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Compras pela Internet crescem no Grande ABC


Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

23/07/2005 | 10:14


  

O consumidor do Grande ABC está descobrindo a internet. O valor gasto na região no primeiro semestre do ano em compras nas lojas virtuais foi R$ 21,3 milhões, 15,44% mais do que no mesmo período do ano passado. O levantamento é da e-bit, empresa de pesquisa e marketing on-line que mede o comércio eletrônico de bens de consumo em cerca de 400 lojas virtuais.

"É um crescimento expressivo, apesar de o volume não ser alto. E o e-commerce ainda tem espaço para crescer no país, pois são apenas 3,5 milhões de compradores para um universo de 20 milhões a 30 milhões de internautas", afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A estimativa do setor é que o número de consumidores virtuais dobre nos próximos dois anos.

O faturamento do comércio on-line no Brasil no primeiro semestre ainda não foi divulgado pela empresa, mas a estimativa é que seja 30% maior do que o resgistrado nos primeiros seis meses de 2004.

De acordo com Guasti, o crescimento do e-commerce nas capitais e grandes regiões, como o Grande ABC, será um pouco inferior ao que deverá ser registrado no país. Isto por que o comércio on-line em cidades do interior do Estado tem se destacado. "Como o e-commerce começa a se consolidar nas grandes cidades, as lojas virtuais investem no internauta de municípios do interior com o aprimoramento do serviço de logística", afirma.

No Grande ABC, os produtos mais vendidos no primeiro semestre do ano foram títulos de CD, DVD e vídeo, com 24% da preferência do internauta. Cerca de 17% dos compradores de lojas virtuais optaram em adquirir livros, revistas e jornais.

Na terceira colocação estão os itens eletrônicos, como TV, vídeo e aparelho de som com 13% das opções, seguido de eletrodomésticos (8%), itens de saúde e beleza (7%), como perfumes, cosméticos e remédios, além de telefonia celular (6%) e produtos de informática (6%). "A venda de produtos eletrônicos e de telefonia celular pela internet tem crescido no último ano. É uma tendência. Os internautas estão perdendo o medo de comprar itens mais sofisticados pela web", afirma Guasti.

Vantagens – Entre as vantagens apontadas pelos consumidores que optam pelo e-commerce estão a comodidade de comprar e receber um determinado tipo de produto sem sair de casa e ter de enfrentar filas e estacionamentos lotados em pontos tradicionais do varejo. É o caso do empresário de São Caetano Silvio Luiz Vera, que começou a fazer compras virtuais desde 2000. "Não gosto muito de comprar em shoppings centers", diz.

O empresário destaca que na web é possível comparar preços e comprar itens em promoções nas lojas virtuais, como produtos combinados com descontos. "Nunca vi este tipo de promoção em lojas convencionais", afirma Silvio Luiz que já comprou pela web itens como títulos de CD's, DVD's, peças de informática, livros e até comida. "Só compro em sites conhecidos e nunca tive nenhum problema".

O inconveniente de comprar pela internet, segundo o empresário, é não poder ver, experimentar e até testar o produto. "Já comprei camisetas e bonés pela web. Se estivesse em uma loja convencional, poderia ter experimentado as roupas."



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Compras pela Internet crescem no Grande ABC

Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

23/07/2005 | 10:14


  

O consumidor do Grande ABC está descobrindo a internet. O valor gasto na região no primeiro semestre do ano em compras nas lojas virtuais foi R$ 21,3 milhões, 15,44% mais do que no mesmo período do ano passado. O levantamento é da e-bit, empresa de pesquisa e marketing on-line que mede o comércio eletrônico de bens de consumo em cerca de 400 lojas virtuais.

"É um crescimento expressivo, apesar de o volume não ser alto. E o e-commerce ainda tem espaço para crescer no país, pois são apenas 3,5 milhões de compradores para um universo de 20 milhões a 30 milhões de internautas", afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A estimativa do setor é que o número de consumidores virtuais dobre nos próximos dois anos.

O faturamento do comércio on-line no Brasil no primeiro semestre ainda não foi divulgado pela empresa, mas a estimativa é que seja 30% maior do que o resgistrado nos primeiros seis meses de 2004.

De acordo com Guasti, o crescimento do e-commerce nas capitais e grandes regiões, como o Grande ABC, será um pouco inferior ao que deverá ser registrado no país. Isto por que o comércio on-line em cidades do interior do Estado tem se destacado. "Como o e-commerce começa a se consolidar nas grandes cidades, as lojas virtuais investem no internauta de municípios do interior com o aprimoramento do serviço de logística", afirma.

No Grande ABC, os produtos mais vendidos no primeiro semestre do ano foram títulos de CD, DVD e vídeo, com 24% da preferência do internauta. Cerca de 17% dos compradores de lojas virtuais optaram em adquirir livros, revistas e jornais.

Na terceira colocação estão os itens eletrônicos, como TV, vídeo e aparelho de som com 13% das opções, seguido de eletrodomésticos (8%), itens de saúde e beleza (7%), como perfumes, cosméticos e remédios, além de telefonia celular (6%) e produtos de informática (6%). "A venda de produtos eletrônicos e de telefonia celular pela internet tem crescido no último ano. É uma tendência. Os internautas estão perdendo o medo de comprar itens mais sofisticados pela web", afirma Guasti.

Vantagens – Entre as vantagens apontadas pelos consumidores que optam pelo e-commerce estão a comodidade de comprar e receber um determinado tipo de produto sem sair de casa e ter de enfrentar filas e estacionamentos lotados em pontos tradicionais do varejo. É o caso do empresário de São Caetano Silvio Luiz Vera, que começou a fazer compras virtuais desde 2000. "Não gosto muito de comprar em shoppings centers", diz.

O empresário destaca que na web é possível comparar preços e comprar itens em promoções nas lojas virtuais, como produtos combinados com descontos. "Nunca vi este tipo de promoção em lojas convencionais", afirma Silvio Luiz que já comprou pela web itens como títulos de CD's, DVD's, peças de informática, livros e até comida. "Só compro em sites conhecidos e nunca tive nenhum problema".

O inconveniente de comprar pela internet, segundo o empresário, é não poder ver, experimentar e até testar o produto. "Já comprei camisetas e bonés pela web. Se estivesse em uma loja convencional, poderia ter experimentado as roupas."

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