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Vítimas francesas de Pinochet ficam revoltadas com morte


Da AFP

10/12/2006 | 19:24


A advogada francesa Sophie Thonon, defensora das famílias de desaparecidos franceses no Chile, falou de sua frustração pela morte do ex-ditador Augusto Pinochet, destacando que a "cólera das famílias" pela lentidão judicial será expressada agora "com mais razão ainda".

"Minha reação é de frustração, pois parecia que ele estava melhorando e que ia viver mais alguns meses ou anos, a tempo de ser julgado", comentou Thonon. "Mas também é grande o sentimento de cólera contra esta justiça francesa, chilena, e a de outros países que não tomaram medidas a tempo para julgar Pinochet antes de sua morte", acrescentou.

"A cólera das famílias está presente há muito tempo e agora será expressada com mais razão ainda", destacou Sophie Thonon, que representa os interesses das famílias de cinco franceses desaparecidos.

Em dezembro de 2005, a promotoria de Paris requereu a apresentação do general Pinochet ante o tribunal criminal de Paris por "cumplicidade na detenção e prisão arbitrária com circunstâncias agravantes de "atos de tortura ou de barbárie" com uma das vítimas, assim como contra outras 15 pessoas. A ordem, no entanto, ainda não foi emitida.


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