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ONU precisa de US$ 1 bi para refugiados em 2004


Da EFE

05/12/2003 | 11:28


O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) anunciou nesta sexta-feira sua intenção de lançar um apelo com o objetivo de arrecadar no próximo ano cerca de US$ 1 bilhão de dólares para seus programas de ajuda para os 20 milhões de refugiados.

Esse montante inclui US$ 955 milhões para seu programa anual e outros US$ 57 milhões para tarefas especificamente relacionadas aos refugiados da Libéria e Sudão.

Um porta-voz do Acnur afirmou que mais de um terço do orçamento para 2004 será dedicado à repatriação e assistência aos refugiados na África, onde esse organismo ajuda pelo menos 3,3 milhões de pessoas, algumas delas exiladas há mais de 30 anos.

Nesse sentido, o alto comissário da ONU para os Refugiados, o holandês Ruud Lubbers, expressou sua vontade de colaborar especialmente no retorno à pátria dos refugiados de Serra Leoa, Angola e Eritréia.

O Acnur espera que um possível acordo de paz no Sudão, como conseqüência das atuais negociações entre o Governo e os rebeldes do Exército Popular de Libertação do Sudão (EPLS), permita facilitar também a repatriação de mais de 570 mil cidadãos desse país, alguns exilados há quase duas décadas de guerra civil.

Fontes lembraram que, entre os refugiados expatriados há muitos anos, destacam-se os do Burundi, que fugiram em 1971 e em 1994; os da Somália, que foram embora após a deflagração da guerra civil há 20 anos e os do Saara Ocidental, que partiram há 28 anos.

Já no Afeganistão será realizada no próximo ano uma das maiores operações humanitárias da Acnur. A expectativa é de investir US$ 132 milhões em ajuda para repatriação e assistência de mais de dois milhões de afegãos refugiados nos países vizinhos, sobretudo Irã e Paquistão, e aos mais de 2,5 milhões que já regressaram



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ONU precisa de US$ 1 bi para refugiados em 2004

Da EFE

05/12/2003 | 11:28


O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) anunciou nesta sexta-feira sua intenção de lançar um apelo com o objetivo de arrecadar no próximo ano cerca de US$ 1 bilhão de dólares para seus programas de ajuda para os 20 milhões de refugiados.

Esse montante inclui US$ 955 milhões para seu programa anual e outros US$ 57 milhões para tarefas especificamente relacionadas aos refugiados da Libéria e Sudão.

Um porta-voz do Acnur afirmou que mais de um terço do orçamento para 2004 será dedicado à repatriação e assistência aos refugiados na África, onde esse organismo ajuda pelo menos 3,3 milhões de pessoas, algumas delas exiladas há mais de 30 anos.

Nesse sentido, o alto comissário da ONU para os Refugiados, o holandês Ruud Lubbers, expressou sua vontade de colaborar especialmente no retorno à pátria dos refugiados de Serra Leoa, Angola e Eritréia.

O Acnur espera que um possível acordo de paz no Sudão, como conseqüência das atuais negociações entre o Governo e os rebeldes do Exército Popular de Libertação do Sudão (EPLS), permita facilitar também a repatriação de mais de 570 mil cidadãos desse país, alguns exilados há quase duas décadas de guerra civil.

Fontes lembraram que, entre os refugiados expatriados há muitos anos, destacam-se os do Burundi, que fugiram em 1971 e em 1994; os da Somália, que foram embora após a deflagração da guerra civil há 20 anos e os do Saara Ocidental, que partiram há 28 anos.

Já no Afeganistão será realizada no próximo ano uma das maiores operações humanitárias da Acnur. A expectativa é de investir US$ 132 milhões em ajuda para repatriação e assistência de mais de dois milhões de afegãos refugiados nos países vizinhos, sobretudo Irã e Paquistão, e aos mais de 2,5 milhões que já regressaram

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