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SOS Bairros - Obra abala casas e compromete construções


Isis Mastromano Correia
Especial para o Diário

02/11/2006 | 20:20


Sugestões: 4435-8116/4435-8374 (Aline Mazzo)
E-mail: sosbairros@dgabc.com.br

Santa Tereza/Rio Grande da Serra
A construção de 300 metros de rede de esgoto que deveria trazer bem-estar para 16 famílias da Praça Santa Tereza acabou por deixar alguns moradores com muita dor de cabeça.

Devido às obras realizadas pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), no início do semestre, cerca de três casas do entorno tiveram suas estruturas afetadas. As rachaduras podem ser vistas tanto na parte interna como externa das casas. As frestas abertas vão do telhado até o chão e as paredes já estão com limo – sinal de que o problema perdura a um bom tempo.

"Em abril abriram a rua e abriram minha casa também", brinca a operadora de telemarketing Dilaine da Silva, 31 anos. A aparente descontração serve apenas para amenizar o problema que tira o sono da família há oito meses.

"A gente não confia mais ficar ali", conta referindo-se ao cômodo mais prejudicado. Além do quatro da filha, que teve de ser desocupado, o teto da casa também foi danificado e traz risco aos moradores.

Por causa das severas rachaduras, que transpassam a parede de ponta a ponta, os planos de expandir o imóvel financiado, também foram frustrados. "O engenheiro que fez a vistoria me deixou com pé atrás", diz.

Para averiguar se as rachaduras aumentam, técnicos colocaram giz de calcário entre as paredes. Caso o giz quebre, é sinal de que a casa continua a ceder e o perigo ainda existe.

De acordo com a Sabesp, a profunda escavação para instalar a tubulação de esgoto feita no início do ano movimentou grande quantidade de terra, o que ocasionou as rachaduras.

A empresa prometeu ressarcir os gastos da família com material de construção e mão de obra para consertar o estrago. "Eles disseram que vão reembolsar tudo até o final da semana que vem", comemora a moradora. Mas essa conquista não foi tão simples, Dilaine teve de apresentar três orçamentos para que a indenização fosse aprovada pela Sabesp.


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SOS Bairros - Obra abala casas e compromete construções

Isis Mastromano Correia
Especial para o Diário

02/11/2006 | 20:20


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E-mail: sosbairros@dgabc.com.br

Santa Tereza/Rio Grande da Serra
A construção de 300 metros de rede de esgoto que deveria trazer bem-estar para 16 famílias da Praça Santa Tereza acabou por deixar alguns moradores com muita dor de cabeça.

Devido às obras realizadas pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), no início do semestre, cerca de três casas do entorno tiveram suas estruturas afetadas. As rachaduras podem ser vistas tanto na parte interna como externa das casas. As frestas abertas vão do telhado até o chão e as paredes já estão com limo – sinal de que o problema perdura a um bom tempo.

"Em abril abriram a rua e abriram minha casa também", brinca a operadora de telemarketing Dilaine da Silva, 31 anos. A aparente descontração serve apenas para amenizar o problema que tira o sono da família há oito meses.

"A gente não confia mais ficar ali", conta referindo-se ao cômodo mais prejudicado. Além do quatro da filha, que teve de ser desocupado, o teto da casa também foi danificado e traz risco aos moradores.

Por causa das severas rachaduras, que transpassam a parede de ponta a ponta, os planos de expandir o imóvel financiado, também foram frustrados. "O engenheiro que fez a vistoria me deixou com pé atrás", diz.

Para averiguar se as rachaduras aumentam, técnicos colocaram giz de calcário entre as paredes. Caso o giz quebre, é sinal de que a casa continua a ceder e o perigo ainda existe.

De acordo com a Sabesp, a profunda escavação para instalar a tubulação de esgoto feita no início do ano movimentou grande quantidade de terra, o que ocasionou as rachaduras.

A empresa prometeu ressarcir os gastos da família com material de construção e mão de obra para consertar o estrago. "Eles disseram que vão reembolsar tudo até o final da semana que vem", comemora a moradora. Mas essa conquista não foi tão simples, Dilaine teve de apresentar três orçamentos para que a indenização fosse aprovada pela Sabesp.

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