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Em crise, França encara o México


Anderson Fattori, com Agências

17/06/2010 | 07:05


Uma das grandes forças da Copa do Mundo, a França volta a campo hoje contra o México disposta a apagar a péssima imagem deixada na estreia. Recheada de craques, mas sem organização tática, a equipe francesa luta contra seus próprios problemas para deslanchar e confirmar uma das vagas do Grupo A nas oitavas de final. A partida acontece às 15h30 (de Brasília) no Estádio Peter Mokaba, em Polokwane, na África do Sul.

Muito criticado, o técnico Raymond Domenech busca solução para unir o grupo e transformar a boa qualidade técnica em gols. O treinador esboça alterar a escalação em relação à estreia. O meia Gourcuff pode dar lugar a Malouda, que teria a ajuda de Ribéry na armação de jogadas para os atacantes Anelka e Govou. Por enquanto, o treinador não pensa em escalar o craque Thierry Henry desde o início.

Malouda, que tem a confiança dos torcedores, desmentiu que tenha entrado em conflito com Domenech por ter ficado no banco na estreia. "Dizer que recusei alguma coisa, respondi ao treinador ou lhe faltei com o respeito, é tudo falso. Esperava jogar, mas não é a primeira vez que isso acontece. Há um técnico e respeito suas decisões. Se estou decepcionado ou não, isto não é grave, nem mesmo um drama", declarou Malouda.

Apesar de treinar entre os titulares, o jogador não se sente escalado. "Não acredito que o treinador tenha feito suas escolhas. Em todo caso, sinto-me pronto para ajudar", garante.

SUBSTITUIÇÃO NEGADA
A Fifa rejeitou ontem a solicitação da França para substituir o terceiro goleiro, Cédric Carrasso, que se contundiu no treino. "A solicitação foi rejeitada pelo Birô (da Comissão de Organização), que considerou não se tratar de caso de força maior, como indica o artigo 26.4 do regulamento para a Copa do Mundo", ressaltou a entidade em comunicado.

O regulamento diz que pode-se excluir um jogador lesionado até 24 horas antes da primeira partida. Mas, em ocorrências de força maior, existe a possibilidade de a Fifa dar autorização, o que não foi o caso.



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Em crise, França encara o México

Anderson Fattori, com Agências

17/06/2010 | 07:05


Uma das grandes forças da Copa do Mundo, a França volta a campo hoje contra o México disposta a apagar a péssima imagem deixada na estreia. Recheada de craques, mas sem organização tática, a equipe francesa luta contra seus próprios problemas para deslanchar e confirmar uma das vagas do Grupo A nas oitavas de final. A partida acontece às 15h30 (de Brasília) no Estádio Peter Mokaba, em Polokwane, na África do Sul.

Muito criticado, o técnico Raymond Domenech busca solução para unir o grupo e transformar a boa qualidade técnica em gols. O treinador esboça alterar a escalação em relação à estreia. O meia Gourcuff pode dar lugar a Malouda, que teria a ajuda de Ribéry na armação de jogadas para os atacantes Anelka e Govou. Por enquanto, o treinador não pensa em escalar o craque Thierry Henry desde o início.

Malouda, que tem a confiança dos torcedores, desmentiu que tenha entrado em conflito com Domenech por ter ficado no banco na estreia. "Dizer que recusei alguma coisa, respondi ao treinador ou lhe faltei com o respeito, é tudo falso. Esperava jogar, mas não é a primeira vez que isso acontece. Há um técnico e respeito suas decisões. Se estou decepcionado ou não, isto não é grave, nem mesmo um drama", declarou Malouda.

Apesar de treinar entre os titulares, o jogador não se sente escalado. "Não acredito que o treinador tenha feito suas escolhas. Em todo caso, sinto-me pronto para ajudar", garante.

SUBSTITUIÇÃO NEGADA
A Fifa rejeitou ontem a solicitação da França para substituir o terceiro goleiro, Cédric Carrasso, que se contundiu no treino. "A solicitação foi rejeitada pelo Birô (da Comissão de Organização), que considerou não se tratar de caso de força maior, como indica o artigo 26.4 do regulamento para a Copa do Mundo", ressaltou a entidade em comunicado.

O regulamento diz que pode-se excluir um jogador lesionado até 24 horas antes da primeira partida. Mas, em ocorrências de força maior, existe a possibilidade de a Fifa dar autorização, o que não foi o caso.

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