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Revoada tucana sem rumo em S.Caetano


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

08/08/2015 | 07:00


Vereador de São Caetano e presidente do PSDB local, Beto Vidoski definiu juntamente com a executiva que o partido vai lançar candidatura a prefeito em 2016. O nome do parlamentar, inclusive, é citado por alguns integrantes da legenda para encabeçar a chapa. Porém, esse movimento está sendo feito à revelia da direção estadual, que, inclusive, demonstra insatisfação nos bastidores. A avaliação é a de que não é o momento de discutir a eleição de 2016. Apesar de inclinar apoio ao governo Paulo Pinheiro (PMDB), o tucano tenta se colocar na corrida pelo Paço. Há incômodo, principalmente, com a ascensão do vereador Fabio Palacio (PR), que vem ganhando terreno eleitoral. Em levantamento do DGABC Pesquisas divulgado dia 2, Vidoski está na sexta posição nas intenções de voto para prefeito, enquanto o republicano, que o ultrapassou, está em quinto. Além do embaraço causado junto à executiva estadual do PSDB, a defesa da candidatura de Vidoski ao Palácio da Cerâmica tem algumas inconsistências. Uma delas está na declaração do suplente de vereador e vice-presidente do diretório municipal, Daniel Córdoba, que afirmou: “É chegada a hora de o PSDB governar São Caetano”. Equívoco e falta de reconhecimento histórico de suas lideranças e trajetória da sigla na cidade, pois o partido já esteve à frente do Paço com Antonio José Dall’Anese (1993 a 1996), eleito prefeito pelo PTB, que mudou para o tucanato no meio do mandato.

Iguaria francesa
Vereador de Mauá, Wagner Rubinelli (PT) protocolou projeto de lei que proíbe na cidade o foie gras, famoso patê de fígado de ganso ou pato, que ganhou notoriedade popular – até então era conhecido apenas entre as classes mais abastadas – com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), que proibiu sua comercialização na Capital. Duas interpretações sobre a propositura do petista mauaense: ou quer pegar carona na polêmica e se promover em cima dela ou de fato está preocupado com os maus-tratos sofridos pelos animais para que se chegue ao ponto da iguaria francesa.

História
Dia 24, este Diário publicou matéria de dona Zulmira Jardim Teixeira, mãe de três prefeitos de Rio Grande da Serra (Aarão, José e Kiko), que morreu aos 89 anos. Para ilustrar a reportagem, uma foto de 1976. E aqui cabe pedido de licença ao grande jornalista Ademir Medici, que conduz com maestria a coluna Memória, do caderno Setecidades, para que façamos as colocações históricas que envolvem a imagem. Na foto aparece Aarão cortando cabelo de um simpatizante. Tratava-se do cumprimento de uma aposta feita com alguns cabos eleitorais: se ele ganhasse a eleição para prefeito naquele ano, cortaria seus cabelos em local público para comemorar. Cumpriu-se o rito. Foi um evento marcante, com presença da imprensa e de muitos moradores, entre eles muitas crianças e entre elas Kiko, ainda menino, que se tornaria prefeito por dois mandatos (2005 a 2012) três décadas depois.



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