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Presidente do Banco Central do Irã diz que sanções ameaçam acordo nuclear



16/04/2016 | 01:00


Em rara visita aos Estados Unidos, o presidente do Banco Central do Irã, Valiollah Seif, solicitou nesta sexta-feira à gestão de Barack Obama que as transações bancárias do país com o resto do mundo sejam facilitadas e advertiu que o acordo nuclear assinado entre as duas nações estaria em risco caso medidas nesse sentido não sejam tomadas.

Os bancos iranianos têm sido impedidos de processar transferências internacionais mesmo após a entrada em vigor do acordo, em janeiro. O Irã também tem tido dificuldades para repatriar dezenas de bilhões de dólares obtidos com a venda de petróleo no mercado internacional.

Problemas desse tipo, segundo Seif, têm comprometido os benefícios que o Irã imaginava obter com o fim das sanções impostas pelos Estados Unidos ao país.

Pelo acordo, assinado também por outras cinco potencias mundiais, o Irã concordou em reduzir seu programa nuclear em troca do fim das limitações econômicas.

"Eles têm de fazer o que for necessário para honrar os compromissos", disse o presidente da autoridade monetária do Irã durante apresentação de 90 minutos em Washington. "De outra forma, o acordo nuclear será quebrado em seus próprios termos."

Seif fez as declarações dois dias após um encontro pessoal com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Jacob Lew. A conversa teve foco justamente nas demandas iranianas em relação ao fim das sanções.



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Presidente do Banco Central do Irã diz que sanções ameaçam acordo nuclear


16/04/2016 | 01:00


Em rara visita aos Estados Unidos, o presidente do Banco Central do Irã, Valiollah Seif, solicitou nesta sexta-feira à gestão de Barack Obama que as transações bancárias do país com o resto do mundo sejam facilitadas e advertiu que o acordo nuclear assinado entre as duas nações estaria em risco caso medidas nesse sentido não sejam tomadas.

Os bancos iranianos têm sido impedidos de processar transferências internacionais mesmo após a entrada em vigor do acordo, em janeiro. O Irã também tem tido dificuldades para repatriar dezenas de bilhões de dólares obtidos com a venda de petróleo no mercado internacional.

Problemas desse tipo, segundo Seif, têm comprometido os benefícios que o Irã imaginava obter com o fim das sanções impostas pelos Estados Unidos ao país.

Pelo acordo, assinado também por outras cinco potencias mundiais, o Irã concordou em reduzir seu programa nuclear em troca do fim das limitações econômicas.

"Eles têm de fazer o que for necessário para honrar os compromissos", disse o presidente da autoridade monetária do Irã durante apresentação de 90 minutos em Washington. "De outra forma, o acordo nuclear será quebrado em seus próprios termos."

Seif fez as declarações dois dias após um encontro pessoal com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Jacob Lew. A conversa teve foco justamente nas demandas iranianas em relação ao fim das sanções.

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