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Levir chega ao São Caetano e quer o título


Anderson Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

29/07/2005 | 09:40


Feriado em São Caetano, que comemorou quinta-feira 128 anos de fundação. Comércio fechado, descanso para os trabalhadores e um sol tímido até o fim da tarde. Mas no estádio Anacleto Campanella o dia foi de suor para os jogadores e novidade. Uma semana depois de acertar contrato até dezembro, Levir Culpi, 52 anos, assumiu quinta-feira o comando do Azulão, deixado por Estevam Soares. Falou sobre suas ambições – de chegar ao título, que escapou de suas mãos ano passado com o Atlético-PR –, elogiou a estrutura do novo clube e usou a cidade como exemplo de boa gestão, algo que espera ter à frente do time.

“Quero ter com esse elenco a mesma sorte da cidade. Apesar de pequena, São Caetano serve de modelo para o Brasil. É uma cidade exemplar. Bem organizada, tem potencial e é boa para se viver. Muita gente quer morar aqui. Assim como o time, que desperta a cobiça de todos profissionais. Por isso aceitei o convite”, disse.

Comparações à parte, Levir assume o São Caetano num bom momento. Apesar da derrota para o Botafogo-RJ, a equipe ainda está próxima dos líderes do Campeonato Brasileiro. “É uma situação diferente. Normalmente um técnico assume a equipe em crise. E nunca ouvi falar de crise por aqui. O clube vem crescendo na competição e acredito num título”, revela o treinador, que volta a fazer comparações. “A Ponte Preta também não é badalada. Está realizando um trabalho sério, lidera o torneio e pode ser campeã”.

Mas Levir sabe que seu desafio será muito maior. Sentiu isso na noite de quarta-feira, quando acompanhou a derrota para o Botafogo-RJ em casa. “Vi um time pouco agressivo. O São Caetano sempre foi uma equipe sem medo, com força para atacar e definir partidas. Espero devolver isso ao time”. Segundo ele, mesmo com uma visão preliminar, o Azulão “tem condições e elenco para estar entre os melhores do Brasileiro”.

O momento de sua chegada realmente é diferenciado. Enquanto técnicos assumem equipes em crise e clamam por reforços para dar a volta por cima, Levir terá um problema para resolver: enxugar o elenco. “Isso é bom. Temos um excesso de bons jogadores. Mas é um problema. Vou acertar isso com o tempo”, promete o técnico, que passou o treino de quinta-feira conversando com Edílson, jogador que indicou quando estava no Cruzeiro, mas que não acertou – alegou que precisava de férias. “Se ele não foi para lá (Minas), fui obrigado a vir para encontrá-lo”, brincou.



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