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Realidade e ficção dão tom a 'Clandestinos', na Globo


Kelly Zucatelli
Do Diário do Grande ABC

02/11/2010 | 07:02


Histórias do dia a dia de qualquer cidadão, mais precisamente de jovens que querem ganhar o mundo artístico e veem no teatro a porta de entrada, estarão na telinha da Globo a partir de quinta-feira (4), logo após A Grande Família, com a estreia da série Clandestinos - O Sonho Começou.

De autoria de João Falcão, direção de Flávia Lacerda e direção de núcleo de Guel Arraes, Clandestinos terá sete capítulos que devem envolver telespectadores de todas as idades, que provavelmente se recordarão de algum momento da vida que tiveram que enfrentar obstáculos para tornar seus sonhos realidade.

A origem do trabalho se deu de maio de 2008, quando Falcão, em plena capital fluminense, buscava interessados para participar de uma oficina para a criação da peça que leva o nome da atração televisiva.

O chamado na internet para a seleção de jovens atores entre 18 e 28 anos, rendeu uma quantidade inesperada de interessados. Mais de 3.000 inscritos fizeram fila em frente ao Hotel Glória, no Rio, para participar da seleção. Desse número, apenas 400 candidatos foram escolhidos para audições individuais com João Falcão.

Durante a seleção, cada participante foi entrevistado e teve um minuto e meio para demonstrar sua capacidade de interpretação. Desta primeira etapa, 30 artistas passaram para as oficinas.

Após um mês de aulas, a lista com os 14 atores que iriam participar da peça estava formada. Foi aí que os sonhos começaram a ser concretizados.

O programa é formado por uma mescla de realidade e ficção, no qual os selecionados revelam suas experiências de vida, seus medos, pontos fortes e fracos. "O nome Clandestinos representa exatamente aqueles atores que querem mas não conseguem ter fama como outros. Eles próprios se interpretam falando de suas profissões e suas histórias de vida", explica João Falcão.

Os personagens Fabio (Fábio Henriquez) e Elisa (Elisa Pinheiro) serão os responsáveis por escutar brevemente as histórias e conferirem os 90 segundos de apresentação de cada um. Durante o tempo em que ficam exaustivamente no Teatro Glória, ambos se emocionam com os participantes. Fábio principlamente. O rapaz sonhador delira com as histórias, mesmo depois de um longo dia de trabalho verificando as performances no video em casa.

Nessa toada, o diretor e autor de teatro, que também é muito jovem, define que quer fazer uma peça na qual os personagens são os próprios atores.

Fábio Assunção está na estreia

Alguns capítulos do programa terão a participação especial de atores famosos.

Na estreia, o ator Fábio Assunção e o diretor Dennis Carvalho aparecerão numa cena em que gravam em um jardim. No mesmo momento, a aspirante a atriz Adelaide topa participar de última hora da gravação ao lado do galã. Dali, Adelaide (Adelaide de Castro) deve seguir para o Hotel Glória para participar da seleção.

Assim como Adelaide, que viajou de sua cidade, em Minas Gerais, outros participantes da seleção se deslocaram da Bahia, São Paulo e do Estado Rio de Janeiro para viver o sonho de se tornar famosos.

CENÁRIO E FIGURINO - Para carimbar de vez o conceito de um trabalho com o máximo de realidade, o cenário de Clandestinos foi recriado no palco do Teatro Glória, o mesmo usado na realização dos testes com o elenco, tendo o adereçamento de algumas maquetes e um cenário virtual em 3D. Fora isso, o espaço não teve grandes modificações.

O figurino dos atores é caracterizado em elementos urbanos que remetem ao comportamento da moda entre os jovens de grandes cidades do mundo, como Amsterdã, Londres e Paris.

Cabelos com penteados descolados, muitos com estilo black power ou dread locks (tranças enroladas em cabelos crespos). Roupas estampadas e largas foram escolhas comuns, assim como o estilo patricinha da mulher brasileira. caso das irmãs gêmeas Giselle e Michelle (Giselle e Michelle Batista).

A escolha das músicas tem um conceito revival. Isso fica explícito em composições de Belchior, de 1976, agora revisitadas pela banda Vermelho 27, com arranjo de Robertinho do Recife. O diretor João Falcão e o produtor musical, Ricco Vianna, também fizeram canções para a série.

 

 



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