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Adolescente é morto por PMs na zona Norte de SP


Do Diário OnLine

22/11/2001 | 08:53


O adolescente Rafael Thiago Mogui, filho da major reformada da Polícia Militar Margarida Marciano Leite Mogui, foi morto nesta quinta-feira com quatro tiros disparados por policiais militares na Favela do Peixeiro, no Jaçanã, zona Norte de São Paulo.

De acordo com a versão dos policiais, quatro suspeitos fugiram por meio dos barracos da favela. Ao tentar persegui-los, moradores investiram contra eles. Rafael, que estava afastado da confusão, carregava uma pistola calibre 45 e um revólver 38. Ele teria disparado na direção do soldado Wesler Marcos de Oliveira. Em seguida, o atirador foi baleado em um barraco, onde se escondia.

A versão dos moradores contesta a dos policiais. Eles acusam os PMs de chegar atirando sem razão, fato descrito como corriqueiro. Esse teria sido o motivo para eles revidarem os disparos.

No entanto, não se sabe o que o adolescente fazia na favela. Segundo moradores, ele morava sozinho próximo ao local e tinha amigos na favela. Já os policiais afirmam que ele fazia a segurança no local.

O delegado Luís Carlos Ramos, do 39.º DP, pediu exames residuográficos das mãos do morto, que comprovarão se ele fez uso da arma.



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Adolescente é morto por PMs na zona Norte de SP

Do Diário OnLine

22/11/2001 | 08:53


O adolescente Rafael Thiago Mogui, filho da major reformada da Polícia Militar Margarida Marciano Leite Mogui, foi morto nesta quinta-feira com quatro tiros disparados por policiais militares na Favela do Peixeiro, no Jaçanã, zona Norte de São Paulo.

De acordo com a versão dos policiais, quatro suspeitos fugiram por meio dos barracos da favela. Ao tentar persegui-los, moradores investiram contra eles. Rafael, que estava afastado da confusão, carregava uma pistola calibre 45 e um revólver 38. Ele teria disparado na direção do soldado Wesler Marcos de Oliveira. Em seguida, o atirador foi baleado em um barraco, onde se escondia.

A versão dos moradores contesta a dos policiais. Eles acusam os PMs de chegar atirando sem razão, fato descrito como corriqueiro. Esse teria sido o motivo para eles revidarem os disparos.

No entanto, não se sabe o que o adolescente fazia na favela. Segundo moradores, ele morava sozinho próximo ao local e tinha amigos na favela. Já os policiais afirmam que ele fazia a segurança no local.

O delegado Luís Carlos Ramos, do 39.º DP, pediu exames residuográficos das mãos do morto, que comprovarão se ele fez uso da arma.

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