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Mano Menezes sobe de cotação após vitória


Dérek Bittencourt
Com AE

01/06/2010 | 07:00


Vida de técnico tem suas peculiaridades. Em um mês é possível ir do céu ao inferno sem fazer muito. Esse é o caso de Mano Menezes. Se fosse demitido hoje, o comandante corintiano poderia arrumar emprego no dia seguinte. O interesse de clubes do Brasil e de fora e até a chance de suceder Dunga na Seleção Brasileira fazem dele um dos treinadores mais valorizados do País - se não o mais.

E há um mês ele esteve com a cabeça a prêmio no Corinthians em razão da eliminação na Libertadores (que gerou uma série de contestações e protestos de dirigentes e torcedores exigindo a demissão).

O presidente Andrés Sanchez, no entanto, bancou o treinador, que ganhou a renovação de contrato até o fim de 2011.

Entre os possíveis interessados apareciam o São Paulo, então insatisfeito com o trabalho de Ricardo Gomes. Na semana passada, dois outros clubes colocaram Mano Menezes na pauta. O Internacional, que demitiu Jorge Fossati, e o Porto, que rescindiu o contrato de Jesualdo Ferreira.

Após a vitória sobre o Santos, no domingo, Mano Menezes comentou sobre o interesse do Porto, mas garantiu que não deixa o Corinthians. "Gosto muito de cumprir os compromissos que tenho e assumi uma responsabilidade quando estendemos o contrato após a eliminação na Libertadores."

Dirigentes lidados ao presidente garantem que Mano jamais trocaria o Corinthians por outro clube do País neste momento. Mas ninguém coloca a mão no fogo se houver, de fato, uma proposta oficial de um clube da Europa. Quando o treinador renovou seu contrato, manteve as mesmas cláusulas de rescisão: não há multa se ele for para o futebol europeu ou comandar uma seleção nacional. Esses são os dois desejos do treinador.

E o que está mais perto é o de dirigir uma seleção. E não qualquer uma: a brasileira. Ele é candidato à sucessão de Dunga. Seu cabo eleitoral na CBF é Sanchez, chefe da delegação brasileira na África do Sul e com bom trânsito com Ricardo Teixeira. A campanha do Brasil na Copa pode definir se Mano continua ou não no Timão.



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Mano Menezes sobe de cotação após vitória

Dérek Bittencourt
Com AE

01/06/2010 | 07:00


Vida de técnico tem suas peculiaridades. Em um mês é possível ir do céu ao inferno sem fazer muito. Esse é o caso de Mano Menezes. Se fosse demitido hoje, o comandante corintiano poderia arrumar emprego no dia seguinte. O interesse de clubes do Brasil e de fora e até a chance de suceder Dunga na Seleção Brasileira fazem dele um dos treinadores mais valorizados do País - se não o mais.

E há um mês ele esteve com a cabeça a prêmio no Corinthians em razão da eliminação na Libertadores (que gerou uma série de contestações e protestos de dirigentes e torcedores exigindo a demissão).

O presidente Andrés Sanchez, no entanto, bancou o treinador, que ganhou a renovação de contrato até o fim de 2011.

Entre os possíveis interessados apareciam o São Paulo, então insatisfeito com o trabalho de Ricardo Gomes. Na semana passada, dois outros clubes colocaram Mano Menezes na pauta. O Internacional, que demitiu Jorge Fossati, e o Porto, que rescindiu o contrato de Jesualdo Ferreira.

Após a vitória sobre o Santos, no domingo, Mano Menezes comentou sobre o interesse do Porto, mas garantiu que não deixa o Corinthians. "Gosto muito de cumprir os compromissos que tenho e assumi uma responsabilidade quando estendemos o contrato após a eliminação na Libertadores."

Dirigentes lidados ao presidente garantem que Mano jamais trocaria o Corinthians por outro clube do País neste momento. Mas ninguém coloca a mão no fogo se houver, de fato, uma proposta oficial de um clube da Europa. Quando o treinador renovou seu contrato, manteve as mesmas cláusulas de rescisão: não há multa se ele for para o futebol europeu ou comandar uma seleção nacional. Esses são os dois desejos do treinador.

E o que está mais perto é o de dirigir uma seleção. E não qualquer uma: a brasileira. Ele é candidato à sucessão de Dunga. Seu cabo eleitoral na CBF é Sanchez, chefe da delegação brasileira na África do Sul e com bom trânsito com Ricardo Teixeira. A campanha do Brasil na Copa pode definir se Mano continua ou não no Timão.

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