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Suíça chega ao Mundial após vencer a batalha de Istambul


Da AFP

30/05/2006 | 08:48


 A Suíça tem a imagem de um país tranqüilo, mas, para conseguir, sua classificação para o Mundial-2006 da Alemanha, precisou reunir de todas as forças para vencer a Turquia em uma batalha que explodiu no estádio Sukru Saracoglu de Istambul, que pertence ao Fenerbahce.

Com uma vitória por 2-0 no jogo de ida, a seleção suíça perdeu por 4-2 fora de casa, mas se beneficiou dos gols marcados no campo do adversário.

O ambiente foi terrível para os suíços. Pressionados em campo, agredidos na entrada dos vestiários, os jogadores do técnico Kobi Kuhn mostraram um caráter forte para sair desta enrascada.

Seu percurso foi um tanto paradoxal. Classificaram-se invictos, mas sem ganhar dos demais rivais: França, Irlanda e Israel. A segunda posição no grupo das eliminatórias, com o mesmo número de pontos que os irlandeses, foi conseguida graças a um maior número de gols, 18.

Desta forma e após o infernal episódio em Istambul, a Suíça se prepara para disputar sua oitava Copa do Mundo, 12 anos depois de sua última participação, nos Estados Unidos-94, onde foi eliminada nas oitavas-de-final pela Espanha (0-3).

Agora se encontrarão com a França, que sai como favorita, mas a meta dos suíços é a conquista o segundo lugar do Grupo G, à frente da Coréia do Sul e do imprevisível Togo.

Um dos destaques do selecionado suíço é o veterano goleiro Pascal Zuberbuhler (Basiléia), que será protegido por uma zaga central formada pelo jovem Philippe Senderos, 21 anos, titular do Arsenal inglês, e pelo experiente Patrick Muller.

No meio-campo, Johann Vogel (Milan) e Raphael Wicky (Hamburgo) têm a missão de criar ao lado do também jovem Tranquillo Barnetta (Hannover).

À frente, Alexander Frei (Rennes francês) mantém a média de um gol em cada dois jogos. E com o promissor Johan Vonlanthen, de 20 anos, forma uma perigosa dupla de atacantes.

Para a Suíça, um lugar nas quartas-de-final, como em 1934, 1938 e 1954, seria excelente, dando experiência ao time para a Eurocopa-2008, que organizará com a Áustria.


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Suíça chega ao Mundial após vencer a batalha de Istambul

Da AFP

30/05/2006 | 08:48


 A Suíça tem a imagem de um país tranqüilo, mas, para conseguir, sua classificação para o Mundial-2006 da Alemanha, precisou reunir de todas as forças para vencer a Turquia em uma batalha que explodiu no estádio Sukru Saracoglu de Istambul, que pertence ao Fenerbahce.

Com uma vitória por 2-0 no jogo de ida, a seleção suíça perdeu por 4-2 fora de casa, mas se beneficiou dos gols marcados no campo do adversário.

O ambiente foi terrível para os suíços. Pressionados em campo, agredidos na entrada dos vestiários, os jogadores do técnico Kobi Kuhn mostraram um caráter forte para sair desta enrascada.

Seu percurso foi um tanto paradoxal. Classificaram-se invictos, mas sem ganhar dos demais rivais: França, Irlanda e Israel. A segunda posição no grupo das eliminatórias, com o mesmo número de pontos que os irlandeses, foi conseguida graças a um maior número de gols, 18.

Desta forma e após o infernal episódio em Istambul, a Suíça se prepara para disputar sua oitava Copa do Mundo, 12 anos depois de sua última participação, nos Estados Unidos-94, onde foi eliminada nas oitavas-de-final pela Espanha (0-3).

Agora se encontrarão com a França, que sai como favorita, mas a meta dos suíços é a conquista o segundo lugar do Grupo G, à frente da Coréia do Sul e do imprevisível Togo.

Um dos destaques do selecionado suíço é o veterano goleiro Pascal Zuberbuhler (Basiléia), que será protegido por uma zaga central formada pelo jovem Philippe Senderos, 21 anos, titular do Arsenal inglês, e pelo experiente Patrick Muller.

No meio-campo, Johann Vogel (Milan) e Raphael Wicky (Hamburgo) têm a missão de criar ao lado do também jovem Tranquillo Barnetta (Hannover).

À frente, Alexander Frei (Rennes francês) mantém a média de um gol em cada dois jogos. E com o promissor Johan Vonlanthen, de 20 anos, forma uma perigosa dupla de atacantes.

Para a Suíça, um lugar nas quartas-de-final, como em 1934, 1938 e 1954, seria excelente, dando experiência ao time para a Eurocopa-2008, que organizará com a Áustria.

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