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Montadora adia pagamento e Cross Hueller mantém dívida


Michele Loureiro
Do Diário do Grande ABC

18/06/2009 | 07:00


Há 80 dias, os 135 trabalhadores demitidos da Cross Hueller, metalúrgica em Diadema, aguardam pagamento dos direitos trabalhistas - estimados em R$ 6 milhões.

Na última semana, a esperança tomou conta dos funcionários, quando a GM (General Motors) anunciou o pagamento de R$ 16 bilhões à empresa - referentes ao cancelamento de um pedido no valor de R$ 46 milhões.

Porém, a empresa do setor automobilístico - que devido ao cancelamento teria levado a metalúrgica a encerrar as atividades - não depositou o montante, para desespero dos funcionários.

A montadora alegou que havia pendências judiciais, e, por isso, não depositou o dinheiro. Ontem, a GM informou que as questões na Justiça foram resolvidas e que o valor deve ser pago nos próximos dias.

O impasse traz desespero aos demitidos. "Estamos acampados em frente à sede da empresa para evitar que as máquinas sejam retiradas e não vemos um final breve para essa história. Enquanto isso, dependemos da ajuda da família e de amigos para pagar nossas contas", desabafou o ex-trabalhador da Cross Hueller Celio Morgado.

ERRO - Desde que a metalúrgica encerrou as atividades, em 30 de março, os funcionários aguardam a rescisão dos contratos e a homologação das demissões para dar entrada no seguro-desemprego e no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). "Na terça-feira, a juíza concedeu liminar para que nós pudéssemos ter acesso a esses direitos, independentemente do pagamento da empresa. Porém, fomos sacar o dinheiro na Caixa Econômica Federal e percebemos que um erro de digitação no número do processo impossibilitou o resgate", explicou Morgado.

O processo será revisado nos próximos dias e os trabalhadores devem conseguir sacar os benefícios até o fim do mês.



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Montadora adia pagamento e Cross Hueller mantém dívida

Michele Loureiro
Do Diário do Grande ABC

18/06/2009 | 07:00


Há 80 dias, os 135 trabalhadores demitidos da Cross Hueller, metalúrgica em Diadema, aguardam pagamento dos direitos trabalhistas - estimados em R$ 6 milhões.

Na última semana, a esperança tomou conta dos funcionários, quando a GM (General Motors) anunciou o pagamento de R$ 16 bilhões à empresa - referentes ao cancelamento de um pedido no valor de R$ 46 milhões.

Porém, a empresa do setor automobilístico - que devido ao cancelamento teria levado a metalúrgica a encerrar as atividades - não depositou o montante, para desespero dos funcionários.

A montadora alegou que havia pendências judiciais, e, por isso, não depositou o dinheiro. Ontem, a GM informou que as questões na Justiça foram resolvidas e que o valor deve ser pago nos próximos dias.

O impasse traz desespero aos demitidos. "Estamos acampados em frente à sede da empresa para evitar que as máquinas sejam retiradas e não vemos um final breve para essa história. Enquanto isso, dependemos da ajuda da família e de amigos para pagar nossas contas", desabafou o ex-trabalhador da Cross Hueller Celio Morgado.

ERRO - Desde que a metalúrgica encerrou as atividades, em 30 de março, os funcionários aguardam a rescisão dos contratos e a homologação das demissões para dar entrada no seguro-desemprego e no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). "Na terça-feira, a juíza concedeu liminar para que nós pudéssemos ter acesso a esses direitos, independentemente do pagamento da empresa. Porém, fomos sacar o dinheiro na Caixa Econômica Federal e percebemos que um erro de digitação no número do processo impossibilitou o resgate", explicou Morgado.

O processo será revisado nos próximos dias e os trabalhadores devem conseguir sacar os benefícios até o fim do mês.

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