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Sindema adia decisão sobre greve por limite de despesas da gestão

Prefeitura de Diadema alega que ultrapassou teto de gasto com funcionalismo público


Humberto Domiciano
do Diário do Grande ABC

02/06/2017 | 07:00


O Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) anunciou ontem, em assembleia, que qualquer paralisação das atividades está suspensa, pelo menos até o dia 22. Segundo a entidade, a Prefeitura acionou mecanismo legal para evitar conceder reajuste aos salários por conta do inchaço da folha de pagamento.

Pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), a administração pode despender até 54% da receita corrente líquida com servidores. Porém, no último balanço financeiro do Paço, o índice que o governo de Lauro Michels (PV) trabalha está em 55,53%. Na visão do sindicato, esse fato emperrou as negociações.

“Não abrimos mão da reposição da inflação. Aprovamos que vamos renegociar com a Prefeitura e discutiremos outros itens da pauta (de reivindicações) que envolvem ou não partes econômicas. Por exemplo, vamos debater os benefícios e subsídios em planos de saúde”, afirmou José Aparecido da Silva, o Neno, presidente do Sindema.

A categoria marcou nova assembleia para o dia 22 e espera conversar novamente com o Paço nos próximos dias. “Protocolaremos o que foi aprovado, na Prefeitura, amanhã (hoje), pedindo, a partir de segunda-feira, reunião para tratar do assunto”, completou Neno.

Na pauta de reivindicações do Sindema estão o reajuste de 8%, sendo 4,48% de reposição da inflação até fevereiro (data base), aumento do vale-refeição para R$ 31 por dia (equiparando ao pago para servidores da Câmara) e ampliação do beneficio para todos os servidores. Além disso, o sindicato pede reajuste do vale-alimentação de R$ 264,85 para R$ 450.

O caderno de exigências traz ainda a solicitação de aumento real do piso salarial e reenquadramento dos atuais ocupantes do cargo de agente de serviços de cozinha. O sindicato informou que a Prefeitura, por meio de oficio, protocolado no dia 19 de maio, propôs que a negociação aconteça apenas no segundo semestre. 



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Sindema adia decisão sobre greve por limite de despesas da gestão

Prefeitura de Diadema alega que ultrapassou teto de gasto com funcionalismo público

Humberto Domiciano
do Diário do Grande ABC

02/06/2017 | 07:00


O Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) anunciou ontem, em assembleia, que qualquer paralisação das atividades está suspensa, pelo menos até o dia 22. Segundo a entidade, a Prefeitura acionou mecanismo legal para evitar conceder reajuste aos salários por conta do inchaço da folha de pagamento.

Pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), a administração pode despender até 54% da receita corrente líquida com servidores. Porém, no último balanço financeiro do Paço, o índice que o governo de Lauro Michels (PV) trabalha está em 55,53%. Na visão do sindicato, esse fato emperrou as negociações.

“Não abrimos mão da reposição da inflação. Aprovamos que vamos renegociar com a Prefeitura e discutiremos outros itens da pauta (de reivindicações) que envolvem ou não partes econômicas. Por exemplo, vamos debater os benefícios e subsídios em planos de saúde”, afirmou José Aparecido da Silva, o Neno, presidente do Sindema.

A categoria marcou nova assembleia para o dia 22 e espera conversar novamente com o Paço nos próximos dias. “Protocolaremos o que foi aprovado, na Prefeitura, amanhã (hoje), pedindo, a partir de segunda-feira, reunião para tratar do assunto”, completou Neno.

Na pauta de reivindicações do Sindema estão o reajuste de 8%, sendo 4,48% de reposição da inflação até fevereiro (data base), aumento do vale-refeição para R$ 31 por dia (equiparando ao pago para servidores da Câmara) e ampliação do beneficio para todos os servidores. Além disso, o sindicato pede reajuste do vale-alimentação de R$ 264,85 para R$ 450.

O caderno de exigências traz ainda a solicitação de aumento real do piso salarial e reenquadramento dos atuais ocupantes do cargo de agente de serviços de cozinha. O sindicato informou que a Prefeitura, por meio de oficio, protocolado no dia 19 de maio, propôs que a negociação aconteça apenas no segundo semestre. 

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