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Casagrande, a nova safra do automobilismo nacional

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Paranaense encerra neste fim de semana primeira temporada completa na Stock Car e já visa 2016


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/12/2015 | 07:00


Se há alguns anos a Stock Car era vista como categoria para pilotos de vasta quilometragem, com carreira já consagrada e alta média de idade, hoje em dia já não é mais assim. Que o diga o jovem paranaense Gabriel Casagrande, 20 anos, da Axalta C2 Team, que neste fim de semana, no autódromo de Interlagos, completará a primeira temporada na principal competição do automobilismo nacional. Ao lado de Guga Lima, 19, e Felipe Fraga, 20, forma o trio da nova safra brasileira. Em 2014, participou de três corridas e já está acertado para seguir no time em 2016, quando terá como companheiro Júlio Campos, também seu coach (orientador).

“Estou muito feliz e satisfeito com o trabalho realizado no ano. Tivemos bons resultados, passamos perto de ganhar corrida, de subir ao pódio, mas tem coisas que não podemos comandar e podem acontecer com todo mundo, mas a gente tem de saber lidar com isso”, declarou ele ontem, em visita a uma loja de tintas em Santo André, onde seu carro ficou exposto e chamou atenção de quem passava.

Sobre a parceria com Campos em 2016, Casagrande elogiou. “É um cara que me guia desde meu retorno ao Brasil (após competir na F3 Inglesa), não mediu esforços para me ajudar quando eu estava sem rumo. Vem para agregar mais habilidade à equipe. Como temos laço de amizade, vai ser fácil de conviver”, afirmou ele, que ainda correrá na Copa Petrobras de Marcas entre hoje e domingo.

Já a respeito de um futuro mais distante, descartou a Fórmula 1. “Nem pensar, já tirei da cabeça. Tem muita gente falando mal, a categoria está perdendo prestígio. É o lugar onde se ganha mais dinheiro, mas são poucos os que ganham. Se não sentar no lugar certo, na hora certa, vai ser roubada gigante. Então é melhor galgar os degraus aos poucos para construir um nome, não ganhar tanto dinheiro, mas viver tranquilamente e feliz, fazendo o que gosta”, concluiu Casagrande, que visa categorias de turismo, como WEC e o Mundial de GT.

Fã de Cacá, piloto aposta no título de Gomes

A temporada 2015 da Stock Car será definida no domingo, em Interlagos. Marcos Gomes, da Voxx Racing, e Cacá Bueno, da Red Bull, disputam o título, e o primeiro leva vantagem de 32 pontos sobre o segundo (242 a 210), podendo chegar em 12º lugar caso o rival vença. E, apesar de se mostrar fã do carioca, a quem considera injustiçado na temporada por punição recebida em Ribeirão Preto, o piloto Gabriel Casagrande aposta em título do paulista.

“Está muito mais para o Marquinhos. Acho que o Cacá é excelente piloto, cresci vendo ele na televisão, nunca imaginei correr contra ele. É um cara que fez campeonato muito bom, foi injustiçado com a punição que tirou dele uma etapa (por críticas à Confederação Brasileira de Automobilismo)”, declarou. “Acho que estaria numa condição mais tranquila para brigar pelo título, mas só dele estar chegando com chance de ser campeão com uma corrida a menos já é admirável”, disse.

Na visão de Casagrande, a temporada regular de Marcos Gomes – que venceu três corridas, fez cinco pole e ficou 14 vezes no top10 – é difícil de ser repetida. “O Marquinhos fez campeonato que para fazer igual vai ser difícil nos próximos anos e prova que é um dos melhores pilotos do Brasil. O histórico dele não é de se meter em confusão, o carro é confiável. Então está mais tranquilo para ele conquistar do que o Cacá”, concluiu.



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Casagrande, a nova safra do automobilismo nacional

Paranaense encerra neste fim de semana primeira temporada completa na Stock Car e já visa 2016

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/12/2015 | 07:00


Se há alguns anos a Stock Car era vista como categoria para pilotos de vasta quilometragem, com carreira já consagrada e alta média de idade, hoje em dia já não é mais assim. Que o diga o jovem paranaense Gabriel Casagrande, 20 anos, da Axalta C2 Team, que neste fim de semana, no autódromo de Interlagos, completará a primeira temporada na principal competição do automobilismo nacional. Ao lado de Guga Lima, 19, e Felipe Fraga, 20, forma o trio da nova safra brasileira. Em 2014, participou de três corridas e já está acertado para seguir no time em 2016, quando terá como companheiro Júlio Campos, também seu coach (orientador).

“Estou muito feliz e satisfeito com o trabalho realizado no ano. Tivemos bons resultados, passamos perto de ganhar corrida, de subir ao pódio, mas tem coisas que não podemos comandar e podem acontecer com todo mundo, mas a gente tem de saber lidar com isso”, declarou ele ontem, em visita a uma loja de tintas em Santo André, onde seu carro ficou exposto e chamou atenção de quem passava.

Sobre a parceria com Campos em 2016, Casagrande elogiou. “É um cara que me guia desde meu retorno ao Brasil (após competir na F3 Inglesa), não mediu esforços para me ajudar quando eu estava sem rumo. Vem para agregar mais habilidade à equipe. Como temos laço de amizade, vai ser fácil de conviver”, afirmou ele, que ainda correrá na Copa Petrobras de Marcas entre hoje e domingo.

Já a respeito de um futuro mais distante, descartou a Fórmula 1. “Nem pensar, já tirei da cabeça. Tem muita gente falando mal, a categoria está perdendo prestígio. É o lugar onde se ganha mais dinheiro, mas são poucos os que ganham. Se não sentar no lugar certo, na hora certa, vai ser roubada gigante. Então é melhor galgar os degraus aos poucos para construir um nome, não ganhar tanto dinheiro, mas viver tranquilamente e feliz, fazendo o que gosta”, concluiu Casagrande, que visa categorias de turismo, como WEC e o Mundial de GT.

Fã de Cacá, piloto aposta no título de Gomes

A temporada 2015 da Stock Car será definida no domingo, em Interlagos. Marcos Gomes, da Voxx Racing, e Cacá Bueno, da Red Bull, disputam o título, e o primeiro leva vantagem de 32 pontos sobre o segundo (242 a 210), podendo chegar em 12º lugar caso o rival vença. E, apesar de se mostrar fã do carioca, a quem considera injustiçado na temporada por punição recebida em Ribeirão Preto, o piloto Gabriel Casagrande aposta em título do paulista.

“Está muito mais para o Marquinhos. Acho que o Cacá é excelente piloto, cresci vendo ele na televisão, nunca imaginei correr contra ele. É um cara que fez campeonato muito bom, foi injustiçado com a punição que tirou dele uma etapa (por críticas à Confederação Brasileira de Automobilismo)”, declarou. “Acho que estaria numa condição mais tranquila para brigar pelo título, mas só dele estar chegando com chance de ser campeão com uma corrida a menos já é admirável”, disse.

Na visão de Casagrande, a temporada regular de Marcos Gomes – que venceu três corridas, fez cinco pole e ficou 14 vezes no top10 – é difícil de ser repetida. “O Marquinhos fez campeonato que para fazer igual vai ser difícil nos próximos anos e prova que é um dos melhores pilotos do Brasil. O histórico dele não é de se meter em confusão, o carro é confiável. Então está mais tranquilo para ele conquistar do que o Cacá”, concluiu.

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