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Metalúrgicos preparam onda de paralisações na região


Eric Fujita
Do Diário do Grande ABC

10/09/2005 | 07:47


Os metalúrgicos do Grupo 9 - máquinas, eletroeletrônicos e metalurgia tradicional - em São Bernardo e Diadema iniciam na segunda-feira uma série de paralisações de um dia nas fábricas do setor por conta do impasse nas negociações da campanha salarial. A idéia é parar pelo menos 15 indústrias até a próxima sexta-feira. A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) não comentou a decisão dos trabalhadores.

Os primeiros alvos serão cinco fábricas de São Bernardo. Outras cinco indústrias em Diadema terão suas atividades prejudicadas na terça-feira, dentro do cronograma estabelecido sexta-feira pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (vinculado à CUT).

A estratégia é a da "greve-pipoca", ou seja, ocorrem sem aviso prévio, de surpresa. Segundo o sindicato, essa é maneira encontrada para que a mobilização não seja atrapalhada. O segmento reúne 25,3 mil dos 110 mil metalúrgicos nas duas cidades do Grande ABC.

A ofensiva faz parte da tentativa dos sindicalistas de pressionar o Grupo 9 a ampliar a proposta recusada na terça-feira passada, de 6,75% de reajuste - 4,66% de reposição da inflação e 2,09% de aumento real. Para este último item, a categoria pede um índice de 3%, igual ao fechado nas montadoras, autopeças e setor de fundição, de acordo com o presidente do sindicato, José Lopez Feijóo.

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Até quinta-feira, as interrupções no trabalho ocorriam por um determinado período do di, durando entre uma e sete horas. Isso já aconteceu nas empresas Mangels, Sulzer, Polimold e B.Grob.

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O diretor do sindicato José Paulo da Silva Nogueira afirmou que será montado um grande esquema dentro da entidade para a organização do movimento. "Agora não tem conversa, vamos mesmo para o confronto porque a proposta (do Grupo 9) é ridícula."

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Acordo - Os sindicatos dos metalúrgicos e o Sinfavea (Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) assinaram quinta-feira a convenção coletiva que concede a reposição inflacionária e aumento real de 3,7% para este ano.

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\r\n\r\n\r\n\r\n",0]);D(["ce"]);D(["ms","1bc"]);//-->

Sem conseguir um acordo, a categoria parte agora para um movimento mais intenso. Caso as paralisações temporárias não surtam efeitos, o próximo passo será a deflagração de greves por tempo indeterminado até o eventual fechamento de um acordo.

Até quinta-feira, as interrupções no trabalho ocorriam por um determinado período do di, durando entre uma e sete horas. Isso já aconteceu nas empresas Mangels, Sulzer, Polimold e B.Grob.

O diretor do sindicato José Paulo da Silva Nogueira afirmou que será montado um grande esquema dentro da entidade para a organização do movimento. "Agora não tem conversa, vamos mesmo para o confronto porque a proposta (do Grupo 9) é ridícula."

Acordo - Os sindicatos dos metalúrgicos e o Sinfavea (Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) assinaram quinta-feira a convenção coletiva que concede a reposição inflacionária e aumento real de 3,7% para este ano.



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Metalúrgicos preparam onda de paralisações na região

Eric Fujita
Do Diário do Grande ABC

10/09/2005 | 07:47


Os metalúrgicos do Grupo 9 - máquinas, eletroeletrônicos e metalurgia tradicional - em São Bernardo e Diadema iniciam na segunda-feira uma série de paralisações de um dia nas fábricas do setor por conta do impasse nas negociações da campanha salarial. A idéia é parar pelo menos 15 indústrias até a próxima sexta-feira. A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) não comentou a decisão dos trabalhadores.

Os primeiros alvos serão cinco fábricas de São Bernardo. Outras cinco indústrias em Diadema terão suas atividades prejudicadas na terça-feira, dentro do cronograma estabelecido sexta-feira pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (vinculado à CUT).

A estratégia é a da "greve-pipoca", ou seja, ocorrem sem aviso prévio, de surpresa. Segundo o sindicato, essa é maneira encontrada para que a mobilização não seja atrapalhada. O segmento reúne 25,3 mil dos 110 mil metalúrgicos nas duas cidades do Grande ABC.

A ofensiva faz parte da tentativa dos sindicalistas de pressionar o Grupo 9 a ampliar a proposta recusada na terça-feira passada, de 6,75% de reajuste - 4,66% de reposição da inflação e 2,09% de aumento real. Para este último item, a categoria pede um índice de 3%, igual ao fechado nas montadoras, autopeças e setor de fundição, de acordo com o presidente do sindicato, José Lopez Feijóo.

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Até quinta-feira, as interrupções no trabalho ocorriam por um determinado período do di, durando entre uma e sete horas. Isso já aconteceu nas empresas Mangels, Sulzer, Polimold e B.Grob.

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O diretor do sindicato José Paulo da Silva Nogueira afirmou que será montado um grande esquema dentro da entidade para a organização do movimento. "Agora não tem conversa, vamos mesmo para o confronto porque a proposta (do Grupo 9) é ridícula."

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Acordo - Os sindicatos dos metalúrgicos e o Sinfavea (Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) assinaram quinta-feira a convenção coletiva que concede a reposição inflacionária e aumento real de 3,7% para este ano.

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Sem conseguir um acordo, a categoria parte agora para um movimento mais intenso. Caso as paralisações temporárias não surtam efeitos, o próximo passo será a deflagração de greves por tempo indeterminado até o eventual fechamento de um acordo.

Até quinta-feira, as interrupções no trabalho ocorriam por um determinado período do di, durando entre uma e sete horas. Isso já aconteceu nas empresas Mangels, Sulzer, Polimold e B.Grob.

O diretor do sindicato José Paulo da Silva Nogueira afirmou que será montado um grande esquema dentro da entidade para a organização do movimento. "Agora não tem conversa, vamos mesmo para o confronto porque a proposta (do Grupo 9) é ridícula."

Acordo - Os sindicatos dos metalúrgicos e o Sinfavea (Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) assinaram quinta-feira a convenção coletiva que concede a reposição inflacionária e aumento real de 3,7% para este ano.

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