Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 13 de Agosto

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Consultor diz ter entregue extratos ao presidente da Caixa


Do Diário OnLine
Com Agências

27/03/2006 | 17:06


Um consultor da presidência da CEF (Caixa Econômica Federal), Ricardo Schumann, disse nesta segunda-feira, em depoimento à PF (Polícia Federal), que entregou pessoalmente o extrato do caseiro Francenildo Santos Costa ao presidente do banco, Jorge Mattoso. O sigilo do caseiro foi quebrado sem autorização e seus extratos vazaram à imprensa, revelando depósitos superiores a R$ 38 mil.

Segundo a PF, o consultor deu ordem para a quebra do sigilo do caseiro à superintendente Sueli Aparecida Mascarenhas, que posteriormente teria repassado a ordem para Jeter Ribeiro de Souza, gerente da Caixa. A polícia investiga agora se alguém de fora do banco, possivelmente do Ministério da Fazenda, teria repassado a primeira ordem ao consultor e quem foi o responsável por dar uma cópia do extrato de Francenildo à revista Época – responsável por divulgar o material.

Cópias dos extratos de Francenildo foram publicadas pela revista Época na edição da semana passada. Os dados mostram que ele recebeu, desde o início do ano, R$ 38.860 em depósitos em dinheiro. O caseiro justificou a movimentação financeira dizendo que é filho bastardo do empresário Euripedes Soares da Silva, dono de uma empresa de ônibus em Teresina, e que teria recebido o dinheiro dele. Soares nega ser o pai do caseiro, mas confirma que fez os depósitos. O dinheiro seria parte de um acordo para reconhecimento de paternidade.

Francenildo foi o autor das denúncias de que Palocci freqüentava com assiduidade uma mansão em Brasília alugada por Vladimir Poleto, seu assessor à época em que comandou a prefeitura de Ribeirão Preto (SP). Na residência, segundo o caseiro, ocorriam festas com garotas de programa e partilha de dinheiro. Em resposta ao caseiro, a assessoria do Ministério da Fazenda reafirmou que o ministro nunca esteve na casa e disse que ele não dirige em Brasília e, por isso, sempre se utilizou na cidade de carro guiado por motorista particular ou oficial.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Consultor diz ter entregue extratos ao presidente da Caixa

Do Diário OnLine
Com Agências

27/03/2006 | 17:06


Um consultor da presidência da CEF (Caixa Econômica Federal), Ricardo Schumann, disse nesta segunda-feira, em depoimento à PF (Polícia Federal), que entregou pessoalmente o extrato do caseiro Francenildo Santos Costa ao presidente do banco, Jorge Mattoso. O sigilo do caseiro foi quebrado sem autorização e seus extratos vazaram à imprensa, revelando depósitos superiores a R$ 38 mil.

Segundo a PF, o consultor deu ordem para a quebra do sigilo do caseiro à superintendente Sueli Aparecida Mascarenhas, que posteriormente teria repassado a ordem para Jeter Ribeiro de Souza, gerente da Caixa. A polícia investiga agora se alguém de fora do banco, possivelmente do Ministério da Fazenda, teria repassado a primeira ordem ao consultor e quem foi o responsável por dar uma cópia do extrato de Francenildo à revista Época – responsável por divulgar o material.

Cópias dos extratos de Francenildo foram publicadas pela revista Época na edição da semana passada. Os dados mostram que ele recebeu, desde o início do ano, R$ 38.860 em depósitos em dinheiro. O caseiro justificou a movimentação financeira dizendo que é filho bastardo do empresário Euripedes Soares da Silva, dono de uma empresa de ônibus em Teresina, e que teria recebido o dinheiro dele. Soares nega ser o pai do caseiro, mas confirma que fez os depósitos. O dinheiro seria parte de um acordo para reconhecimento de paternidade.

Francenildo foi o autor das denúncias de que Palocci freqüentava com assiduidade uma mansão em Brasília alugada por Vladimir Poleto, seu assessor à época em que comandou a prefeitura de Ribeirão Preto (SP). Na residência, segundo o caseiro, ocorriam festas com garotas de programa e partilha de dinheiro. Em resposta ao caseiro, a assessoria do Ministério da Fazenda reafirmou que o ministro nunca esteve na casa e disse que ele não dirige em Brasília e, por isso, sempre se utilizou na cidade de carro guiado por motorista particular ou oficial.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;