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Situação e oposição adotam discurso de cautela


Beto Silva
Enviado especial a Brasília

02/01/2011 | 07:20


No dia em que Dilma Rousseff (PT) assumiu oficialmente a Presidência da República, senadores e deputados governistas e de oposição adotaram discurso de cautela. Enquanto os parlamentares contrários à gestão petista disseram que não atacarão a nova administração neste início de mandato, os a favor ao Palácio do Planalto afirmam que chamaram os adversários para o diálogo.

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que a oposição não partirá para a ofensiva nas primeiras semanas. "Fomos eleitos para estar do outro lado, mas estaremos com a presidente. Vamos cobrar se houver erros. E as melhorias prometidas principalmente na Segurança. Mas vamos torcer para ela obter êxito no governo", avaliou o democrata.

O deputado federal Alceni Guerra (DEM-PR), inclusive, elogiou o "belo discurso" da presidente. Para ele, Dilma estabeleceu compromissos públicos e demonstrou interesse em manter o atual modelo com destaque para a economia social de mercado. "Isso hoje é um hit na Europa".

Já o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) observou que, mesmo a bancada de situação tendo ampla maioria na Câmara, não haverá "rolo compressor". "Vamos conversar com a oposição para enriquecer os projetos."

O deputado governista Hugo Leal (PSC-RJ) salientou que Dilma tem "visão gerencial" e que seu governo passará por um momento de transição, em que haverá fase de cobrança, mas que terá "toda condição de colocar em prática as soluções para o País", sem a necessidade de atrito com a oposição.

 

RESPONSABILIDADE

A responsabilidade de Dilma Rousseff fazer uma gestão melhor que a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que termina seu segundo mandato com 87% de aprovação popular, também foi comentada pelos parlamentares.

Para Marta Suplicy, eleita senadora pelo PT de São Paulo - assumirá em fevereiro -, uma queda na popularidade é considerada normal no começo do mandato. "Mas depois ela vai conquistar seu espaço. O fato de ela ser a primeira mulher presidente tem significado simbólico muito grande, incentiva as menininhas que hoje a veem vestir a faixa verde-amarela."

"Dilma tem todas as condições de implantar os projetos necessários para garantir a estruturação do País", analisou o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).



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Situação e oposição adotam discurso de cautela

Beto Silva
Enviado especial a Brasília

02/01/2011 | 07:20


No dia em que Dilma Rousseff (PT) assumiu oficialmente a Presidência da República, senadores e deputados governistas e de oposição adotaram discurso de cautela. Enquanto os parlamentares contrários à gestão petista disseram que não atacarão a nova administração neste início de mandato, os a favor ao Palácio do Planalto afirmam que chamaram os adversários para o diálogo.

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que a oposição não partirá para a ofensiva nas primeiras semanas. "Fomos eleitos para estar do outro lado, mas estaremos com a presidente. Vamos cobrar se houver erros. E as melhorias prometidas principalmente na Segurança. Mas vamos torcer para ela obter êxito no governo", avaliou o democrata.

O deputado federal Alceni Guerra (DEM-PR), inclusive, elogiou o "belo discurso" da presidente. Para ele, Dilma estabeleceu compromissos públicos e demonstrou interesse em manter o atual modelo com destaque para a economia social de mercado. "Isso hoje é um hit na Europa".

Já o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) observou que, mesmo a bancada de situação tendo ampla maioria na Câmara, não haverá "rolo compressor". "Vamos conversar com a oposição para enriquecer os projetos."

O deputado governista Hugo Leal (PSC-RJ) salientou que Dilma tem "visão gerencial" e que seu governo passará por um momento de transição, em que haverá fase de cobrança, mas que terá "toda condição de colocar em prática as soluções para o País", sem a necessidade de atrito com a oposição.

 

RESPONSABILIDADE

A responsabilidade de Dilma Rousseff fazer uma gestão melhor que a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que termina seu segundo mandato com 87% de aprovação popular, também foi comentada pelos parlamentares.

Para Marta Suplicy, eleita senadora pelo PT de São Paulo - assumirá em fevereiro -, uma queda na popularidade é considerada normal no começo do mandato. "Mas depois ela vai conquistar seu espaço. O fato de ela ser a primeira mulher presidente tem significado simbólico muito grande, incentiva as menininhas que hoje a veem vestir a faixa verde-amarela."

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