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Verde vai a Brasília para destravar obras de UPA e UBSs na cidade

Chefe do Executivo pedirá prorrogação de prazo de intervenções em diversos bairros


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

08/04/2014 | 06:30


Para tentar destravar processos burocráticos envolvendo reforma ou construção de equipamentos de Saúde do município, o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), viaja hoje para Brasília. Na bagagem, o verde levará pedido de prorrogação de contratos com o governo federal para financiamento de obras no departamento chefiado por José Augusto da Silva Ramos (PSDB).

O chefe do Executivo diademense pedirá junto ao Ministério da Saúde e à Caixa Econômica Federal aditamento contratual de pelo menos um ano para construção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento 24 horas) Piraporinha, para reformas das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) Inamar, Parque Reid e Parque Real, além da finalização do Complexo Campanário (que envolve creche e UBS, sendo que a unidade escolar já foi entregue).

Segundo Lauro, documentação liberada pelo ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), em novembro, não foi aceita pela Caixa para dar início à edificação da UPA Piraporinha, que será instalada em terreno na parte de trás do Hospital Municipal. A instituição financeira exige que a Prefeitura tenha titularidade de posse do terreno, que hoje está com o Ministério da Previdência Social. “Eles (Caixa) não abrem mão dessa titularidade”, salientou o prefeito.

A obra teve custo orçado em R$ 2,6 milhões, ainda na gestão de Mário Reali (PT). Entraves burocráticos fizeram com que os trabalhos sequer fossem iniciados. O equipamento, por conta da demora, deverá ter seu valor reajustado.

Já o término do Complexo Campanário depende de liberação da Caixa porque a obra da UBS conta com recursos direitos do Ministério da Saúde. Por enquanto, a estrutura ainda oferece riscos porque, paralisada, acolhe focos de mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, além de servir de abrigo para consumidores de drogas ilícitas. Em conjunto com a creche, a intervenção está orçada em R$ 5,5 milhões.

Reformas em UBSs integram plano de revitalização de equipamentos de Saúde prometida pela gestão Lauro.



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Verde vai a Brasília para destravar obras de UPA e UBSs na cidade

Chefe do Executivo pedirá prorrogação de prazo de intervenções em diversos bairros

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

08/04/2014 | 06:30


Para tentar destravar processos burocráticos envolvendo reforma ou construção de equipamentos de Saúde do município, o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), viaja hoje para Brasília. Na bagagem, o verde levará pedido de prorrogação de contratos com o governo federal para financiamento de obras no departamento chefiado por José Augusto da Silva Ramos (PSDB).

O chefe do Executivo diademense pedirá junto ao Ministério da Saúde e à Caixa Econômica Federal aditamento contratual de pelo menos um ano para construção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento 24 horas) Piraporinha, para reformas das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) Inamar, Parque Reid e Parque Real, além da finalização do Complexo Campanário (que envolve creche e UBS, sendo que a unidade escolar já foi entregue).

Segundo Lauro, documentação liberada pelo ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), em novembro, não foi aceita pela Caixa para dar início à edificação da UPA Piraporinha, que será instalada em terreno na parte de trás do Hospital Municipal. A instituição financeira exige que a Prefeitura tenha titularidade de posse do terreno, que hoje está com o Ministério da Previdência Social. “Eles (Caixa) não abrem mão dessa titularidade”, salientou o prefeito.

A obra teve custo orçado em R$ 2,6 milhões, ainda na gestão de Mário Reali (PT). Entraves burocráticos fizeram com que os trabalhos sequer fossem iniciados. O equipamento, por conta da demora, deverá ter seu valor reajustado.

Já o término do Complexo Campanário depende de liberação da Caixa porque a obra da UBS conta com recursos direitos do Ministério da Saúde. Por enquanto, a estrutura ainda oferece riscos porque, paralisada, acolhe focos de mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, além de servir de abrigo para consumidores de drogas ilícitas. Em conjunto com a creche, a intervenção está orçada em R$ 5,5 milhões.

Reformas em UBSs integram plano de revitalização de equipamentos de Saúde prometida pela gestão Lauro.

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