Aplicativo do Diário
Memória
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A lição de Roberto Apo Ambrosi. O abraço de Moacyr Franco. Grande ABC revive seus grandes dias... Recebe artistas. Canta com eles.

Por isso, “Memória” faz questão de registrar as datas com exatidão: o 2 de maio de Moacyr Franco no Cine-Teatro Carlos Gomes; os dias 18 e 19 de maio da apresentação de Roberto Apo Ambrosi no Teatro Lauro Gomes. Moacyr abraçou o casal José Clovis e Solange Vieira Nolasco, divulgadores da sua música, da sua carreira. O casal das “Memórias Musicais” atua voluntariamente e foi recebido com apreço pelo sempre entusiasmado Moacyr Franco. Roberto [Leia mais]

25/05/2024 08:00
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Memória
Turma da Padocka. O reencontro. Para lembrar a ACTU. Nos anos 70, os bailinhos. Nos anos 80, as excursões...

Quem conta esta história, com emoção e muitas fotografias recuperadas, é Paulo Machado, nome verdadeiro do Paulinho da Timba: 19 anos depois da festa de 2005, a jovem Turma da Padocka realiza o grande encontro dos Amigos do Principado de Utinga. O resultado do reencontro da noite desta sexta-feira “Memória” conta na semana que vem. Anos eternos Texto: Paulinho da Timba (Paulo Machado) Nossa história se inicia na década de 1970. A turma [Leia mais]

24/05/2024 08:00
Memória
São Caetano. GAMA lembra os autonomistas. USCS completa 20 anos de memórias. Proposta uma linha do tempo regional. A presença do autonomista Desirée.

A proposta da linha do tempo foi feita por José Luiz Cabrini, nos seguintes termos: Memorialistas das sete cidades serem autores de um livro sobre a Memória do Grande ABC. Numa folha de papel seriam colocadas as datas: a chegada de Cristóvão Colombo, a chegada de João Ramalho e assim por diante. Seria traçada uma linha cronológica, com cada cidade registrando datas e acontecimentos, até os dias de hoje. Por sua vez, Wagner Antonio [Leia mais]

23/05/2024 08:00
Memória
5 de novembro de 1998. Noite de gala em Santo André. Arnaldo Cohen inaugura um piano. Um Steinway & Sons alemão. O Rolls Royce dos pianos...

A campanha “Um Piano para o Grande ABC” foi rápida, precisa, arrebatadora. Começou em março de 1998. Simbolicamente, a primeira tecla foi adquirida pelo próprio pianista Cohen, que viajou à Alemanha e testou o piano em 6 de julho daquele ano. O Steinway & Sons, modelo Grand Concert D, desembarcou em 3 de agosto no Aeroporto Internacional de Guarulhos, dali seguindo no mesmo dia para São Caetano, onde foi fotografado pelo professor Oscar [Leia mais]

22/05/2024 08:00
Memória
Grande ABC. A região se uniu. Mostrou força cultural. Foi à Alemanha... ...e trouxe um lindo piano.

Daí porque “Memória” se sente na obrigação de citar nomes que escreveram uma das mais lindas páginas da Cultura do Grande ABC: a compra pela sociedade local deste lindo modelo Steinway & Sons em Hamburgo. Vejam o anúncio publicado pelo Diário do Grande ABC em 5 de abril de 1998, guardado pelo saudoso professor Oscar Garbelloto e recuperado por sua filha, Morisa Garbelotto. No anúncio, os primeiros que acreditaram no projeto bancado pelo [Leia mais]

21/05/2024 12:15
Memória
Correspondência. Os 49 anos da ETEC Jorge Street. Um livro para Mauá. Para lembrar o ídolo Moreno.

ETEC JORGE STREET Nesta data, em 20 de maio de 1975, iniciava-se a jornada do Colégio Técnico Industrial Jorge Street, conhecido hoje apenas como ETEC Jorge Street, em São Caetano. A cerimônia de inauguração contou com diversas figuras públicas. A foto retrata o momento em que o professor Ubirajara Garcia, então coordenador do Ensino Técnico do governo do Estado, descerrava a fita inaugural. Paulo Egydio Martins era o governador. Na foto estão [Leia mais]

20/05/2024 08:00
Memória
Um piano para o Grande ABC. 88 cotas, 88 teclas. Recursos levantados. E um lindo piano foi trazido da Alemanha.

No final do século XX, o Diário promoveu uma grande campanha: “Um piano para o Grande ABC”. A região se mobilizou e adquiriu as 88 cotas estabelecidas pela Sociedade Pró-Música do Grande ABC – uma cota para cada tecla. Com os recursos financeiros obtidos, o pianista Arnaldo Cohen foi pessoalmente a Hamburgo, na Alemanha, buscar o piano, que chegou ao IMES, em São Caetano, hoje USCS, em 1998. Tanto tempo depois, onde e como estaria o famoso [Leia mais]

19/05/2024 08:00
Memória
São Caetano. Um documento familiar. Rico em informações oficiais. E que muito explicam.

SURPRESA FAMILIAR Na organização de documentos fiquei surpreendido com a certidão de casamento dos meus pais, celebrado em 1940, com vários detalhes: escritura com caneta-tinteiro, a avó paterna sem o nome do meu avô, cartório de São Caetano ainda ligado ao Município de Santo André. Se interessar passo a certidão. Humberto Madona Recebemos com alegria e respeito a oferta do Sr. Humberto Madona. Esta certidão de casamento dos seus pais [Leia mais]

18/05/2024 08:00
Memória
O extraterrestre que vem de Utinga. O outro lado da Volkswagen. A poesia niilista do professor Eliel... Eduardo Kaze e a inteligência artificial.

Quem fala em inteligência artificial (termo da moda pela primeira vez registrado aqui em memória) é o autor do criador de “Os livros de Jizu”. Escreve Eduardo Kaze: (...) não posso deixar de falar sobre um aspecto único dessa obra: a arte. Você vai perceber que ela tem um toque peculiar, e isso se deve ao fato de ser produzida por uma inteligência artificial. Eu sei, pode parecer maluquice, mas a verdade é que, no início desse projeto, trazer um [Leia mais]

17/05/2024 08:00
Memória
Senai Andreense. Do Centro para a Perimetral. Vejam os jovens da foto. Eles participaram da mudança...

Prezado Jerônimo, envie a foto que o Jorginho postou. A gente publica aqui em Memória junto ao seu outro livro, “Vida Roubada”, ainda não lido. “Memória”, 26-4-2024 E o torneiro-mecânico, editor e escritor Jerônimo de Almeida Neto enviou a foto solicitada por esta página, cuja história está no livro “Mosaico, contos e casos” (Santo André, Coopacesso, agosto de 1922). Ao publicar a resenha daquele livro, “Memória” escreveu: “outro livro [Leia mais]

16/05/2024 08:00
Memória
Ribeirão Pires. Uma casa, uma porta. Rua Olímpia Catta Preta... ...mais que centenária. E que memorialista!

Jacarandá puro Texto: Octavio David Filho Este correr de casas geminadas da atual Rua Olímpia Catta Preta era de meu avô, José Maria de Figueiredo, que as comprou em 1917. A foto foi tirada por ele na procissão de 19 de março de 1922. Meus pais diziam que as casas foram construídas no início do Núcleo Colonial de Ribeirão Pires, no século 19. A porta da minha casa é de jacarandá. Não sabemos quantos anos tem. Foi comprada [Leia mais]

15/05/2024 08:00
Memória
São Bernardo. História buscada no lixo. A elite da Vila se levanta. Mede forças com Santo André. E a região se divide em dois municípios.

No primeiro encontro coletivo de pesquisadores das sete cidades para se pensar na formação político-administrativa do Grande ABC, Hilda Breda, presidente da AME (Associação dos Amigos da Memória de São Bernardo), foi direta: “A AME foi criada há sete anos quando percebemos que algumas coisas da memória de São Bernardo estavam sendo jogadas no lixo”. Documentos valiosos, até então preservados, chegaram a ser descartados e foram salvos graças à [Leia mais]

14/05/2024 08:00
Memória
CORRESPONDÊNCIA Exclusivas com Ayrton Senna. A produção do professor Takara. Castigo no canto da sala. As últimas da banda de Mário Rossi.

Santo André é amor, é trabalho. Celeiro de riqueza e solidariedade. Ardente desejo de igualdade, ao povo brasileiro. Aparecida das Dores Antunes, “Canto dos Operários”, Poemas da Cidade, volume 2, Coopacesso, 2015. Aparecida é natural da cidade paulista de Óleo. Formada em Letras e pós-graduada em Educação de jovens e adultos. SENNA “Não fosse aquela curva” (Memória, 1-5-2024) - O Ayrton Senna era dono de um helicóptero e de um bimotor [Leia mais]

13/05/2024 08:00
Memória
PESQUISA As torcidas do Santo André. Torcida Jovem. Ramachões e Ramalhetes. Poluída Nebulosa. Andrélogia.

Para lembrar torcedores símbolos de várias gerações, entre os quais o Velho Borracha, Nelson Cerchiari, Esquerdinha e o torcedor de todos ao torcidas, o Galinha do Amendoim. Criar uma grande linha do tempo. Focalizar todas as torcidas do EC Santo André (atuais e antigas). Valorizar nomes que desde 1967 vêm levando adiante a bandeira do Ramalhão pelas arquibancadas da vida. Formar novos torcedores e explicar a eles que o futebol raiz é o que levou o [Leia mais]

12/05/2024 08:00
Memória
Era assim: Capital e trabalho se entendiam. Então o trabalhador votava. Fazemos greve ou não?

ELIS ETERNA “Memória”, como sempre, traz boas lembranças. O destaque de hoje (terça 7) foi o show do 1º de maio de 1979 do Fundo de Greve na Vera Cruz. Porém faltou mencionar a grande Elis Regina, João Bosco e o Djalma Bom. Djalma Bom - São Paulo NOTA DA MEMÓRIA – Djalma de Souza Bom, metalúrgico, sindicalista, ex-deputado federal e estadual, ex-vice-prefeito de São Bernardo. De fato, Elis Regina e João Bosco estavam programados [Leia mais]

11/05/2024 08:00
Memória
Aconteceu no Ipiranga. No Clube Atlético Ypiranga. Às margens do Tamanduateí. Num baile de formatura de 1973...

Vovô por que? O CA Ypiranga, em 1910, quando participou do primeiro campeonato de futebol, foi apelidado de “Benjamim”, por ser o mais novo do torneio. Com o tempo, os outros clubes desistem e o Ypiranga torna-se o mais antigo dos fundadores da Federação Paulista de Futebol. Nasce o “Vovô” do futebol paulista, que ganha o apêndice “...da Colina Histórica” ao mudar-se para o Ipiranga, onde a independência do Brasil foi proclamada. Fonte: site [Leia mais]

10/05/2024 08:00
Memória
Nomes da cidade. Tropeiros que passam. Matas e córregos. Madeira e carvão. E um texto da Dra. Gisela...

ONDE ESTÃO? Em 4 de maio de 1979 o prefeito Aarão Teixeira inaugurava a galeria dos ex-prefeitos de Rio Grande da Serra. Eram três os ex-prefeitos, 45 anos atrás: Carlos José da Graça Carlson, Geraldino Lotti Filho e Irineia José Midoli, antecessores do jovem Aarão. NOTA DA MEMÓRIA – Aarão, família do Zé do Cartório, Geraldino, Irineia: é desconhecido o destino daqueles retratos, devidamente reproduzidos à época pelo Diário. Prefeita Maria [Leia mais]

09/05/2024 13:15
Memória
As moções do 14º Congresso. O que foi proposto. O que foi realizado. Rio Grande cuida da sua história?

A carta de moções aprovada pelos participantes do 14º Congresso de História do Grande ABC possui dez itens, cinco dos quais diretamente voltados à cidade-sede, Rio Grande da Serra. 1 - A comissão de moradores e os moradores do Bairro Pedreira manifestavam seu repúdio diante da Prefeitura quanto ao tratamento dado às ocupações situadas ao longo da Avenida João Belo, ameaçadas de remoção. 2 - A Companhia Teatral “Celebra a Vida” [Leia mais]

08/05/2024 08:00
Memória
Dra. Gisela. Geraldino Lotti. Esther Mazzini. Luiz Honda. Aparecida Figueiredo.

Crédito da foto 1 – Projeto Memória LEMBREM-SE. “Memória” escrevia em 7 de maio de 1994: população, religiosos, autoridades de Rio Grande da Serra, tratem bem da sua capela DIÁRIO HÁ 30 ANOS Sábado, 7 de maio de 1994 – ano 36, edição 8693 MANCHETE – Sarney passa à frente de Fernando Henrique (na corrida pela Presidência da República). Ex-presidente (Sarney) alcançava 15% das intenções de voto, contra 13% do candidato do PSDB [Leia mais]

07/05/2024 08:00
Memória
O lado feio da cidade. A passarela de ferro. Outrora cartão postal. Serventia aos usuários. Hoje estirada no chão. Ninguém vê?

À espera Se quiser ocultar algo para que seja esquecido basta deixar visível aos olhos do povo. José Soares da Silva, Memória, 5-5-2023, na Semana Rio Grande da Serra de um ano atrás. De quem é a culpa? Da Rede Ferroviária? Da CPTM? Do Condephaat? (que a tombou em 2010). Da Prefeitura? Da Câmara Municipal? Da população, que não se indigna? “Memória” entende que todos têm culpa. Alguns mais – acorda Refesa! Acorda CPTM! – outros menos. [Leia mais]

06/05/2024 08:00
Memória
Memorialistas reunidos. Em pauta, o Grande ABC. No jornal, o 1º rascunho da história. Um capítulo a cada dia. Vocês preservam esta memória.

BOAS VINDAS Hoje, mais do que saudá-los, quero agradecê-los pelo trabalho que fazem na preservação da memória do Grande ABC. Poder recebe-los é uma honra, porque uma das funções do jornal, além de ser o primeiro rascunho da história, é preservar e demonstrar como chegamos até aqui. Evaldo Novelini - Diretor de Redação BANCO DE DADOS REGIONAL Sejam benvindos. Aqui é a casa de vocês. Poucos andares abaixo a gente tem a história [Leia mais]

05/05/2024 08:00
Memória
No alto da colina, uma capela. A Praça da Bíblia. A subida da estação. As palmeiras. Aqui é o Largo da Matriz...

PARA A HISTÓRIA Compartilho mais duas imagens feitas hoje pela manhã (9-4-2024): a primeira, a partir de uma das entradas da Praça da Bíblia, na subida da estação de trem, na Rua Prefeito Carlos José da Veiga Carlson, com as palmeiras (não sei dizer se são jerivás) e bem ao fundo a fachada da Matriz São Sebastião; já a segunda imagem traz a matriz e a antiga capela de Santa Cruz, a partir da subida da Rua Francisco Moraes Ramos, em trecho [Leia mais]

04/05/2024 08:00
Memória
Uma trilha de índios. O Sítio Rio Grande. A presença do Alferes Bonilha. Os Pollack, os Breithaupt. Uma quaresmeira...

A rota do sal saia de Santos. Subia a serra pela calçada do Lorena. Adentrava o Caminho do Mar no Planalto e seguia pelo que conhecemos hoje como estrada de manutenção da Petrobras. Não chegava à Paranapiacaba, que nem existia. A rota sairia pelo atual Parque América, em Rio Grande da Serra, depois de atravessar Rio Grande como estrada do Zanzalá. E com esse nome continuava até Mogi das Cruzes. A área de Paranapiacaba estava fora da rota, diferentemente [Leia mais]

03/05/2024 08:00
Memória
A caçulinha. De imagens cinematográficas. O jerivá, a araucária. E a notícia centenária: ...duas antas abatidas.

“Segue a foto da nossa querida Rio Grande, com o jerivá (palmeira símbolo da mata atlântica) e da árvore companheira, a araucária, embelezando a Avenida Dom Pedro I, outrora Avenida Capitão Marques”. Roberto Nascimento - Jornalista Saibam todos que há entre os moradores de Rio Grande da Serra um que espera com ansiedade pelas Semanas Rio Grande anuais aqui no Diário: jornalista Roberto Nascimento. Muitas semanas antes de maio, [Leia mais]

02/05/2024 08:00
Memória
Não fosse aquela curva. Não fosse aquela batida. - Edson, o Senna morreu. - Divanei, vamos à Redação. Uma triste Edição Extra...

Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21-3-1960 – Bolonha, 1-5-1994) 1º de maio de 1994. Faz 30 anos. Um domingo trágico. O Diário não circulava às segundas-feiras. Mas não teria como esperar pela edição normal da terça. Era preciso mobilizar esforços e colocar o quanto antes nas bancas e enviar aos assinantes a mais desoladora das edições extras. “Mundo chora Senna” foi a manchete. “Senna está morto. Logo ele, que corria como quem driblava, [Leia mais]

01/05/2024 08:00