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Morales diz ter vivido pesadelo durante matança entre mineiros


Da AFP

07/10/2006 | 19:29


O presidente da Bolívia, Evo Morales, confessou ter vivido entre quinta e sexta-feira os piores dias de sua administração com os confrontos armados entre mineiros bolivianos pelo controle de uma jazida andina, que deixaram 16 mortos e 61 feridos.

"Meus piores dias em oito meses de governo foram estes, ao ver os irmãos mineiros trocando tiros, dinamite", afirmou Morales na cidade de Shinaota, centro do país. "Que nunca cometamos este erro de enfrentar e não dialogar", pediu o presidente, ao mesmo tempo que acusou as cooperativas privadas de mineiros de causar a tragédia na jazida de Huanuni, onde a estatal Corporação Mineira da Bolívia explora estanho.

Mineiros cooperativados e os funcionários disputaram, a tiros de fuzil e bananas de dinamite, a maior jazida de estanho do país, que paradoxalmente exploram de forma compartilhada, graças a vários acordos negociados em La Paz, capital do país.

"No fundo os cooperativados queriam ficar com toda a mina", denunciou o presidente, que reiterou a decisão de defender os interesses do Estado. "Sinto, vejo que existe uma mão negra que quer prejudicar o governo", assinalou Morales.



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Morales diz ter vivido pesadelo durante matança entre mineiros

Da AFP

07/10/2006 | 19:29


O presidente da Bolívia, Evo Morales, confessou ter vivido entre quinta e sexta-feira os piores dias de sua administração com os confrontos armados entre mineiros bolivianos pelo controle de uma jazida andina, que deixaram 16 mortos e 61 feridos.

"Meus piores dias em oito meses de governo foram estes, ao ver os irmãos mineiros trocando tiros, dinamite", afirmou Morales na cidade de Shinaota, centro do país. "Que nunca cometamos este erro de enfrentar e não dialogar", pediu o presidente, ao mesmo tempo que acusou as cooperativas privadas de mineiros de causar a tragédia na jazida de Huanuni, onde a estatal Corporação Mineira da Bolívia explora estanho.

Mineiros cooperativados e os funcionários disputaram, a tiros de fuzil e bananas de dinamite, a maior jazida de estanho do país, que paradoxalmente exploram de forma compartilhada, graças a vários acordos negociados em La Paz, capital do país.

"No fundo os cooperativados queriam ficar com toda a mina", denunciou o presidente, que reiterou a decisão de defender os interesses do Estado. "Sinto, vejo que existe uma mão negra que quer prejudicar o governo", assinalou Morales.

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