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Cooperativas de crédito se consolidam


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

17/03/2008 | 07:08


Um segmento que se consolida aos poucos no Grande ABC como uma alternativa ao sistema bancário tradicional, as cooperativas de crédito empresarial têm ganhado a cada ano mais aceitação.

Em 2007, a Crediacisa (Cooperativa de Crédito Mútuo dos Micro e Pequenos Empresários e Microempreendedores de Santo André), por exemplo, viu seus recursos (incluindo a conta capital mais depósitos) mais do que triplicarem, de R$ 499 mil para R$ 1,59 milhão. Também houve forte ampliação do número de associados, de 49 para 250.

Para o diretor da Crediacisa, Luís Antônio Sampaio da Cruz, parte do crescimento se deve ao esforço da entidade em captar associados e estimular os depósitos à vista e a prazo, e também como reflexo dos juros competitivos em relação aos existentes no mercado financeiro. “Mas a base (de comparação) é pequena. Começamos a operar em outubro de 2006”, ressalva.

A Crediacisa tem como foco o atendimento a micro e pequenos empresários, profissionais liberais e autônomos de Santo André.

E embora tenha nascido de uma iniciativa da Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André) em parceria com o Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil), a entidade não exige que o participante seja filiado à associação comercial.

Limitação - Já outra iniciativa semelhante, a Sicredi Ciesp ABCD, que nasceu há três anos de uma parceria do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) com o Sicredi (Sistema de Crédito Cooperativo), por enquanto, só aceita a adesão de empresas filiadas à entidade do setor industrial.

Para o presidente dessa entidade, César Garbus, essa é uma limitação. Mesmo assim, tem sido possível crescer paulatinamente, em conseqüência dos juros reduzidos em relação ao mercado financeiro e do atendimento personalizado que oferece aos microempresários.

Em 2007, a expansão foi de 15%. Atualmente, são R$ 7 milhões em recursos administrados, incluindo a conta capital, e cerca de 370 cooperados.

“O problema é que o nosso público é o pequeno empresário, para o qual qualquer valor é significativo”, disse Garbus. Para se associar ao Ciesp, é preciso pagar a partir de R$ 85 por mês.

O dirigente afirma que há uma reivindicação junto à presidência do sistema Fiesp/Ciesp (Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) para abrir a possibilidade de que outras empresas da região também se integrem ao Sicredi Ciesp.


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