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Professores da rede privada da região ameaçam entrar em greve

Reajustes salarial e do convênio médico estão entre as reivindicações


Kelly Zucatelli

23/05/2018 | 07:00


Professores da rede particular de Ensino Básico do Grande ABC ameaçam entrar em greve caso as escolas não fechem acordo de campanha salarial iniciada em março. Desembargador do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) apresentou proposta para o sindicato patronal das escolas, porém não foi aceita pela entidade. Empresários do setor têm até o fim da tarde de hoje para dar resposta.

O Sinpro (Sindicato dos Professores do ABC) fará mobilização hoje, a partir das 7h, em frente à escola Externato Santo Antonio, em São Caetano. Às 14h, os profissionais se reunirão no sindicato e às 14h, em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), na Capital.

“(Os empresários) Estão irredutíveis, não querem aceitar nada. A reforma trabalhista está sendo muito levada em conta por eles. Esperamos que os patrões tenham bom-senso para resolvermos o mais rápido possível”, frisa o presidente do Sinpro, José Jorge Maggio. A entidade representa os professores da rede particular dos ensinos Básico, Superior e Sesi/Senai do Grande ABC.

A campanha para o Ensino Básico é a que está com maior dificuldade de negociação até o momento. Foram pedida reposição salarial com base na inflação, mais 2% de reajuste no salário e no convênio médico. Além do aumento de salário e do convênio médico, a classe discute também parcelamento de férias, fim da semestralidade e bolsa de estudos para os filhos dos professores.

A presidente da Associação das Escolas Particulares do ABC, Oswana Fameli, reforça que há total interesse do empresariado em entrar em acordo. “Ninguém ganha com greve. Os tempos mudaram e muitas categorias estão tendo de conversar para ajustar da melhor maneira para todos”, reforçou a líder. 



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