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Camolesi estuda recorrer à GCM para segurança da casa

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Contrato com a NR Serviços não pode ser prorrogado e tucano cita pedido a prefeito


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

22/01/2021 | 03:01


Presidente da Câmara de São Bernardo, Estevão Camolesi (PSDB) pretende utilizar parte do contingente da GCM (Guarda Civil Municipal) para segurança do prédio legislativo, que hoje é vigiado por empresa privada.

Segundo Camolesi, a principal ideia é de economizar R$ 4,5 milhões ao ano, valor do contrato vigente com a empresa NR Serviços de Segurança. A casa não pode mais estender o vínculo com a firma, já que atingiu o teto de aditamentos contratuais com base na Constituição Federal – prorrogação por, no máximo, cinco anos.

“Há realmente um estudo (para mudar o contrato de segurança). O contrato (da atual empresa) já não pode ser mais estendido, renovado. Estou buscando alternativas que priorizem a economicidade para a Câmara. Caso consiga que a GCM faça a segurança do prédio, poderemos economizar quase R$ 5 milhões ao ano”, declarou Camolesi.

Para que o contrato com a corporação municipal seja concretizado, Camolesi aguarda estudo realizado tanto pelo setor jurídico da casa quanto pela própria GCM. O presidente também aguarda posicionamento do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), a quem a GCM é subordinada. “É preciso ver quantos homens poderiam ser liberados (para realizar a vigia), quantos turnos eles ficariam. É uma coisa complexa.”

A ideia de se avaliar a possibilidade de a GCM realizar a segurança do prédio do Legislativo surgiu, segundo o tucano, quando ele percebeu que era a guarda municipal que atuava para abafar protestos mais acalorados que ocorrem dentro da casa. Camolesi disse ter identificado que a NR Serviços, conhecida como Nobre, fazia apenas a segurança do prédio com o controle de fluxo das pessoas. “Percebi que era a guarda que atuava quando havia qualquer tipo de confusão dentro da Câmara Aí percebi que essa seria uma saída”, disse.

No ano passado, houve extensão emergencial do contrato com a NR Serviços porque, diante da pandemia de Covid-19, as licitações presenciais foram suspensas. No fim do ano passado, houve pressão para que concorrência pública fosse realizada, mas o debate não avançou. A NR oferece 80 profissionais, que se revezam em seus turnos.
 



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Camolesi estuda recorrer à GCM para segurança da casa

Contrato com a NR Serviços não pode ser prorrogado e tucano cita pedido a prefeito

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

22/01/2021 | 03:01


Presidente da Câmara de São Bernardo, Estevão Camolesi (PSDB) pretende utilizar parte do contingente da GCM (Guarda Civil Municipal) para segurança do prédio legislativo, que hoje é vigiado por empresa privada.

Segundo Camolesi, a principal ideia é de economizar R$ 4,5 milhões ao ano, valor do contrato vigente com a empresa NR Serviços de Segurança. A casa não pode mais estender o vínculo com a firma, já que atingiu o teto de aditamentos contratuais com base na Constituição Federal – prorrogação por, no máximo, cinco anos.

“Há realmente um estudo (para mudar o contrato de segurança). O contrato (da atual empresa) já não pode ser mais estendido, renovado. Estou buscando alternativas que priorizem a economicidade para a Câmara. Caso consiga que a GCM faça a segurança do prédio, poderemos economizar quase R$ 5 milhões ao ano”, declarou Camolesi.

Para que o contrato com a corporação municipal seja concretizado, Camolesi aguarda estudo realizado tanto pelo setor jurídico da casa quanto pela própria GCM. O presidente também aguarda posicionamento do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), a quem a GCM é subordinada. “É preciso ver quantos homens poderiam ser liberados (para realizar a vigia), quantos turnos eles ficariam. É uma coisa complexa.”

A ideia de se avaliar a possibilidade de a GCM realizar a segurança do prédio do Legislativo surgiu, segundo o tucano, quando ele percebeu que era a guarda municipal que atuava para abafar protestos mais acalorados que ocorrem dentro da casa. Camolesi disse ter identificado que a NR Serviços, conhecida como Nobre, fazia apenas a segurança do prédio com o controle de fluxo das pessoas. “Percebi que era a guarda que atuava quando havia qualquer tipo de confusão dentro da Câmara Aí percebi que essa seria uma saída”, disse.

No ano passado, houve extensão emergencial do contrato com a NR Serviços porque, diante da pandemia de Covid-19, as licitações presenciais foram suspensas. No fim do ano passado, houve pressão para que concorrência pública fosse realizada, mas o debate não avançou. A NR oferece 80 profissionais, que se revezam em seus turnos.
 

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