Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 2 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Grana estuda alternativa para implantar Poupatempo


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

11/01/2013 | 07:00


A pedido do prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), técnicos do Paço farão estudo analítico de outras áreas para implantação do Poupatempo de serviços, prometido desde 2009 pelo governo do Estado. O levantamento prevê buscar novos terrenos possíveis para receber o equipamento público, porém, a princípio, sem descartar o espaço da Rhodia, no bairro Bangu. O diagnóstico solicitado pelo petista estipula a viabilidade econômica e logística como critério da escolha para doação.

Grana fez reunião ontem com os deputados estaduais Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), que se comprometeram a agilizar encontros do petista com integrantes do primeiro escalão do Palácio dos Bandeirantes, visando auxílio para acelerar o processo. "Não podemos ficar na base das promessas. É preciso agir. E é exatamente isso que nosso governo fará para viabilizar a unidade do Poupatempo, fundamental para a população", discorreu o petista.

O secretário de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD), defendeu que o estudo tenha interesse em atingir diretamente o usuário de transporte. "A área realmente não está fechada. Estamos buscando outras possibilidades". A Vila Luzita está entre as localizações estimadas pelo prefeito. Altamente populosa, a região atrai a atenção pela demanda e facilidade de acesso, tanto para andreenses como para moradores de Mauá.

Alex agendou na semana que vem reunião entre Grana e o secretário estadual de Gestão Pública, Davi Zaia, também presidente do PPS paulista. A liberação do Poupatempo, bem como a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo), ligado ao equipamento, estão diretamente atrelados à sua Pasta. "O Grana já ficou de apresentar novas áreas e levar ao secretário (Zaia). Não há espaço exato, só que a Vila Luzita entrou na discussão pela necessidade local."

Já Morando confirmou encontro com Edson Aparecido, braço-direito de Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano garantiu que o equipamento é compromisso do Estado e que não houve andamento por falta de vontade política do governo Aidan Ravin (PTB). "Infelizmente a gestão passada não deu prioridade e esse projeto ficou abandonado."

O popular-socialista seguiu a mesma linha ao avaliar que o caso de Santo André virou prioridade absoluta para o governador. "A ideia é trazer a unidade ainda neste ano. É possível caso a área seja concretizada nos próximos meses, antes do fim do primeiro semestre", disse, ao acrescentar que a média do período de construção do Poupatempo é estimada atualmente em oito meses.

Às vésperas do segundo turno da eleição, no fim de outubro, o governador anunciou que o terreno da Rhodia, antes pertencente à Prefeitura, foi oficialmente cedido ao Estado. O impasse ambiental impedia o início das obras. O motivo era o fato de o espaço estar na lista de áreas contaminadas da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Contudo, na ocasião da declaração, a companhia emitiu parecer favorável para a construção do posto.

 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Grana estuda alternativa para implantar Poupatempo

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

11/01/2013 | 07:00


A pedido do prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), técnicos do Paço farão estudo analítico de outras áreas para implantação do Poupatempo de serviços, prometido desde 2009 pelo governo do Estado. O levantamento prevê buscar novos terrenos possíveis para receber o equipamento público, porém, a princípio, sem descartar o espaço da Rhodia, no bairro Bangu. O diagnóstico solicitado pelo petista estipula a viabilidade econômica e logística como critério da escolha para doação.

Grana fez reunião ontem com os deputados estaduais Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), que se comprometeram a agilizar encontros do petista com integrantes do primeiro escalão do Palácio dos Bandeirantes, visando auxílio para acelerar o processo. "Não podemos ficar na base das promessas. É preciso agir. E é exatamente isso que nosso governo fará para viabilizar a unidade do Poupatempo, fundamental para a população", discorreu o petista.

O secretário de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD), defendeu que o estudo tenha interesse em atingir diretamente o usuário de transporte. "A área realmente não está fechada. Estamos buscando outras possibilidades". A Vila Luzita está entre as localizações estimadas pelo prefeito. Altamente populosa, a região atrai a atenção pela demanda e facilidade de acesso, tanto para andreenses como para moradores de Mauá.

Alex agendou na semana que vem reunião entre Grana e o secretário estadual de Gestão Pública, Davi Zaia, também presidente do PPS paulista. A liberação do Poupatempo, bem como a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo), ligado ao equipamento, estão diretamente atrelados à sua Pasta. "O Grana já ficou de apresentar novas áreas e levar ao secretário (Zaia). Não há espaço exato, só que a Vila Luzita entrou na discussão pela necessidade local."

Já Morando confirmou encontro com Edson Aparecido, braço-direito de Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano garantiu que o equipamento é compromisso do Estado e que não houve andamento por falta de vontade política do governo Aidan Ravin (PTB). "Infelizmente a gestão passada não deu prioridade e esse projeto ficou abandonado."

O popular-socialista seguiu a mesma linha ao avaliar que o caso de Santo André virou prioridade absoluta para o governador. "A ideia é trazer a unidade ainda neste ano. É possível caso a área seja concretizada nos próximos meses, antes do fim do primeiro semestre", disse, ao acrescentar que a média do período de construção do Poupatempo é estimada atualmente em oito meses.

Às vésperas do segundo turno da eleição, no fim de outubro, o governador anunciou que o terreno da Rhodia, antes pertencente à Prefeitura, foi oficialmente cedido ao Estado. O impasse ambiental impedia o início das obras. O motivo era o fato de o espaço estar na lista de áreas contaminadas da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Contudo, na ocasião da declaração, a companhia emitiu parecer favorável para a construção do posto.

 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;