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Khaddam é acusado de traição por deputados sírios


Da AFP

31/12/2005 | 11:38


Deputados sírios acusaram neste sábado o vice-presidente demissionário da Síria, Abdel Halim Khaddam, de traição e exigem que ele seja julgado depois das declarações que envolvem o regime de Bachar al-Asad no assassinado do ex-premier libanês Rafic Hariri.

"Em meu nome e em nome do povo, peço às autoridades sírias que julguem Khaddam, porque atentou contra a dignidade dos sírios e humilhou milhões de sírios", declarou a deputada Omaima Khudur, que acusou o ex-vice-presidente de "traição" durante uma sessão do Parlamento.

O presidente da Assembléia, Mahmud al-Abrach, informou aos deputados que recebeu milhares de ligações telefônicas de compatriotas que desejam a detenção de Khaddam pela Interpol.

Em uma entrevista exibida na sexta-feira pela rede de televisão Al-Arabiya, Khaddam afirmou, em Paris, que os serviços de segurança sírios não teriam conseguido assassinar Rafic Hariri sem o aval do presidente sírio.

O juiz alemão Detlev Mehlis, coordenador da investigação da ONU sobre o assassinato de Hariri, concluiu em seu relatório que existem provas do envolvimento dos serviços de informação sírios e libaneses no assassinato do ex-primeiro-ministro libanês no dia 14 de fevereiro em Beirute, o que a Síria nega.



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Khaddam é acusado de traição por deputados sírios

Da AFP

31/12/2005 | 11:38


Deputados sírios acusaram neste sábado o vice-presidente demissionário da Síria, Abdel Halim Khaddam, de traição e exigem que ele seja julgado depois das declarações que envolvem o regime de Bachar al-Asad no assassinado do ex-premier libanês Rafic Hariri.

"Em meu nome e em nome do povo, peço às autoridades sírias que julguem Khaddam, porque atentou contra a dignidade dos sírios e humilhou milhões de sírios", declarou a deputada Omaima Khudur, que acusou o ex-vice-presidente de "traição" durante uma sessão do Parlamento.

O presidente da Assembléia, Mahmud al-Abrach, informou aos deputados que recebeu milhares de ligações telefônicas de compatriotas que desejam a detenção de Khaddam pela Interpol.

Em uma entrevista exibida na sexta-feira pela rede de televisão Al-Arabiya, Khaddam afirmou, em Paris, que os serviços de segurança sírios não teriam conseguido assassinar Rafic Hariri sem o aval do presidente sírio.

O juiz alemão Detlev Mehlis, coordenador da investigação da ONU sobre o assassinato de Hariri, concluiu em seu relatório que existem provas do envolvimento dos serviços de informação sírios e libaneses no assassinato do ex-primeiro-ministro libanês no dia 14 de fevereiro em Beirute, o que a Síria nega.

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