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PSB, PDT, PRB e PMDB montam bloco para buscar a presidência


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

19/11/2012 | 07:00


Com cinco vereadores eleitos, PSB, PDT, PRB e PMDB costuraram a formação de um bloco para brigar pela presidência da Câmara de Diadema. A união dos parlamentares vai mudar o xadrez para o comando da Casa, já que PV, do prefeito eleito Lauro Michels, e PT, por enquanto protagonizam a disputa pela liderança do Legislativo.

O grupo independente é composto por Vaguinho do Conselho (PSB), Célio Boi (PSB), Ricardo Yoshio (PDT), Pastor João Gomes (PRB) e Cida Ferreira (PMDB). Todos estiveram na coligação Pra Diadema Ter Mais, que deu suporte ao prefeito Mário Reali (PT), que não se reelegeu em outubro. O PSB, inclusive, indicou o ex-chefe do Executivo Gilson Menezes como vice do petista.

Para se fortalecer, o bloco agora tenta atrair o PR, sigla que elegeu quatro vereadores - Reinaldo Meira, Luiz Paulo Salgado, Talabi Fahel e José Zito da Silva, o Zezito. Os republicanos, no entanto, estão em diálogo avançado com Michels. Há duas semanas, antes de o prefeito eleito viajar para a Bahia, o presidente do PR diademense, José Carlos Gonçalves, e os quatro parlamentares se reuniram com a cúpula verde.

"Nossa construção não tem vaidade pessoal, tanto que sequer discutimos quem será o candidato à presidência", disse Célio Boi. "Queremos o melhor para a Câmara. O fato é que hoje nosso bloco terá influência direta na eleição (para a presidência)", avaliou Vaguinho, que afirmou haver possibilidade de construção de bloco único ao comando da Casa.

Na prática, uma eleição consensuada está fora de cogitação. Na semana passada, Reali reuniu os 15 vereadores eleitos na coligação Pra Diadema Ter Mais e discorreu sobre a importância de ter uma Câmara independente de influência do Executivo.

O petismo se articula para ter candidato próprio - o favorito é Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), que já ocupou o posto - e sabe que precisa de composição com outras legendas para triunfar no pleito legislativo. O PT tem seis parlamentares: Orlando Vitoriano, Zé Antônio da Silva, Ronaldo Lacerda, Josa Queiroz, Lilian Cabrera, além de Maninho.

Do outro lado da eleição, Michels tem apoio de seis vereadores e disse que vai apostar em José Dourado (PSDB) como candidato ao comando do Legislativo. Além de Dourado, o prefeito eleito conta com votos de Milton Capel (PV), Marcos Michels (PV), Márcio da Farmácia (PV), Lúcio Araújo (PV) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB).



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PSB, PDT, PRB e PMDB montam bloco para buscar a presidência

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

19/11/2012 | 07:00


Com cinco vereadores eleitos, PSB, PDT, PRB e PMDB costuraram a formação de um bloco para brigar pela presidência da Câmara de Diadema. A união dos parlamentares vai mudar o xadrez para o comando da Casa, já que PV, do prefeito eleito Lauro Michels, e PT, por enquanto protagonizam a disputa pela liderança do Legislativo.

O grupo independente é composto por Vaguinho do Conselho (PSB), Célio Boi (PSB), Ricardo Yoshio (PDT), Pastor João Gomes (PRB) e Cida Ferreira (PMDB). Todos estiveram na coligação Pra Diadema Ter Mais, que deu suporte ao prefeito Mário Reali (PT), que não se reelegeu em outubro. O PSB, inclusive, indicou o ex-chefe do Executivo Gilson Menezes como vice do petista.

Para se fortalecer, o bloco agora tenta atrair o PR, sigla que elegeu quatro vereadores - Reinaldo Meira, Luiz Paulo Salgado, Talabi Fahel e José Zito da Silva, o Zezito. Os republicanos, no entanto, estão em diálogo avançado com Michels. Há duas semanas, antes de o prefeito eleito viajar para a Bahia, o presidente do PR diademense, José Carlos Gonçalves, e os quatro parlamentares se reuniram com a cúpula verde.

"Nossa construção não tem vaidade pessoal, tanto que sequer discutimos quem será o candidato à presidência", disse Célio Boi. "Queremos o melhor para a Câmara. O fato é que hoje nosso bloco terá influência direta na eleição (para a presidência)", avaliou Vaguinho, que afirmou haver possibilidade de construção de bloco único ao comando da Casa.

Na prática, uma eleição consensuada está fora de cogitação. Na semana passada, Reali reuniu os 15 vereadores eleitos na coligação Pra Diadema Ter Mais e discorreu sobre a importância de ter uma Câmara independente de influência do Executivo.

O petismo se articula para ter candidato próprio - o favorito é Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), que já ocupou o posto - e sabe que precisa de composição com outras legendas para triunfar no pleito legislativo. O PT tem seis parlamentares: Orlando Vitoriano, Zé Antônio da Silva, Ronaldo Lacerda, Josa Queiroz, Lilian Cabrera, além de Maninho.

Do outro lado da eleição, Michels tem apoio de seis vereadores e disse que vai apostar em José Dourado (PSDB) como candidato ao comando do Legislativo. Além de Dourado, o prefeito eleito conta com votos de Milton Capel (PV), Marcos Michels (PV), Márcio da Farmácia (PV), Lúcio Araújo (PV) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB).

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