumulada de 4,3%, abaixo dos 5% registrados no mesmo período do ano passado.

O recuo observado em julho atingiu 20 das 23 atividades pesquisadas que têm séries sazonalmente ajustadas. Entre as indústrias que reduziram a produção, as quedas mais expressivas foram observadas em veículos automotores (-4,6%); material eletrônico e equipamentos de comunicações (-10,7%); e máquinas e equipamentos (-5,7%).

Ainda na comparação com junho, os únicos setores que apresentaram crescimento foram refino de petróleo e produção de álcool (2,6%); farmacêutica (4,2%); e celulose e papel (1,7%).

Todas as categorias de uso também apontaram recuo na comparação com o mês anterior. As quedas mais agressivas vieram de bens de capital (-7,6%) e bens de consumo duráveis (-5,9%), após dois meses com taxas positivas. O setor de bens intermediários (-1,9%) também interrompeu uma seqüência de quatro resultados positivos, enquanto a categoria de bens de consumo semiduráveis e não duráveis (-0,9%) voltou a um patamar ligeiramente superior ao de abril.

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