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Marinho estuda Chioro como secretário de Governo

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Depois de rejeitar candidatura em Santos, ex-ministro da Saúde pode assumir função de confiança enquanto prefeito apresenta Tarcisio na eleição


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC
Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

31/01/2016 | 07:00


Demitido em setembro pela presidente Dilma Rousseff (PT) do posto de ministro da Saúde, Arthur Chioro rejeitou a possibilidade de ser candidato do PT em Santos e reduziu a quase zero a chance de retornar à função de secretário de Saúde em São Bernardo. Entretanto, o prefeito são-bernardense, Luiz Marinho (PT), trabalha nos bastidores para que Chioro reintegre a equipe, mas em novo posto no secretariado.

Internamente, Marinho estuda a viabilidade de ter Chioro como secretário de Governo. Ele acredita que o ex-ministro tem perfil ideal para conduzir as ações políticas e administrativas da Prefeitura, principalmente no segundo semestre, quando o prefeito tiver de ir às ruas para apresentar seu candidato à sucessão no Paço, o secretário de Serviços Urbanos e de Coordenação Governamental, Tarcisio Secoli (PT). Tarcisio ainda patina nas pesquisas e a aparição de Marinho, a cada dia, parece ser vital para as pretensões do ex-sindicalista, que vai debutar em eleições.

O cargo na Pasta de Governo é ocupada por José Albino (PT), que vai sair da administração para ser um dos coordenadores da campanha de Tarcisio – ao lado do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT). Assim, Chioro poderia retornar ao governo sem trauma de demissão de secretários.

A possibilidade foi comentada no fim do ano passado, mas como cresceram os rumores de que Chioro assumiria a campanha petista em Santos (onde tem título eleitoral), Marinho colocou a discussão em segundo plano. “Sou santista, meu título de eleitor é de lá, sou filiado a partido político (PT), mas não tenho intenção. Não faz parte. Meu projeto pessoal é trabalhar na universidade”, disse Chioro, durante evento na FUABC (Fundação do ABC). O ex-ministro retomou as aulas na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), na Escola Paulista de Medicina.

Ao ser indagado sobre retorno ao governo Marinho, Chioro apenas negou a chance de reassumir a Saúde, hoje com Odete Carmen Gialdi. Ela era adjunta do petista e assumiu o comando da Pasta quando, em 2014, o petista foi convidado para dirigir o Ministério da Saúde, então nas mãos de Alexandre Padilha, que deixou o cargo para ser candidato do PT ao governo do Estado – ficou em terceiro lugar e hoje é secretário da área no governo Fernando Haddad (PT), na Capital. “A secretaria está muito bem servida pela Odete. É pessoa não só da minha confiança, mas também do Marinho. Domínio técnico, gestora extremamente qualificada. E eu preciso reassumir as minhas funções na universidade. Fico muito agradecido se o prefeito lembrou do meu nome, por carinho. Mas eu estou totalmente envolvido com a minha nova função de professor de universidade pública.”

Até outubro, Chioro estava na lista do PT de São Bernardo para ser candidato à sucessão de Marinho – também concorriam Tarcisio, Luiz Fernando e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques. Chioro não mudou o título eleitoral, o que o tirou da concorrência interna. 



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Marinho estuda Chioro como secretário de Governo

Depois de rejeitar candidatura em Santos, ex-ministro da Saúde pode assumir função de confiança enquanto prefeito apresenta Tarcisio na eleição

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC
Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

31/01/2016 | 07:00


Demitido em setembro pela presidente Dilma Rousseff (PT) do posto de ministro da Saúde, Arthur Chioro rejeitou a possibilidade de ser candidato do PT em Santos e reduziu a quase zero a chance de retornar à função de secretário de Saúde em São Bernardo. Entretanto, o prefeito são-bernardense, Luiz Marinho (PT), trabalha nos bastidores para que Chioro reintegre a equipe, mas em novo posto no secretariado.

Internamente, Marinho estuda a viabilidade de ter Chioro como secretário de Governo. Ele acredita que o ex-ministro tem perfil ideal para conduzir as ações políticas e administrativas da Prefeitura, principalmente no segundo semestre, quando o prefeito tiver de ir às ruas para apresentar seu candidato à sucessão no Paço, o secretário de Serviços Urbanos e de Coordenação Governamental, Tarcisio Secoli (PT). Tarcisio ainda patina nas pesquisas e a aparição de Marinho, a cada dia, parece ser vital para as pretensões do ex-sindicalista, que vai debutar em eleições.

O cargo na Pasta de Governo é ocupada por José Albino (PT), que vai sair da administração para ser um dos coordenadores da campanha de Tarcisio – ao lado do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT). Assim, Chioro poderia retornar ao governo sem trauma de demissão de secretários.

A possibilidade foi comentada no fim do ano passado, mas como cresceram os rumores de que Chioro assumiria a campanha petista em Santos (onde tem título eleitoral), Marinho colocou a discussão em segundo plano. “Sou santista, meu título de eleitor é de lá, sou filiado a partido político (PT), mas não tenho intenção. Não faz parte. Meu projeto pessoal é trabalhar na universidade”, disse Chioro, durante evento na FUABC (Fundação do ABC). O ex-ministro retomou as aulas na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), na Escola Paulista de Medicina.

Ao ser indagado sobre retorno ao governo Marinho, Chioro apenas negou a chance de reassumir a Saúde, hoje com Odete Carmen Gialdi. Ela era adjunta do petista e assumiu o comando da Pasta quando, em 2014, o petista foi convidado para dirigir o Ministério da Saúde, então nas mãos de Alexandre Padilha, que deixou o cargo para ser candidato do PT ao governo do Estado – ficou em terceiro lugar e hoje é secretário da área no governo Fernando Haddad (PT), na Capital. “A secretaria está muito bem servida pela Odete. É pessoa não só da minha confiança, mas também do Marinho. Domínio técnico, gestora extremamente qualificada. E eu preciso reassumir as minhas funções na universidade. Fico muito agradecido se o prefeito lembrou do meu nome, por carinho. Mas eu estou totalmente envolvido com a minha nova função de professor de universidade pública.”

Até outubro, Chioro estava na lista do PT de São Bernardo para ser candidato à sucessão de Marinho – também concorriam Tarcisio, Luiz Fernando e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques. Chioro não mudou o título eleitoral, o que o tirou da concorrência interna. 

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