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Cosméticos de Diadema iniciam criação de APL


Luiz Federico
Do Diário do Grande ABC

21/01/2006 | 08:44


As empresas do Pólo de Cosméticos de Diadema começam o ano mais unidas e fortalecidas. Um grupo de 80 companhias estuda a formação de um APL (Arranjo Produtivo Local) ainda no primeiro semestre com o objetivo de garantir e melhorar a qualidade dos produtos produzidos na região e aumentar as vendas no mercado interno.

E os primeiros passos já foram dados. Uma reunião, prevista para esta segunda-feira, irá discutir as diretrizes do projeto e o papel de todos os seus protagonistas, principalmente o das entidades que já anunciaram total apoio à iniciativa. Entre elas, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). "Queremos desenvolver um novo laboratório do Senai (Serviço de Ensino e Aprendizado Industrial) em Diadema voltado especificamente para as indústrias de cosméticos. Seria um centro de excelência para controlar a qualidade dos produtos", explica o diretor da entidade em Diadema, Rinaldo Dini, também proprietário da Metalzio.

A idéia, segundo ele, ainda embrionária, foi proposta em um encontro realizado esta semana na sede da Fiesp, na Capital, entre o presidente Paulo Skaf, coordenadores do Pólo de Diadema, além de representantes do Sesi (Serviço Social da Indústria), Senai e Depar (Departamento de Ação Regional). O projeto contará também com o suporte do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e da Prefeitura de Diadema.

Prioridades – Um dos coordenadores do Pólo de Cosméticos que participaram do encontro na Fiesp, Silvestre Resende, destaca que a união das empresas em um APL não significa que os membros estarão agindo em interesse próprio. "Queremos buscar, além da qualidade do que produzimos, estabelecer um diálogo com as comunidades que estão ao nosso redor, seja por meio de ações de responsabilidade social ou ações que diminuam o impacto da atividade industrial no meio ambiente", diz.

A primeira reunião entre as empresas, marcada para a próxima segunda-feira, servirá, segundo Silvestre, para solidificar o relacionamento entre os parceiros. "Um dos pilares da formação de um APL é capacitar as empresas e seus funcionários, visando aumentar nossa penetração no mercado interno e impulsionar também as vendas externas", afirma Silvestre, também diretor da Valmari.

Criado há quatro anos, o Pólo de Cosméticos congrega 110 empresas, entre as quais estão as marcas Pierre Alexander, Di Larouffe e Davene.



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Cosméticos de Diadema iniciam criação de APL

Luiz Federico
Do Diário do Grande ABC

21/01/2006 | 08:44


As empresas do Pólo de Cosméticos de Diadema começam o ano mais unidas e fortalecidas. Um grupo de 80 companhias estuda a formação de um APL (Arranjo Produtivo Local) ainda no primeiro semestre com o objetivo de garantir e melhorar a qualidade dos produtos produzidos na região e aumentar as vendas no mercado interno.

E os primeiros passos já foram dados. Uma reunião, prevista para esta segunda-feira, irá discutir as diretrizes do projeto e o papel de todos os seus protagonistas, principalmente o das entidades que já anunciaram total apoio à iniciativa. Entre elas, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). "Queremos desenvolver um novo laboratório do Senai (Serviço de Ensino e Aprendizado Industrial) em Diadema voltado especificamente para as indústrias de cosméticos. Seria um centro de excelência para controlar a qualidade dos produtos", explica o diretor da entidade em Diadema, Rinaldo Dini, também proprietário da Metalzio.

A idéia, segundo ele, ainda embrionária, foi proposta em um encontro realizado esta semana na sede da Fiesp, na Capital, entre o presidente Paulo Skaf, coordenadores do Pólo de Diadema, além de representantes do Sesi (Serviço Social da Indústria), Senai e Depar (Departamento de Ação Regional). O projeto contará também com o suporte do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e da Prefeitura de Diadema.

Prioridades – Um dos coordenadores do Pólo de Cosméticos que participaram do encontro na Fiesp, Silvestre Resende, destaca que a união das empresas em um APL não significa que os membros estarão agindo em interesse próprio. "Queremos buscar, além da qualidade do que produzimos, estabelecer um diálogo com as comunidades que estão ao nosso redor, seja por meio de ações de responsabilidade social ou ações que diminuam o impacto da atividade industrial no meio ambiente", diz.

A primeira reunião entre as empresas, marcada para a próxima segunda-feira, servirá, segundo Silvestre, para solidificar o relacionamento entre os parceiros. "Um dos pilares da formação de um APL é capacitar as empresas e seus funcionários, visando aumentar nossa penetração no mercado interno e impulsionar também as vendas externas", afirma Silvestre, também diretor da Valmari.

Criado há quatro anos, o Pólo de Cosméticos congrega 110 empresas, entre as quais estão as marcas Pierre Alexander, Di Larouffe e Davene.

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