Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 7 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Brasil pede manifestação sobre restrição argentina



19/05/2010 | 07:00


O Brasil solicitou à Argentina manifestação por escrito sobre as informações que vem sendo divulgadas na imprensa de que o governo argentino poderá proibir a importação de alimentos não frescos que têm similares produzidos na Argentina.

Segundo fonte do governo, as informações obtidas verbalmente junto a representantes do governo Kirchner são desencontradas. Várias versões já chegaram ao governo brasileiro, inclusive a de que seria estratégia da Argentina para forçar um acordo da União Europeia com o Mercosul.

As negociações para que seja firmado um acordo de livre comércio entre os dois blocos (europeu e sulamericano) foram retomadas ontem em Madri, na Espanha.

REPERCUSSÃO - Para esta fonte, a ordem verbal dada aos empresários pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, repercutiu tão mal que, agora, a Argentina quer esperar que a notícia caia no esquecimento.

A proibição para a entrada de alimentos não frescos entraria em vigência no dia 1.º, conforme relato dos empresários argentinos. O governo brasileiro está acompanhando o movimento de mercadoria na fronteira e os números da balança comercial nacional. Além disso, setores do governo têm procurado os exportadores de alimentos do Brasil para identificarem eventuais focos de problema.

NEGATIVA - A reportagem teve acesso a e-mail escrito por um auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil em Uruguaiana (RS), enviado às autoridades brasileiras, narrando que não foi identificada nenhuma tentativa da Argentina de barrar a entrada de produtos brasileiros.

"Até o momento, de fato, há apenas boatos. Não registramos e não fomos provocados por despachantes ou transportadores relatando situação de caminhões barrados na fronteira", diz o texto.

Segundo o auditor, o fluxo de veículos segue normal em Uruguaiana. Ontem a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, negou que houvesse a intenção de restringir a importação de alimentos não frescos não só do Brasil, mas de outros mercados.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Brasil pede manifestação sobre restrição argentina


19/05/2010 | 07:00


O Brasil solicitou à Argentina manifestação por escrito sobre as informações que vem sendo divulgadas na imprensa de que o governo argentino poderá proibir a importação de alimentos não frescos que têm similares produzidos na Argentina.

Segundo fonte do governo, as informações obtidas verbalmente junto a representantes do governo Kirchner são desencontradas. Várias versões já chegaram ao governo brasileiro, inclusive a de que seria estratégia da Argentina para forçar um acordo da União Europeia com o Mercosul.

As negociações para que seja firmado um acordo de livre comércio entre os dois blocos (europeu e sulamericano) foram retomadas ontem em Madri, na Espanha.

REPERCUSSÃO - Para esta fonte, a ordem verbal dada aos empresários pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, repercutiu tão mal que, agora, a Argentina quer esperar que a notícia caia no esquecimento.

A proibição para a entrada de alimentos não frescos entraria em vigência no dia 1.º, conforme relato dos empresários argentinos. O governo brasileiro está acompanhando o movimento de mercadoria na fronteira e os números da balança comercial nacional. Além disso, setores do governo têm procurado os exportadores de alimentos do Brasil para identificarem eventuais focos de problema.

NEGATIVA - A reportagem teve acesso a e-mail escrito por um auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil em Uruguaiana (RS), enviado às autoridades brasileiras, narrando que não foi identificada nenhuma tentativa da Argentina de barrar a entrada de produtos brasileiros.

"Até o momento, de fato, há apenas boatos. Não registramos e não fomos provocados por despachantes ou transportadores relatando situação de caminhões barrados na fronteira", diz o texto.

Segundo o auditor, o fluxo de veículos segue normal em Uruguaiana. Ontem a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, negou que houvesse a intenção de restringir a importação de alimentos não frescos não só do Brasil, mas de outros mercados.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;