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Livolis reconhece culpa no Sto. André


Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

26/03/2007 | 07:04


O Diário conversou, esta semana, com o presidente do Santo André Ltda, Jairo Livolis. Em mais de uma hora de conversa, o dirigente falou dos benefícios que o clube-empresa vai proporcionar ao futebol do Ramalhão, mas não fugiu quando o assunto foi o possível rebaixamento da equipe para a Série A-2 do Campeonato Paulista.

Livolis ainda acredita e pensa em um futuro de sucesso para o time do Grande ABC. Não pede paciência aos torcedores, porque sabe que nessa hora ninguém tem, e reconhece que, por algum tempo, a atenção ficou voltada para a política e o time acabou ficando de lado. Ainda assim, acredita em uma reação nesta reta final.

DIÁRIO - O clube-empresa já está funcionando?
JAIRO LIVOLIS - Segunda-feira houve a primeira assembléia geral dos cotistas. Tivemos duas reuniões antes, mas informais. Até segunda, teremos outra assembléia e já começamos a trabalhar. O processo foi disparado.

DIÁRIO - O senhor via outro caminho para o Santo André?
LIVOLIS - O Santo André vinha adotando um modelo que tinha se esgotado. Vimos o time alcançar um estágio técnico que deixou todos nós orgulhosos. Mas não houve correspondência financeira, condições de investir. Tecnicamente, o clube alcançou um estágio surpreendente, todos queriam a continuidade daquele estágio. No final de 2006, estávamos com déficit financeiro e esse foi o grande motivo de mudar o modelo. O clube-empresa oferecia capitalização para somar àquela dificuldade financeira e organizar de forma profissional dentro e fora de campo, administrar financeiramente, cuidar do marketing, ir em busca de talentos. É a gestão de profissionais em substituição ao que era. Vamos trazer profissionais para estas áreas de imediato.

DIÁRIO - Como está sendo investido o dinheiro das cotas até agora?
LIVOLIS - A primeira medida é cumprir os compromissos com atletas, comissão técnica, fornecedores, hotéis... é extremamente importante porque no mundo do futebol é comum o calote, o atraso. Isso influi na equipe, por mais que os jogadores não se inquietem.

DIÁRIO - No caso de o clube revelar um jogador e negociá-lo. Como será feita a divisão entre os cotistas?
LIVOLIS - Os lucros serão distribuídos na proporção da participação de cada um. Se o atleta oferecer um milhão à empresa, serão 10 mil para cada cota.

DIÁRIO - Por enquanto, os cotistas estão investindo 2 mil reais em 60 vezes?
LIVOLIS - Isso, são 120 mil cada cota. Ao todo são 80 cotas, e teremos em mãos 9 milhões e 600 mil reais utilizados na consolidação do clube.

DIÁRIO - Parte deste dinheiro vai para o Centro de Treinamento?
LIVOLIS - Na primeira etapa do CT, faremos a construção dos campos. É prioridade, com certa rapidez. Isso significa até o final deste ano. Hoje, os meninos ficam alojados no Bruno Daniel. Lá cabem mais ou menos 50 pessoas, e eles têm café da manhã, almoço, jantar, café da noite, cuidados médicos, odontológicos. É impressionante como o Santo André é objeto de desejo da rapaziada. Além disso tudo que falei, o clube ainda oferece oportunidade no time de cima, como aconteceu com o Alex, o Richarlyson, o Ramalho, o Fábio Santos...

DIÁRIO - Outra parte chega para aprimorar ainda mais o Jovem Santo André?
LIVOLIS - O projeto tem dado muito resultado e vamos dar seqüência. Temos uma safra legal, com Makelelê, Pará. É um formato de sucesso. O ponto mais fraco é a falta de campo e isso é uma grande dificuldade. É razoável pensar que teremos uma preparação superior com o CT. Queremos aumentar o projeto com mais categorias (a mirim, que ainda não existe, juvenil e infantil B) e, eventualmente, até um time B para disputar a Copa Estado. O time profissional é o espelho de tudo. Vamos revelar jogadores. É aí que vai gerar receita.

DIÁRIO - Um eventual rebaixamento no Campeonato Paulista deste ano trará prejuízo aos cofres do clube. A cota de TV, por exemplo, cai de 800 mil reais da Série A para 40 mil na A-2. Como se organizar para compensar essa diferença monstruosa?
LIVOLIS - Primeiro, ainda estou acreditando muito que vamos conseguir nos manter na Primeira Divisão. Essa má campanha chegou em um momento ruim. Mas vamos conseguir neutralizar essas dificuldades e fazer um Brasileiro mais arrumadinho. Se não tivesse sido criada a empresa e o time caísse, teríamos dificuldades gigantescas no próximo ano. Com o clube-empresa será diferente.

DIÁRIO - Quais erros de planejamento o senhor apontaria para a má campanha do time?
LIVOLIS - É muito difícil explicar uma situação dessa. Não existe uma grande razão. Existe o conjunto. Dividimos o foco durante meses: setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro, com problemas na área política. A criação da empresa também canalizou energia para desenhar, dar formato a ela, explicar o processo para cada um dos interessados e até reunir todos os empresários, pessoas exigentes. Todos colocaram a cabeça nisso e nós também , de certa maneira. Essa dispersão de energia fez com que a gente aceitasse como bom o planejamento para o Paulista, apoiado na continuação do Brasileiro. Mantivemos comissão, jogadores, perdemos dois atletas que não queríamos perder, o Bonan (Marcelo, goleiro) e Ozéia (zagueiro). Os outros foram embora porque o treinador (Ruy Scarpino) não os tinha mais nos planos. Demos carta branca para o Ruy.

DIÁRIO - Esse foi um dos erros?
LIVOLIS - Ele trouxe oito atletas. O resultado? Desastre. Nenhum emplacou. Talvez devêssemos ser mais críticos, exigentes, ter investigado cuidadosamente. E não fizemos. Isso porque, no primeiro grupo (de jogadores que chegaram com Scarpino), o treinador foi bem sucedido e ficou com credibilidade. Hoje, alguns daqueles que foram grandes jogadores na temporada passada, como o Bruno e o Luiz Henrique, caíram de produção.

DIÁRIO - A falta de dinheiro poderia ser o motivo dessa queda de produção?
LIVOLIS - O Santo André não teve atraso que chegasse a isso. Sempre procuramos adotar algumas soluções e os jogadores não ficaram sem o seu dinheirinho.

DIÁRIO - Então foi mesmo o planejamento...
LIVOLIS - Essa combinação foi perversa. Perde um, dois, três, quatro jogadores e agrega a isso a intranqüilidade e a insegurança, até da própria comissão técnica.

DIÁRIO - Daí o motivo da troca de técnico?
LIVOLIS - Admitimos que fomos infelizes também em trazer o Ferreira (Luiz Carlos, técnico). Ele chegou bem diferente das outras oito vezes que esteve aqui em personalidade, equilíbrio, lucidez. Estreou contra o São Paulo, quase vencemos no Morumbi e, no dia seguinte, trocou jogadores de forma inexplicável. Quando percebemos o erro, trocamos, mas o Campeonato Paulista já estava adiantado.

DIÁRIO - Aí chegou o Leandro Campos e durante todo o tempo que ele ficou no clube só recebeu elogios da diretoria...
LIVOLIS - O Leandro pegou uma batata quente. Se ele tivesse pego a base equilibrada, teria agregado. O Leandro tem personalidade agressiva e o insucesso aumentou isso. Começou a não ter o equilíbrio para conduzir até o fim, ultrapassou os limites e ele mesmo percebeu, confessou isso para nós.

DIÁRIO - Agora, com o Roberval Davino, o que pensar do futuro?
LIVOLIS - O Roberval tem personalidade oposta ao Ferreira e ao Leandro, tem tranqüilidade, voz mansa. Nesse momento, pode nos dar um resultado surpreendente. Espero que dê. É conhecido como um montador de time e a nossa equipe precisa ser ajustada, corrigida. Vamos usar esses 50 dias (até a estréia no Brasileiro da Série B) para fazer todas as correções para entrar com outra cara e mais corpo no Brasileiro. É preciso resolver os pontos fracos. O Roberval vai ter tempo para observar os atletas.

DIÁRIO - Dessa vez, com a diretoria acompanhando tudo de perto?
LIVOLIS - Sem dúvida. E, como sempre fizemos, vamos seguir fazendo reuniões, tirando dúvidas, esgotando o assunto. Foi isso que faltou: não esgotamos o assunto.

DIÁRIO - O que dá pra falar para o torcedor nesse momento ruim do time?
LIVOLIS - Nenhum torcedor está tão angustiado ou sofrendo mais do que eu. Pedir para ter calma nem é justo. Estão todos sofrendo pela possibilidade próxima da Segunda Divisão. Peço que pensem como a gente: lutar até o último momento porque o futebol oferece tantas surpresas. Mas, se não der, o torcedor tem de enxergar que o futebol não é estável, estático.

DIÁRIO - Mas ninguém quer cair...
LIVOLIS - Cair é algo que não quero pensar. Mas, se acontecer, não vou cair de joelho e ficar me lamentando. Vou tratar de fazer um novo momento, a começar pelo Brasileiro.

DIÁRIO - Se arrepende de alguma coisa?
LIVOLIS - Se eu pudesse voltar atrás, falaria menos em política, mas não posso voltar.



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Livolis reconhece culpa no Sto. André

Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

26/03/2007 | 07:04


O Diário conversou, esta semana, com o presidente do Santo André Ltda, Jairo Livolis. Em mais de uma hora de conversa, o dirigente falou dos benefícios que o clube-empresa vai proporcionar ao futebol do Ramalhão, mas não fugiu quando o assunto foi o possível rebaixamento da equipe para a Série A-2 do Campeonato Paulista.

Livolis ainda acredita e pensa em um futuro de sucesso para o time do Grande ABC. Não pede paciência aos torcedores, porque sabe que nessa hora ninguém tem, e reconhece que, por algum tempo, a atenção ficou voltada para a política e o time acabou ficando de lado. Ainda assim, acredita em uma reação nesta reta final.

DIÁRIO - O clube-empresa já está funcionando?
JAIRO LIVOLIS - Segunda-feira houve a primeira assembléia geral dos cotistas. Tivemos duas reuniões antes, mas informais. Até segunda, teremos outra assembléia e já começamos a trabalhar. O processo foi disparado.

DIÁRIO - O senhor via outro caminho para o Santo André?
LIVOLIS - O Santo André vinha adotando um modelo que tinha se esgotado. Vimos o time alcançar um estágio técnico que deixou todos nós orgulhosos. Mas não houve correspondência financeira, condições de investir. Tecnicamente, o clube alcançou um estágio surpreendente, todos queriam a continuidade daquele estágio. No final de 2006, estávamos com déficit financeiro e esse foi o grande motivo de mudar o modelo. O clube-empresa oferecia capitalização para somar àquela dificuldade financeira e organizar de forma profissional dentro e fora de campo, administrar financeiramente, cuidar do marketing, ir em busca de talentos. É a gestão de profissionais em substituição ao que era. Vamos trazer profissionais para estas áreas de imediato.

DIÁRIO - Como está sendo investido o dinheiro das cotas até agora?
LIVOLIS - A primeira medida é cumprir os compromissos com atletas, comissão técnica, fornecedores, hotéis... é extremamente importante porque no mundo do futebol é comum o calote, o atraso. Isso influi na equipe, por mais que os jogadores não se inquietem.

DIÁRIO - No caso de o clube revelar um jogador e negociá-lo. Como será feita a divisão entre os cotistas?
LIVOLIS - Os lucros serão distribuídos na proporção da participação de cada um. Se o atleta oferecer um milhão à empresa, serão 10 mil para cada cota.

DIÁRIO - Por enquanto, os cotistas estão investindo 2 mil reais em 60 vezes?
LIVOLIS - Isso, são 120 mil cada cota. Ao todo são 80 cotas, e teremos em mãos 9 milhões e 600 mil reais utilizados na consolidação do clube.

DIÁRIO - Parte deste dinheiro vai para o Centro de Treinamento?
LIVOLIS - Na primeira etapa do CT, faremos a construção dos campos. É prioridade, com certa rapidez. Isso significa até o final deste ano. Hoje, os meninos ficam alojados no Bruno Daniel. Lá cabem mais ou menos 50 pessoas, e eles têm café da manhã, almoço, jantar, café da noite, cuidados médicos, odontológicos. É impressionante como o Santo André é objeto de desejo da rapaziada. Além disso tudo que falei, o clube ainda oferece oportunidade no time de cima, como aconteceu com o Alex, o Richarlyson, o Ramalho, o Fábio Santos...

DIÁRIO - Outra parte chega para aprimorar ainda mais o Jovem Santo André?
LIVOLIS - O projeto tem dado muito resultado e vamos dar seqüência. Temos uma safra legal, com Makelelê, Pará. É um formato de sucesso. O ponto mais fraco é a falta de campo e isso é uma grande dificuldade. É razoável pensar que teremos uma preparação superior com o CT. Queremos aumentar o projeto com mais categorias (a mirim, que ainda não existe, juvenil e infantil B) e, eventualmente, até um time B para disputar a Copa Estado. O time profissional é o espelho de tudo. Vamos revelar jogadores. É aí que vai gerar receita.

DIÁRIO - Um eventual rebaixamento no Campeonato Paulista deste ano trará prejuízo aos cofres do clube. A cota de TV, por exemplo, cai de 800 mil reais da Série A para 40 mil na A-2. Como se organizar para compensar essa diferença monstruosa?
LIVOLIS - Primeiro, ainda estou acreditando muito que vamos conseguir nos manter na Primeira Divisão. Essa má campanha chegou em um momento ruim. Mas vamos conseguir neutralizar essas dificuldades e fazer um Brasileiro mais arrumadinho. Se não tivesse sido criada a empresa e o time caísse, teríamos dificuldades gigantescas no próximo ano. Com o clube-empresa será diferente.

DIÁRIO - Quais erros de planejamento o senhor apontaria para a má campanha do time?
LIVOLIS - É muito difícil explicar uma situação dessa. Não existe uma grande razão. Existe o conjunto. Dividimos o foco durante meses: setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro, com problemas na área política. A criação da empresa também canalizou energia para desenhar, dar formato a ela, explicar o processo para cada um dos interessados e até reunir todos os empresários, pessoas exigentes. Todos colocaram a cabeça nisso e nós também , de certa maneira. Essa dispersão de energia fez com que a gente aceitasse como bom o planejamento para o Paulista, apoiado na continuação do Brasileiro. Mantivemos comissão, jogadores, perdemos dois atletas que não queríamos perder, o Bonan (Marcelo, goleiro) e Ozéia (zagueiro). Os outros foram embora porque o treinador (Ruy Scarpino) não os tinha mais nos planos. Demos carta branca para o Ruy.

DIÁRIO - Esse foi um dos erros?
LIVOLIS - Ele trouxe oito atletas. O resultado? Desastre. Nenhum emplacou. Talvez devêssemos ser mais críticos, exigentes, ter investigado cuidadosamente. E não fizemos. Isso porque, no primeiro grupo (de jogadores que chegaram com Scarpino), o treinador foi bem sucedido e ficou com credibilidade. Hoje, alguns daqueles que foram grandes jogadores na temporada passada, como o Bruno e o Luiz Henrique, caíram de produção.

DIÁRIO - A falta de dinheiro poderia ser o motivo dessa queda de produção?
LIVOLIS - O Santo André não teve atraso que chegasse a isso. Sempre procuramos adotar algumas soluções e os jogadores não ficaram sem o seu dinheirinho.

DIÁRIO - Então foi mesmo o planejamento...
LIVOLIS - Essa combinação foi perversa. Perde um, dois, três, quatro jogadores e agrega a isso a intranqüilidade e a insegurança, até da própria comissão técnica.

DIÁRIO - Daí o motivo da troca de técnico?
LIVOLIS - Admitimos que fomos infelizes também em trazer o Ferreira (Luiz Carlos, técnico). Ele chegou bem diferente das outras oito vezes que esteve aqui em personalidade, equilíbrio, lucidez. Estreou contra o São Paulo, quase vencemos no Morumbi e, no dia seguinte, trocou jogadores de forma inexplicável. Quando percebemos o erro, trocamos, mas o Campeonato Paulista já estava adiantado.

DIÁRIO - Aí chegou o Leandro Campos e durante todo o tempo que ele ficou no clube só recebeu elogios da diretoria...
LIVOLIS - O Leandro pegou uma batata quente. Se ele tivesse pego a base equilibrada, teria agregado. O Leandro tem personalidade agressiva e o insucesso aumentou isso. Começou a não ter o equilíbrio para conduzir até o fim, ultrapassou os limites e ele mesmo percebeu, confessou isso para nós.

DIÁRIO - Agora, com o Roberval Davino, o que pensar do futuro?
LIVOLIS - O Roberval tem personalidade oposta ao Ferreira e ao Leandro, tem tranqüilidade, voz mansa. Nesse momento, pode nos dar um resultado surpreendente. Espero que dê. É conhecido como um montador de time e a nossa equipe precisa ser ajustada, corrigida. Vamos usar esses 50 dias (até a estréia no Brasileiro da Série B) para fazer todas as correções para entrar com outra cara e mais corpo no Brasileiro. É preciso resolver os pontos fracos. O Roberval vai ter tempo para observar os atletas.

DIÁRIO - Dessa vez, com a diretoria acompanhando tudo de perto?
LIVOLIS - Sem dúvida. E, como sempre fizemos, vamos seguir fazendo reuniões, tirando dúvidas, esgotando o assunto. Foi isso que faltou: não esgotamos o assunto.

DIÁRIO - O que dá pra falar para o torcedor nesse momento ruim do time?
LIVOLIS - Nenhum torcedor está tão angustiado ou sofrendo mais do que eu. Pedir para ter calma nem é justo. Estão todos sofrendo pela possibilidade próxima da Segunda Divisão. Peço que pensem como a gente: lutar até o último momento porque o futebol oferece tantas surpresas. Mas, se não der, o torcedor tem de enxergar que o futebol não é estável, estático.

DIÁRIO - Mas ninguém quer cair...
LIVOLIS - Cair é algo que não quero pensar. Mas, se acontecer, não vou cair de joelho e ficar me lamentando. Vou tratar de fazer um novo momento, a começar pelo Brasileiro.

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