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Psol faz críticas à Saúde de S.Caetano


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

05/02/2009 | 07:00


O Psol de São Caetano deu sinais de que mesmo sem mandato irá atuar na oposição ao governo de José Auricchio Júnior (PTB). Em carta aberta à população, o partido condena a falta de medicamentos que a cidade vivencia desde dezembro do ano passado.

 O presidente da sigla, Fernando Turco, compareceu à sessão da Câmara na terça-feira para distribuir a mensagem do partido. No documento, o Psol se pronuncia como partido indignado e classifica a situação de escassez de analgésicos, remédios para pressão alta e antibióticos como "descalabro".

 A ausência de medicamentos nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município é decorrente do rompimento do contrato entre a administração e a empresa Home Care, que está sendo investigada pelo Ministério Público por suspeita de fraudes em convênios públicos.

 O Psol, que teve Horácio Neto como candidato à Prefeitura na eleição de 2008, reforça na nota o posicionamento efetivado durante a campanha eleitoral de ser contra a terceirização de serviços públicos.

 O partido é a favor da revisão da "política de terceirização vigente, em função da promiscuidade que se estabelece entre a esfera pública e privada, que tantos escândalos de corrupção tem gerado".

 Em reportagem publicada pelo Diário no dia 28, a Prefeitura havia afirmado que a distribuição de remédios seria normatizada em uma semana.

 Durante a plenária da Câmara, houve um debate acirrado sobre o assunto. O vereador Joel Fontes (PMDB), integrante da Comissão Municipal de Medicamentos, garantiu que os primeiros lotes das substâncias farmacêuticas já chegaram à Prefeitura para serem distribuídos. "Há previsão de mais remessas nos próximos dias", adiantou o peemedebista.

 O líder do governo da Câmara, Paulo Bottura (PTB), ao ser incitado sobre a situação, ressaltou que "o problema está sendo solucionado".



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Psol faz críticas à Saúde de S.Caetano

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

05/02/2009 | 07:00


O Psol de São Caetano deu sinais de que mesmo sem mandato irá atuar na oposição ao governo de José Auricchio Júnior (PTB). Em carta aberta à população, o partido condena a falta de medicamentos que a cidade vivencia desde dezembro do ano passado.

 O presidente da sigla, Fernando Turco, compareceu à sessão da Câmara na terça-feira para distribuir a mensagem do partido. No documento, o Psol se pronuncia como partido indignado e classifica a situação de escassez de analgésicos, remédios para pressão alta e antibióticos como "descalabro".

 A ausência de medicamentos nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município é decorrente do rompimento do contrato entre a administração e a empresa Home Care, que está sendo investigada pelo Ministério Público por suspeita de fraudes em convênios públicos.

 O Psol, que teve Horácio Neto como candidato à Prefeitura na eleição de 2008, reforça na nota o posicionamento efetivado durante a campanha eleitoral de ser contra a terceirização de serviços públicos.

 O partido é a favor da revisão da "política de terceirização vigente, em função da promiscuidade que se estabelece entre a esfera pública e privada, que tantos escândalos de corrupção tem gerado".

 Em reportagem publicada pelo Diário no dia 28, a Prefeitura havia afirmado que a distribuição de remédios seria normatizada em uma semana.

 Durante a plenária da Câmara, houve um debate acirrado sobre o assunto. O vereador Joel Fontes (PMDB), integrante da Comissão Municipal de Medicamentos, garantiu que os primeiros lotes das substâncias farmacêuticas já chegaram à Prefeitura para serem distribuídos. "Há previsão de mais remessas nos próximos dias", adiantou o peemedebista.

 O líder do governo da Câmara, Paulo Bottura (PTB), ao ser incitado sobre a situação, ressaltou que "o problema está sendo solucionado".

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