Fechar
Publicidade

Sábado, 18 de Janeiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Sem 'chorar', Rincón quer título do Campeonato Brasileiro


Angelo Verotti
Do Diário do Grande ABC
Com Agências

21/05/2004 | 00:34


Levantar a cabeça e tocar a vida adiante. É com esse pensamento que o elenco do Corinthians desembarcou nesta quinta, sob forte esquema de segurança, no aeroporto de Cumbica, horas após ser eliminado da Copa do Brasil com a derrota por 2 a 0 para o Vitória, em Salvador. Apesar de os jogadores terem criticado o árbitro Alício Pena Júnior, que não marcou uma penalidade em cima do volante Rincón nos minutos finais do jogo, o próprio colombiano salientou que o alvinegro não “pode ficar chorando e tem de pensar no Brasileiro.”

Para o volante Rincón, apesar do erro do juiz e a conseqüente desclassificação da Copa do Brasil, não adianta mais reclamar. “Não dá para ficar chorando. Temos de pensar no Campeonato Brasileiro agora. Mas se fosse no Pacaembu o juiz dava”, disse o colombiano.

O técnico Oswaldo de Oliveira lamentou a falha do árbitro, mas não acredita que o Corinthians mergulhe novamente na crise. “No futebol não tem crise, e sim derrotas que danificam o ânimo da equipe, mas mantivemos o nível dos últimos jogos e vamos de cabeça erguida para o próximo jogo”, afirmou o treinador, numa referência ao confronto com o Atlético-PR, domingo, no Pacaembu.

Oswaldo de Oliveira aprovou o comportamento do time no estádio Barradão. “Criamos chances durante o jogo todo e encaramos o Vitória de igual para igual. Estou orgulhoso pelo futebol que apresentamos, e só lamento termos sido eliminados da maneira como aconteceu”, disse o técnico. “Não vou desvalorizar a classificação do Vitória, que tem seus méritos, mas o árbitro errou em um lance decisivo. Uma pena.”

A diretoria do alvinegro armou um esquema sem precendentes para garantir a integridade física dos jogadores e membros da comissão técnico no aeroporto internacional de Guarulhos. Mais de dez seguranças superequipados e guardas da Polícia Militar foram convocados para proteger a delegação. Os dirigentes temiam que membros das organizadas pudessem atacar ovos, como aconteceu no dia 16 de março, após o quase rebaixamento da equipe no Campeonato Paulista.

O trabalho dos seguranças, porém, foi em vão, uma vez que nenhum torcedor se deslocou até o aeroporto para recepcionar a delegação.

Para tentar amenizar o clima ruim no clube, o vice-presidente Antônio Roque Citadini contratou o diretor de Futebol e psicólogo Paulo Angioni. Ele trocou o Fluminense pelo Corinthians. Irá receber R$ 30 mil mensais e será apresentado oficialmente nesta sexta pela manhã.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Sem 'chorar', Rincón quer título do Campeonato Brasileiro

Angelo Verotti
Do Diário do Grande ABC
Com Agências

21/05/2004 | 00:34


Levantar a cabeça e tocar a vida adiante. É com esse pensamento que o elenco do Corinthians desembarcou nesta quinta, sob forte esquema de segurança, no aeroporto de Cumbica, horas após ser eliminado da Copa do Brasil com a derrota por 2 a 0 para o Vitória, em Salvador. Apesar de os jogadores terem criticado o árbitro Alício Pena Júnior, que não marcou uma penalidade em cima do volante Rincón nos minutos finais do jogo, o próprio colombiano salientou que o alvinegro não “pode ficar chorando e tem de pensar no Brasileiro.”

Para o volante Rincón, apesar do erro do juiz e a conseqüente desclassificação da Copa do Brasil, não adianta mais reclamar. “Não dá para ficar chorando. Temos de pensar no Campeonato Brasileiro agora. Mas se fosse no Pacaembu o juiz dava”, disse o colombiano.

O técnico Oswaldo de Oliveira lamentou a falha do árbitro, mas não acredita que o Corinthians mergulhe novamente na crise. “No futebol não tem crise, e sim derrotas que danificam o ânimo da equipe, mas mantivemos o nível dos últimos jogos e vamos de cabeça erguida para o próximo jogo”, afirmou o treinador, numa referência ao confronto com o Atlético-PR, domingo, no Pacaembu.

Oswaldo de Oliveira aprovou o comportamento do time no estádio Barradão. “Criamos chances durante o jogo todo e encaramos o Vitória de igual para igual. Estou orgulhoso pelo futebol que apresentamos, e só lamento termos sido eliminados da maneira como aconteceu”, disse o técnico. “Não vou desvalorizar a classificação do Vitória, que tem seus méritos, mas o árbitro errou em um lance decisivo. Uma pena.”

A diretoria do alvinegro armou um esquema sem precendentes para garantir a integridade física dos jogadores e membros da comissão técnico no aeroporto internacional de Guarulhos. Mais de dez seguranças superequipados e guardas da Polícia Militar foram convocados para proteger a delegação. Os dirigentes temiam que membros das organizadas pudessem atacar ovos, como aconteceu no dia 16 de março, após o quase rebaixamento da equipe no Campeonato Paulista.

O trabalho dos seguranças, porém, foi em vão, uma vez que nenhum torcedor se deslocou até o aeroporto para recepcionar a delegação.

Para tentar amenizar o clima ruim no clube, o vice-presidente Antônio Roque Citadini contratou o diretor de Futebol e psicólogo Paulo Angioni. Ele trocou o Fluminense pelo Corinthians. Irá receber R$ 30 mil mensais e será apresentado oficialmente nesta sexta pela manhã.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;