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Apolipse zumbi gera caos no Brasil das telas

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Remake da Netflix coloca mortos-vivos gerando caos no Rio de Janeiro na série ‘Reality Z’


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

20/06/2020 | 23:59


O apocalipse zumbi chegou ao Brasil. Esse tipo de caos do terror geralmente passa por grandes metrópoles mundiais, principalmente nos Estados Unidos e também com histórias na Europa. Nos últimos anos, cidades asiáticas também ganharam destaque na cultura pop por receberem mortos-vivos famintos por carne humana e destruição em massa. São esses os problemas que tomam conta do Rio de Janeiro na trama do seriado Reality Z, recém-chegado entre as atrações da Netflix como produção original nacional do serviço de streaming. Entre clichês do gênero e sem muito a acrescentar a esse tipo de nicho, a atração tem como destaque colocar brasileiros como sobreviventes diante de criaturas macabras e fazer com que o público imagine como seria lidar com tal realidade.

Trata-se de projeto do cineasta Claudio Torres, responsável por comandar o filme como O Homem do Futuro (2011) e desenvolver séries como A Mulher Invisível e Magnífica 70. A produção artística está no sangue: ele é filho da atriz Fernanda Montenegro e do ator e diretor de teatro Fernando Torres (1927-2008) e irmão da atriz e escritora Fernanda Torres. Ele coloca seu talento à prova ao adaptar o seriado britânico Dead Set (2008), com certo status cult contemporâneo, dentro do universo de obras audiovisuais macabras.

Como quase toda história envolvendo zumbis, não há uma explicação inicial para o surgimento desses seres. O importante é o caos gerado por eles conforme os ataques da horda ocorrem. O ‘lance’ fica por conta do programa de TV Olimpo – A Casa dos Deuses, espécie de Big Brother que coloca os participantes como figuras mitológicas vivendo em casa reclusa dentro de um estúdio. Eles não sabem sobre a situação que os cerca e o local acaba por ser ambiente relativamente seguro para o grupo e para outros sobreviventes nas ruas do Rio de Janeiro.

A fúria da fome dos zumbis e as tripas falsas das vítimas são divertidos para quem gosta de algo mais gore, mas a dinâmica entre os personagens é o que faz o programa andar. Discussões, inversão de valores, duelos de egos e um pouco de romance fazem parte do pacote, assim como já mostrado em outras atrações em situações distintas. Reconhecer certos atores e ouvir português sem haver dublagem criam uma mínima empatia em meio ao produto final que causa pouco impacto.

A temporada conta com dez capítulos. A ideia de Reality Z surge a partir da premissa apresentada ao público em Dead Set, mas o objetivo da Netflix era ampliar a trama, com maior número de episódios e um já esperado gancho para que um segundo ano possa ser produzido caso o público demonstre interesse. 



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Apolipse zumbi gera caos no Brasil das telas

Remake da Netflix coloca mortos-vivos gerando caos no Rio de Janeiro na série ‘Reality Z’

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

20/06/2020 | 23:59


O apocalipse zumbi chegou ao Brasil. Esse tipo de caos do terror geralmente passa por grandes metrópoles mundiais, principalmente nos Estados Unidos e também com histórias na Europa. Nos últimos anos, cidades asiáticas também ganharam destaque na cultura pop por receberem mortos-vivos famintos por carne humana e destruição em massa. São esses os problemas que tomam conta do Rio de Janeiro na trama do seriado Reality Z, recém-chegado entre as atrações da Netflix como produção original nacional do serviço de streaming. Entre clichês do gênero e sem muito a acrescentar a esse tipo de nicho, a atração tem como destaque colocar brasileiros como sobreviventes diante de criaturas macabras e fazer com que o público imagine como seria lidar com tal realidade.

Trata-se de projeto do cineasta Claudio Torres, responsável por comandar o filme como O Homem do Futuro (2011) e desenvolver séries como A Mulher Invisível e Magnífica 70. A produção artística está no sangue: ele é filho da atriz Fernanda Montenegro e do ator e diretor de teatro Fernando Torres (1927-2008) e irmão da atriz e escritora Fernanda Torres. Ele coloca seu talento à prova ao adaptar o seriado britânico Dead Set (2008), com certo status cult contemporâneo, dentro do universo de obras audiovisuais macabras.

Como quase toda história envolvendo zumbis, não há uma explicação inicial para o surgimento desses seres. O importante é o caos gerado por eles conforme os ataques da horda ocorrem. O ‘lance’ fica por conta do programa de TV Olimpo – A Casa dos Deuses, espécie de Big Brother que coloca os participantes como figuras mitológicas vivendo em casa reclusa dentro de um estúdio. Eles não sabem sobre a situação que os cerca e o local acaba por ser ambiente relativamente seguro para o grupo e para outros sobreviventes nas ruas do Rio de Janeiro.

A fúria da fome dos zumbis e as tripas falsas das vítimas são divertidos para quem gosta de algo mais gore, mas a dinâmica entre os personagens é o que faz o programa andar. Discussões, inversão de valores, duelos de egos e um pouco de romance fazem parte do pacote, assim como já mostrado em outras atrações em situações distintas. Reconhecer certos atores e ouvir português sem haver dublagem criam uma mínima empatia em meio ao produto final que causa pouco impacto.

A temporada conta com dez capítulos. A ideia de Reality Z surge a partir da premissa apresentada ao público em Dead Set, mas o objetivo da Netflix era ampliar a trama, com maior número de episódios e um já esperado gancho para que um segundo ano possa ser produzido caso o público demonstre interesse. 

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