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Santo André joga e seca
para virar líder na Série C

O time pega o Vila Nova, às 15h30 deste sábado, em Araras,
em busca dos três pontos e torcendo contra equipes cariocas


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/07/2012 | 07:00


Confirmar o mando de campo com a possibilidade de dormir na liderança do Grupo B do Campeonato Brasileiro da Série C. Este é o desafio que o Santo André tem hoje, frente ao Vila Nova, às 15h30, no Estádio Hermínio Ometto, em Araras - o time cumpre o segundo dos três jogos que recebeu de punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

Se conquistar os três pontos e o resultado combinar com derrotas de Madureira e Macaé, o Ramalhão alcança a primeira colocação. E, para isso, o técnico Claudemir Peixoto pretende utilizar a mesma escalação da vitória sobre o Brasiliense, fora de casa, por 2 a 1, com Claudio Britto, Batata, Bady e Junai formando o quadrado no meio campo.

Aliás, não é apenas a formação que o treinador exige que o time mantenha, como o comportamento. "Esperamos repetir a postura que tivemos contra o Brasiliense", comentou Claudemir Peixoto.

Os desfalques no Santo André ficam por conta do meia Djalma, que ainda se recupera de lesão muscular, do lateral-esquerdo César, que teve de levar três pontos na cabeça após choque com Luiz Augusto durante treino nesta semana, e o atacante Fabrício, no departamento médico.

Entre os relacionados do time para o duelo, o que chama atenção é que o treinador levou a Araras apenas dois zagueiros (Júnior Paulista e Luiz Paulo). Caso haja algum problema, Marcelo (que volta de suspensão) ou Claudio Britto (volante) podem ser improvisados.

CHIQUINHO

No dia 17 de julho de 2011 (há quase um ano), o Santo André estreava no Campeonato Brasileiro da Série C contra o Brasil de Pelotas, no Bruno Daniel. A partida marcava a ressurreição do meia Chiquinho no time após se recuperar da quarta cirurgia no joelho (duas em cada), uma intervenção na tíbia por estresse e um tiro na costela.

Porém, aos oito minutos do primeiro tempo, foi substituído com outro problema. Desta vez, rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo que o tirou de combate durante o Nacional. A situação ainda se estendeu até a Série A-2 estadual deste ano.

Hoje, porém, ele reaparece no banco de reservas como opção ao técnico Claudemir Peixoto, que durante a semana elogiou a evolução do jogador nos treinamentos e a postura durante o jogo treino contra o São Bernardo.

VILA NOVA

A equipe goiana despediu o técnico Robélio Cavalinho por desavenças com a diretoria, e o interino Roberto Oliveira vai comandar o time. Um dos destaques é o goleiro Júlio César, que tem história com a camisa andreense. O zagueiro Toninho é outro ex-ramalhino na escalação. Os desfalques ficam por conta do volante Luiz Marques e do meia Preto.

CARAVANA

Haverá ônibus gratuito saindo às 10h da sede da torcida Fúria Andreense (Rua Erato, Vila América) rumo a Araras. Reservas e informações: 2598-2506. Os ingressos custam R$ 20 (cadeiras cobertas) e R$ 10 (arquibancada).


Batata tem duelo especial contra o pai, massagista do Vila

O futebol é, na maioria das vezes, um esporte que passa de pai para filho. Além disso, também reserva momentos especiais. Hoje, o duelo entre Santo André e Vila Nova, em Araras, terá a junção das duas coisas no encontro especial entre o volante Batata e seu pai, Almir Carlos, que é massagista do clube goiano há 33 anos.

Nascido em Goiânia, o jogador ramalhino foi revelado nas categorias de base do Vila. Aliás, chegou ao Tigre aos 10 anos e defendeu a camisa vermelha por 15 temporadas, entre 1989 e 2004. Assim, conhece como poucos a equipe.

"Depois que saí, nunca tive a oportunidade de enfrentá-los. Vai ser legal. Tenho respeito muito grande, é clube bom, de torcida grande e onde vivi fases boas da minha vida. Não tenho do que reclamar. Mas, na cabeça deles, um empate aqui será bom resultado. São muito fortes em casa, no Serra Dourada, mas inclusive pela troca de treinador vão vir para não perder", destacou Batata.

Já no embate individual com o pai, o volante afirmou que vai ter a torcida reforçada pela mãe. "Todo mundo lá em casa vai torcer para o Santo André. Acho que, no fundo, até ele também estará torcendo por mim. Ainda tem muitos jogos no campeonato para torcerem pelo Vila Nova", disse.

Pendurado com dois cartões amarelos, Batata afirmou que não diminuirá a pegada. "Não vou deixar de matar uma jogada por cartão. É melhor levar o amarelo do que um gol."



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Santo André joga e seca
para virar líder na Série C

O time pega o Vila Nova, às 15h30 deste sábado, em Araras,
em busca dos três pontos e torcendo contra equipes cariocas

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/07/2012 | 07:00


Confirmar o mando de campo com a possibilidade de dormir na liderança do Grupo B do Campeonato Brasileiro da Série C. Este é o desafio que o Santo André tem hoje, frente ao Vila Nova, às 15h30, no Estádio Hermínio Ometto, em Araras - o time cumpre o segundo dos três jogos que recebeu de punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

Se conquistar os três pontos e o resultado combinar com derrotas de Madureira e Macaé, o Ramalhão alcança a primeira colocação. E, para isso, o técnico Claudemir Peixoto pretende utilizar a mesma escalação da vitória sobre o Brasiliense, fora de casa, por 2 a 1, com Claudio Britto, Batata, Bady e Junai formando o quadrado no meio campo.

Aliás, não é apenas a formação que o treinador exige que o time mantenha, como o comportamento. "Esperamos repetir a postura que tivemos contra o Brasiliense", comentou Claudemir Peixoto.

Os desfalques no Santo André ficam por conta do meia Djalma, que ainda se recupera de lesão muscular, do lateral-esquerdo César, que teve de levar três pontos na cabeça após choque com Luiz Augusto durante treino nesta semana, e o atacante Fabrício, no departamento médico.

Entre os relacionados do time para o duelo, o que chama atenção é que o treinador levou a Araras apenas dois zagueiros (Júnior Paulista e Luiz Paulo). Caso haja algum problema, Marcelo (que volta de suspensão) ou Claudio Britto (volante) podem ser improvisados.

CHIQUINHO

No dia 17 de julho de 2011 (há quase um ano), o Santo André estreava no Campeonato Brasileiro da Série C contra o Brasil de Pelotas, no Bruno Daniel. A partida marcava a ressurreição do meia Chiquinho no time após se recuperar da quarta cirurgia no joelho (duas em cada), uma intervenção na tíbia por estresse e um tiro na costela.

Porém, aos oito minutos do primeiro tempo, foi substituído com outro problema. Desta vez, rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo que o tirou de combate durante o Nacional. A situação ainda se estendeu até a Série A-2 estadual deste ano.

Hoje, porém, ele reaparece no banco de reservas como opção ao técnico Claudemir Peixoto, que durante a semana elogiou a evolução do jogador nos treinamentos e a postura durante o jogo treino contra o São Bernardo.

VILA NOVA

A equipe goiana despediu o técnico Robélio Cavalinho por desavenças com a diretoria, e o interino Roberto Oliveira vai comandar o time. Um dos destaques é o goleiro Júlio César, que tem história com a camisa andreense. O zagueiro Toninho é outro ex-ramalhino na escalação. Os desfalques ficam por conta do volante Luiz Marques e do meia Preto.

CARAVANA

Haverá ônibus gratuito saindo às 10h da sede da torcida Fúria Andreense (Rua Erato, Vila América) rumo a Araras. Reservas e informações: 2598-2506. Os ingressos custam R$ 20 (cadeiras cobertas) e R$ 10 (arquibancada).


Batata tem duelo especial contra o pai, massagista do Vila

O futebol é, na maioria das vezes, um esporte que passa de pai para filho. Além disso, também reserva momentos especiais. Hoje, o duelo entre Santo André e Vila Nova, em Araras, terá a junção das duas coisas no encontro especial entre o volante Batata e seu pai, Almir Carlos, que é massagista do clube goiano há 33 anos.

Nascido em Goiânia, o jogador ramalhino foi revelado nas categorias de base do Vila. Aliás, chegou ao Tigre aos 10 anos e defendeu a camisa vermelha por 15 temporadas, entre 1989 e 2004. Assim, conhece como poucos a equipe.

"Depois que saí, nunca tive a oportunidade de enfrentá-los. Vai ser legal. Tenho respeito muito grande, é clube bom, de torcida grande e onde vivi fases boas da minha vida. Não tenho do que reclamar. Mas, na cabeça deles, um empate aqui será bom resultado. São muito fortes em casa, no Serra Dourada, mas inclusive pela troca de treinador vão vir para não perder", destacou Batata.

Já no embate individual com o pai, o volante afirmou que vai ter a torcida reforçada pela mãe. "Todo mundo lá em casa vai torcer para o Santo André. Acho que, no fundo, até ele também estará torcendo por mim. Ainda tem muitos jogos no campeonato para torcerem pelo Vila Nova", disse.

Pendurado com dois cartões amarelos, Batata afirmou que não diminuirá a pegada. "Não vou deixar de matar uma jogada por cartão. É melhor levar o amarelo do que um gol."

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